Celebrando a paixão Nerd.

Dormir às 04h00 madrugada planejando a pauta do primeiro dia e acordar às 07h00 da manhã cheio de disposição (mentira!). Foi assim que começou a nossa Cobertura Épica da CCXP 2015.

O primeiro compromisso era assistir a Coletiva de Imprensa com os sócios do Evento às 10h00 e fomos positivamente surpreendidos pela organização e facilidade, tanto de credenciamento, quanto de condução até o Auditório Cinemark, palco da apresentação. A sensação de percorrer os corredores vazios de um evento desta magnitude é indescritível.

A coletiva em si, deixou uma mensagem clara: os Geeks estão aí pra dominar o mundo! O embasamento disso veio tanto através de um vídeo (re)definindo o conceito do que é ser Geek nos dias de hoje, até as respostas apaixonadas dos sócios, revelando os desafios e as dificuldades de construir uma Comic Con.

Especialmente no Brasil, pelo caráter peculiar do povo que não se contenta com atrações repetidas, tornando a analogia “A Comic Con é o Carnaval Nerd” ainda mais verdadeiro, pois, assim como na festa do samba, tudo por aqui tem que ser construído e destruído ciclicamente, mantendo o caráter de ineditismo. Assim, a CCXP diverge de qualquer outra Comic Con no mundo e quem está participando desta festa, também está ajudando a construir a sua identidade  com o DNA brasileiro. O maior case deste sucesso é a Netflix, que repensou seu posicionamento de não participar de eventos como este ao redor do mundo, graças ao excelente resultado alcançado na CCXP 2014.

Como a Coletiva de Imprensa demorou mais do que esperava, tivemos que correr para gravar a matéria dos Cinco Estandes Imperdíveis (assista aqui). A primeira complicada questão era se escolher os cinco melhores estandes do evento o mais rápido possível, afinal, os portões já estavam sendo abertos ao público. Não por coincidência, elegemos os cinco maiores expositores e para conhecer o nosso ranking, se você ainda não clicou no link anterior, série mesmo, clica agora porque está sensacional.

Como a ideia era fazer um vídeo curto para a apresentação rápida das atrações, concluímos tudo em menos de uma hora e rumamos para encontrar a Sala de Imprensa e a tão sonhada conexão Wi-Fi exclusiva para Imprensa, que não funcionou (pelo menos, pra mim). Editamos o vídeo, criamos o artigo e ficamos livres para as gordices dos Food Trucks.

E o que falar da alimentação, além de ser cara, ruim e demorada? Nada. Para se dar bem, tome um milk shake e esqueça o quanto ele vai te engordar! Por outro lado, este “horário de almoço” nos reservou a melhor experiência deste primeiro dia: o encontro real dos amigos virtuais. Tanto o pessoal da equipe de Colaboradores do Série Maniacos, quanto os Agents do grupo do Telegram, foram chegando e aumentando o grupo, com muita felicidade e carinho incontido (sim, Thay, eu estou falando especialmente de você).

Sem tempo para a sesta, corremos para a fila dos painéis, onde a paciência é requisito imprescindível. Queríamos assistir o Painel da Evangeline Lilly sobre o seu livro “Os Malambolengos”, muito mais pelos seus papéis em Lost e no Homem Formiga, do que por essa nova obra. O horário do painel era às 19h30 e, para garantir nossos assentos, entramos na fila às 17h30 (acostumem-se, que é assim mesmo). Acabamos conseguindo entrar no painel anterior, sobre produção de games, cuja único momento marcante foi uma sensacional trollada que o Michel deu no palestrante, fazendo-o terminar a apresentação abruptamente (ouça sobre essa história no Podmaníacos que vai ao ar na próxima segunda-feira).

Álbum de fotos

CCXP 2015, dia 1

Enfim, a eterna Kate sobe ao palco e daí pra frente foram sessenta minutos de pura magia. A simpatia e o carisma, aliado à memória sentimental de uma das melhores séries de todos os tempo, fez-nos assistir a menina contar sobre a produção sustentável do seu livro com um sorriso de orelha a orelha. Tudo isso contribuiu para o grand finale, quando Evangeline encerra as perguntas dando a palavra a uma garota de 6 ou 7 anos, de nome Sofia (mesmo nome da minha linda filha), permitindo-lhe subir ao palco. É difícil descrever em palavras a interação das duas, mas a sensação de uma felicidade intensa tomou conta de todos, no momento que ela leu um dos trechos do livro, que terminava com a frase: “… Subiu no palco sem Pestanejar”. Que momento mágico!

Continue por perto e acompanhe nossa cobertura da CCXP 2015. Fotos e vídeos exclusivos estão bombando no Instagram, Facebook e Twitter.

Até amanhã!

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Alexandre Bonfá
Apaixonado por HQ´s há mais de 30 anos, eu me sinto realizado com essa avalanche de séries de Quadrinhos da atualidade. Tá achando pouco? Ano que vem vai ter o dobro!