Ding. Ding. Ding. Ding.
Elas são enxeridas, mesmo que por uma boa causa. Para descobrir a verdade e inocentar o filho, Marisol mente e manipula qualquer pessoa (ela nem ao menos se chama Marisol!). Depois de tanto trabalho que Rosie teve para conseguir o tal DVD, perceber que não há pista nenhuma nele é realmente frustrante. Bem quase! A avó de Flora, que está mais pra lá que pra cá, parece ter informações importantes para a investigação de Marisol, e lá vai ela novamente, desobedecendo ordens da família de Flora e fingindo ser a própria enganando a avó dela. Tudo pela verdade!
Bom, e o que descobrimos até agora?
– Michael Stappord é advogado do suspeito de ter estuprado Flora;
– Flora não estava grávida de Eddie (filho de Marisol);
– Flora traiu Eddie com alguém muito próximo a ele;
Próxima parada de Marisol: penitenciária!
Elas são explosivas. Se você se comportar como um escrot* (com o perdão da palavra) e fizer cara de paisagem quando uma funcionária contar que tem um câncer prepare-se para desviar de pratos e talheres voadores. Muita aflição por Odessa quando percebemos que o cabelo dela havia caído nas comidas que já estavam servidas, resultado da quimioterapia (se ao menos Carmen tivesse as lasanhas congeladas de Judith Geller). Primeiro Carmen colocou Alejandro em seu lugar com um sermão digno e depois, no momento mais fofo do seriado até agora, Alejandro visita Odessa no hospital – com o violão a tiracolo. Pena que a visita de Alejandro só comprova uma coisa: que ele gosta de Carmen! Se há pouco tempo elas eram rivais, desesperadas pela atenção do patrão, acho que agora a rivalidade vai voltar com tudo.
Ela é tão ingênua. Que bonitinha a Rosie não querendo destruir a família Westmore. Pena que agora é tarde já que não existe mais “família Westmore”: a mãe está sempre ausente e o pai está apaixonado pela empregada. Que beleza! Eu até entendo o lado de Rosie: ela mesma é mãe solteira, e não quer que aconteça o mesmo com o pequeno Tucker. Ela pode tentar adiar, mas é muito difícil que o Sr Spence e Rosie não fiquem juntos.
Ela é protetora com a filha (talvez até demais). Zoila não queria que Genevieve tivesse outro filho (assim teria a chance de cuidar melhor de seu único filho, Remi) ou apenas não queria que Valentina doasse o óvulo? A relação patroa/empregada aqui é complicada mesmo, afinal Zoila e a filha trabalham o dia inteiro para servir e limpar a casa dos Delatour e, além disso, querem usar o óvulo de Valentina? O saudoso Charlie Harper tinha razão: deve haver limites entre patrões e empregados, e doar óvulos passa deste limite. Com Valentina sendo tão geniosa quanto Zoila era de se esperar que batessem de frente em algum momento, mas não dá pra discutir quando vemos Zoila ajoelhada limpando o chão, mostrando o que fez e faz para que a filha tenha uma vida melhor. Foda! Já o relacionamento rápido que Genevieve teve com Alfred serviu para ela se autodescobrir, e aprender a dar valor ao filho que já tem, este sim, com sérios problemas.
Os roteiristas acertaram a mão com Evelyn. No início ela era a mais odiada de Beverly Hills, e agora é difícil não entender ou se sensibilizar pelo que ela está passando. Não estou dizendo que ela não é “creepy”, isso ela é, mas é também uma mulher carente e muito triste.
Melhores momentos:
Consertem esta campainha, pelo amor de Deus!
Adrian: “Ah, Rose! Você obviamente pode voltar quando quiser.”
Spence: “É maluquice! Quem chantageia outra pessoa para ficar de babá do filho dela?”
É melhor dever um favor para a máfia chinesa que para Adrian, hein Rosie…






















