
Neste episódo não tivemos um desenvolvimento significativo da história central da temporada.
Spoilers Abaixo:
O quinto episódio da quarta temporada de Californication deixou a sensação de que as coisas ficaram um pouco paradas, congeladas no tempo, como sugere o título. O que é totalmente compreensível, numa série com temporada de 12 episódios somente. É preciso saber dosar o ritmo para que a história de desenvolva de forma coerente.
Mas vamos aos fatos: esse capítulo volta a ter como foco central nosso protagonista, Hank Moody. Há uma tentativa (muito sutil) de dar prosseguimento à história de estupro estatutário. Com isso temos uma participação maior de Carla Gugino, que tem um excelente diálogo com Hank em um jantar, de igual para igual.
Nossos coadjuvantes abrilhantaram mais uma vez o episódio. Charlie é o melhor coadjuvante de séries EVER! Em sua tentativa de se depilar, era óbvio que iria resultar em problemas. Foi engraçadíssimo e ao mesmo tempo angustiante vê-lo ferido pela lâmina. Os homens entendem do que estou falando, da dor e do desespero! E mais uma vez gritando como uma menininha (como no episódio passado). Karen indo embora (fugindo da situação) foi hilário. Pelo menos serviu para juntar Runkle e Marcy em uma cena reveladora no hospital. Chunckle pode ser papai!
O relacionamento de Hank com Karen e Becca vai devagar, quase parando. Ainda rolou um abraço de Becca (mais dócil) no pai, após o show de sua estreia na banda. Isso depois dela dizer ao pai no início do capítulo que “não se pode polir merda”. Ouch! Doeu até em mim.
Já disse antes que o mais interessante, pelo menos para mim, nessa temporada é essa tentativa de Hank de reconquistar o amor, o carinho e a confiança da filha. Mais interessante até que esse vai e vem eterno com Karen. Estou louco por um episódio centrado somente nisso.
Já na segunda metade do capítulo temos o retorno de Mia, que estava fazendo a piriguete no hall do hotel onde Hank está hospedado para ter um bate-papo com Sasha Bingham, que irá interpretá-la no filme. Ela ainda fez a loka suicida carente por atenção (de Hank) que resulta na conversa ilustrada pela imagem deste post.
Sinceramente, acho Mia uma chata, sem motivações genuínas, frívolas mesmo, que já deu sua contribuição para a série. Espero que essa conversa tenha sido sua participação final em Californication, uma vez que ela não possui mais laços com a família de Hank.
E pensar que essa participação poderia ter sido substituída por mais tempo de Carla Gugino em tela (te adoro sua lynda!). Te odeio Mia, e adeus!
Somente no final, o título desse episódio fez sentido: uma foto que com certeza trará repercussões negativas para Hank tanto em relação ao processo judicial quanto em seu relacionamento com Karen e Becca. E publicidade positiva para o filme!
Na próxima semana temos o retorno do personagem de Rob Lowe. Até lá!












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