Todo homem tem mágoas secretos que o mundo não conhece, e, ás vezes, o chamamos de frio quando apenas está triste”

– Henry Wadsworth Longfellow

Nosso seriado amado retornou do hiato de final de ano, e que retorno meus amigos. Valeu a pena cada dia que passamos longe de Criminal Minds, que episódio maravilhoso. Digo isso porque não os seus 40 minutos de duração que me prenderam, mas os minutos finais que valeu cada segundo e uma coisa é certa: palmas pra essa linda barriga tanquinho da A.J. Cook por conseguir transmitir tanta dor e medo que J.J. guardava dentro de si.

O episódio em si tratou-se sobre um culto, denominado The Forever People e sua influência dentre seus seguidores. Sempre tive bastante curiosidade sobre esses cultos e como eles conseguem controlar tão bem as pessoas que decidem adentrar a esse mundo controlador e nada libertador. A ideia de tanta devoção partiu de Colton Grant, que eu jurava ser o verdadeiro unsub e estava completamente entregue para acompanhar a “manipulação” que Grant faria com os agentes da BAU.

Mas o verdadeiro unsub era um dos seguidores do culto. O que me incomoda é a falta de motivação mais aprofundada sobre o crime que praticam. “Ah, mas o cara é ruim mesmo e isso já basta para um motivo.” Será? Tudo se tem um x da questão só tomamos uma decisão baseada em algum acontecimento. “Ah mas falaram o que aconteceu. Ele sofreu um acidente no frio e a família fez coisas terríveis para sobreviver”, ok, mas cadê aquela conversa entre a equipe?

Porém, o episódio não se tratava do unsub da semana e sim sobre J.J. e seu estresse pós traumático. Depois de quase um ano vimos o quanto o sequestro e tortura ainda tem um impacto muito grande na vida de nossa agente. Assim como no episódio da temporada passada – 200 – A.J. Cook merece o meu, o seu, o nosso elogio pela atuação brilhante.

Não posso deixar de registrar a tensão da conversa imaginária entre J.J. e Tivon Askari. Apesar de acontecer somente na cabeça da agente pareceu completamente real e, por um segundo, acreditei que ele estava realmente naquela sala. Se existe a felicidade do mundo é saber que essa história ainda está longe do fim e ainda tem muito pano pra manga, além de muitas consequências caso Jennifer não busque ajuda.

– Faran Tahir você me convence como unsub e me dá muito medo! Palmas para você!

– Acho tão lindo a relação entre J.J. e Reid. De um jeito meio torto percebi toda a preocupação de Spencer e a necessidade de ajudá-la para nunca mais sentir a angustia atual.

– Saudade Prentiss! Toda vez que seu nome é citado espero que você apareça em cena.

– Pra quê aparecer o resto da BAU se A.J. Cook comandou todo o episódio.

Já estão sabendo do nosso spin-off de Criminal Minds? Será que vai dar certo ou não vão dar tanta chance como Suspect Behavior? Gostei da sinopse “uma equipe do FBI que presta auxílio a americanos vivendo algum tipo de problema no exterior”. O episódio piloto vai ao ar em fevereiro dentro de CM. É esperar para conferir se vale a pena.

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