A desnecessária guerra de egos do Aprendiz Celebridades.

Desde que a temporada com “famosos” foi anunciada, era facilmente previsível o fato de que desta vez, muito mais do que o normal, testemunharíamos uma gigantesca guerra de egos de três meses de duração. É claro que alguns participantes seguiriam apagados no programa, mas certamente boa parte deles, egocêntricos como boa parte de quem tem alguma fama é, já prometia desde o início em termos de personalidade.

É justamente por isso que amamos, por exemplo, ver Bethinha divíssima na poltrona, na foto acima, sabendo que, de certa forma, toda a sua atitude e desempenho na prova da semana estabeleciam, sim, uma certa demonstração de poder para o restante do elenco. Também tivemos rusgas entre Mônica Carvalho e Michelle Birkheuer e,  por fim, uma verdadeira guerra entre Nahim e Christiano Cochrane. Para os fãs mais conservadores, essas questões apenas fazem cair o nível do programa. Pra mim, enquanto houver entretenimento, há vontade de assistir, e entretenimento é o que nossas subcelebridades favoritas do momento estão nos entregando de sobra.

Mas nem tudo são flores no mundo de Aprendiz Celebridades (sejamos sensatos, quase nada é), e preciso desesperadamente pontuar a HORRENDA divisão do cronograma da semana. No programa de terça-feira, teremos o insuportável desafio do líder – que já era chatíssimo antes mesmo de ter um programa inteiro dedicado a ele, imaginem então agora! Justus, então introduz a tarefa e explica a vantagem competitiva do líder vencedor. E, quando parece que a coisa vai começar a ficar interessante, PÁ, coito interrompido. Só veremos a tarefa na quinta. Péssima estratégia da produção/edição, e fica a dica para aqueles que até gostam do programa, mas não ao ponto de ficar quase meia hora com a TV ligada esperando a boa vontade da Record: o programa imperdível é o de quinta. Terça é praticamente um bônus, veja se não tiver nada melhor pra fazer. Mas, se precisamos começar por algum lugar, é justamente pelo Desafio do Líder que abriremos os trabalhos da semana.

DESAFIO DO LÍDER

O desafio da semana era uma derivação da famigerada prova do exército – que eu simplesmente detesto, porque, por mais que avalie disciplina, resposta à pressão, e tudo e tal, é uma prova física demais, absolutamente dispensável ao estilo do programa e ao tipo de campeão que Justus procura. Por outro lado, em uma temporada com celebridades eu quero mais é me divertir, e só de imaginar Bethinha correndo pra lá e pra cá fardada, atravessando um rio pendurada em cordas, afundando-se na lama, entre outras coisas, já garrei amor à prova! Infelizmente, só o líder passaria por uma (leve) prova física – com pequenos desafios mentais intercalados nos trechos do percurso –, e dessa imagem acabamos sendo poupados.

E falando em Bethinha, vale dizer que ela e Ana Moser finalmente entraram no jogo, e obviamente foi Beth quem sobrou para a equipe perdedora do par ou ímpar, a Fênix. Go, Bethinha!

Next – Christiano Cochrane

Fiquei embasbacado com a insistência de Nahim para ser líder duas vezes seguidas. Foi o primeiro sinal, nesta semana, de que o ego falará mais alto do que a competência ou o espírito de equipe. Os líderes necessariamente rotacionam em todas as temporadas do programa, e só há repetição de liderança quando absolutamente todos os membros da equipe já ocuparam a posição de destaque. É assim a dinâmica do programa, é assim que todos os participantes podem ser avaliados igualitariamente. Mas não é regra, nada proibia Nahim de fazer o que fez, e cabe ao restante da equipe Next conter a necessidade de aparecer do cantor e dar conta de fazê-lo sossegar o facho.

Nesta semana, o corajoso da vez foi Christiano Cochrane. O filho de Gabi se candidatou à liderança junto com Nahim e, obviamente, acabou ficando com o posto por uma questão de bom senso do restante da equipe.

