Finalmente um cliffhanger! Finalmente ansioso para esperar o próximo episódio.

Spoilers Abaixo:

Agora sim! Aconteceu exatamente o que eu havia pedido na semana passada: continuação. Até agora a série só está me trazendo boas surpresas, mas faltava aquela emoção, aquela curiosidade aquela coisa de você olhar e falar: “Que merda, acabou, agora só semana que vem”. E isso foi mostrado nesse sexto episódio de Elementary. Isso e muito mais!

Para começar o caso da semana. Dessa vez foi bem mais difícil adivinhar o enigma que a cada hora envolvia uma pessoa diferente e uma nova perspectiva era mostrada. Gostei dessa série de reviravoltas e suspeitos e fez com que minha cabeça desse um nó e me fizesse prestar mais atenção no episódio. O caso foi mais confuso que o normal e bem mais complexo com muitos detalhes e subtramas. O legal é que desde o começo todos os elementos estão lá: a areia que é diferente da areia da praia, a cola que incomodava o Sherlock, tudo isso, que foi sutil, mas mostra que nada é em vão na série e como os casos são bem pensados e elaborados, desculpem, mas não tiro House da cabeça quando vejo quebra cabeças desse estilo.

Tirando o caso da semana, palmas mais uma vez pra Watson. Não deve ser fácil tomar porrada do Sherlock toda hora, ser chamada de médica exonerada, ser afrontada e ainda ter de lidar com um ator contratado pelo pai de Sherlock, pois ele mesmo nunca aparece pessoalmente. Achei essa trama muito mais interessante que o caso da semana em si. Primeiro porque tivemos um grande aprofundamento na história da série. Tenho meu palpite de que nessa versão Mycroft não seja o irmão mais velho de Holmes e sim o pai, o que justificaria a tal ausência, mas ao mesmo tempo onisciência em saber de tudo mesmo não estando presente fisicamente, característica marcante de Mycroft. Ainda teve uma homenagem ao Alistair com o personagem dito ator, que na verdade é um vendedor numa livraria, nada mais justo para a homenagem e para o Conan Doyle. E para finalizar o cliffhanger, o aparecimento da Irene! Ela que é a “mulher” para o Sherlock tem tudo para colocar pingos nos is do passado do nosso detetive e quem sabe explicar o porquê dele ter parado no mundo das drogas. Seria por influência dela?

Para a série ficar perfeita de vez só falta o Professor Moriarty. Mas acho que é cedo para pedir por ele não acham?

Ah, e mais uma vez o caso da semana foi de assassinato. Acho que os americanos são meio que fascinados por isso então decidi parar de reclamar disso. Estou curtindo a série, a adaptação, as atuações dos personagens e como estão cuidando com carinho desse legado. Por enquanto posso dizer que estou orgulhoso do que estou vendo!

Observações Elementares:

– A cena do acidente do avião me lembrou muito Lost. Só faltou o Jack correndo e a Claire gritando com o barrigão.

– Será que em algum episódio a Watson vai conseguir acordar antes do Sherlock?

– Por que sempre tem de duvidar do Sherlock quando ele chega às cenas dos crimes/acidentes? Se eu fosse o chefe de polícia já o liberaria, nunca vi gente que sempre se equivoca sobre ele…

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