Durante a prova, Christiano parece ter tido bastante dificuldade no percurso que envolvia pequenos saltos, equilíbrio e algumas escaladas, mas mostrou-se tranquilo para os enigmas. Foi um desempenho ok, mas o grande destaque – negativo, obviamente – foi Nahim enchendo o raio da paciência com seu falatório ao longo de todo o percurso. E ainda querendo colher os louros pelo fato de Christiano ter conseguido completar o trajeto.

Fênix – Amon Lima

Muito esperto da parte de Amon ter pedido para ser líder nesta tarefa depois de ser tão duramente acusado de apatia na primeira. Era o momento de arriscar, dar a cara a tapa e procurar uma posição de destaque dentro do time. Novamente, Amon mostrou que conhece o programa e foi um grande estrategista na questão do timing dessa liderança.

Amon, infelizmente, começou com o pé esquerdo. Até torci por ele e percebi a relativa facilidade com a qual ele atravessou o concurso na comparação com Christiano. Infelizmente, Amon acabou gastando tempo demais nos desafios mentais e foi derrotado.

A TAREFA

A tradicional tarefa do clipe vermelho  – que, desta vez, foi substituído por um dedal do Aprendiz – consiste em executar o maior número possível de trocas a partir de um item inicial, de forma a agregar valor ao objeto de posse no final do processo. O critério para a vitória era bem simples (ou assim todos pensamos, esquecendo-nos de que estamos em um Aprendiz com celebridades): a equipe que terminasse com o item mais valioso venceria a tarefa.

Vantagem competitiva: Enquanto a Fênix precisaria realizar um mínimo de 10 trocas, a Next poderia terminar a tarefa com apenas 8. Essa teria sido uma vantagem interessante caso estivéssemos em um Aprendiz comum. Lembro-me de que Janaína, Suelen, Renatinha Tolentinho e companhia começaram o programa com uma camisa autografada por Neymar, e ainda assim tinham dificuldade de realizar as trocas pelo simples fato de serem anônimas. Em uma tarefa com celebridades, os contatos ricos e famosos entram em jogo, e realizar muitas trocas acaba ficando bem fácil – principalmente tendo uma instituição de caridade como motivação. Dessa forma, ao contrário da primeira prova, a vantagem competitiva aqui foi praticamente irrelevante.

NEXT

A Next se embananou um pouco na discussão da estratégia, principalmente porque Nahim não parava de falar e encher a discussão de objeções aos planos do líder. Aqui, entretanto, eu concordo um pouco com ele. Não gosto da ideia de trocar uma coisa por outra de valor menor. Isso jamais teria sido feito em qualquer outra temporada do Aprendiz, e essa estratégia pirada só mostra que conseguir as trocas não era uma tarefa nem um pouco árdua para nossas subcelebridades.

O dedal foi trocado por uma cesta de produtos (R$ 25 mil), à qual seguiram-se um quadro (R$ 30 mil), um vale refeições de 50 jantares (R$ 7 mil), um vale-compras em uma joalheria (R$ 10 mil), 5 obras de arte (R$ 17,6 mil), um jantar com a Mâmis Marília Gabriela (R$ 40 mil – que mamãe cara!), uma palestra do publicitário Washington Olivetto (R$ 60 mil) e três bolsas de 5 anos de academia (R$ 120 mil).

A última e polêmica troca foi por uma campanha publicitária de Sabrina Sato, que costuma cobrar cerca de R$ 1 milhão de reais de uma empresa pelo serviço – sim, também estou chocado com Sabrina valendo esse dinheirão todo, mas é a vida, e Dhomini certamente está se matando de recalque nesse momento.

Destaque: Ana Moser, que, além de ter conseguido a troca tangível mais valiosa da equipe (R$ 120 mil), ainda foi justamente a pessoa que questionou a validade de uma campanha publicitária que Sabrina não cobraria de uma instituição. Ana até teve uma boa ideia, a de vender a campanha para uma empresa privada e repassar esse dinheiro para a tarefa. Mas a sugestão foi ignorada.

Âncora: Nahim, que atrapalhou muito mais do que ajudou, deu piti (de novo!) e foi um dos piores liderados da história do programa, e Kid Vinil, que assumidamente não contribuiu em nada para a tarefa.

FÊNIX

Amon foi um bom estrategista para a sua equipe e não perdeu muito tempo no brainstorm. Logo de cara, enviou Mônica e Michele (isso vai dar bafo, aguentem aí) para cumprir o número mínimo de trocas. As moças trocaram o dedal por um kit de objetos de decoração (R$ 670), ao qual seguiram-se um vaso de porcelana (R$ 779) e um projeto de arquitetura de uma casa nova (R$ 40 mil), que estava fora dos planos. Gostei da firmeza de Amon no momento da bronca, elogiando os inesperados R$ 40 mil, mas enfatizando que as meninas se esqueceram de cumprir o objetivo de realizar o número mínimo de trocas necessário.

Foi aí que a união feminina começou. Em uma rebelião feminina liderada por Bethinha, Amon foi convencido a trocar os R$ 40 mil por valores mais baixos apenas para cumprir a tabela das trocas. No fim das contas, o produto final planejado pela socialite era um carro de R$ 49,9 mil. Em um primeiro momento, não gostei da ideia. Acho puro comodismo considerar o carro o produto final e ir trocando por valores menores até chegar lá em vez de fazer logo a troca e ir tentando a “escadinha” sugerida por Amon. A própria Michele havia afirmado que um valor maior era interessante para estimular as trocas, mas, em vez de usar isso como argumento para carregar a equipe para a frente, fez o contrário.

Por outro lado, Michele foi categórica quando o assunto era o contrato que o arquiteto precisaria expedir. Por entender do assunto, interveio na conversa de Mônica com o profissional, respondendo às dúvidas dele, o que não foi bem aceito pela atriz, que se sentiu atropelada. Foi uma discussão bobinha, mas ainda assim, deixo claro que, nesse minibarraco, sou #TeamMichele e não abro! A irritação de Mônica Carvalho foi pura questão de ego, e dizer “você entende de contrato, mas eu entendo de fazer as coisas” chegou a ser infantilidade. Mais uma vez, ponto para Amon, que soube intervir no momento certo e trazer as duas de volta ao foco da tarefa. E um pontinho para Bethinha, que deu uma acalmada nos nervos de Mônica e disse que era importante não desestabilizar o grupo. A meu ver, a relação entre as três mulheres da equipe Fênix e o seu potencial para se tornar algo muito bom ou muito ruim é a dinâmica mais interessante da temporada até agora.

A partir daí, Beth Szafir comandou o show. Levando a equipe a inúmeras lojas de pessoas conhecidas da sociedade paulistana, Beth, com seus contatos, foi quem viabilizou todas as trocas intermediárias entre o arquiteto e o carro. A começar por “este quadro ma-ra-vi-lho-so” (R$ 1.350), passando por um casaco (R$ 1.190), um terno, (R$2.999), uma cafeteira (R$ 4.199), um conjunto de peças de vestuário (R$ 1.319), joias e acessórios (R$ 4.082), até chegar ao famigerado carro, que seria a décima troca. Foi aí que Beth, que havia feito uma prova incrível, pôs tudo a perder em uma daquelas únicas e deliciosas frases que merece até imagem.

A frase referia-se a uma negociação de Raul Boesel no produto “Show de Chitãozinho e Xororó & Família Lima (obs.: sem Amon)”. E essa competitividade interna, essa vontade de ser a tal que conseguiu o produto final, é até a cara da Beth, mas não pode se tornar hábito dentro da Fênix, ou a equipe acabará se afundando nesse jogo individual. Aliás, vale dizer que eu, no lugar de Mônica e estando na berlinda em algum momento, usaria essa frase contra Beth na sala de reunião sem dúvida alguma! Com o perdão pela expressão, Beth cagou na saída, e anulou um trabalho que poderia muito bem ter sido o destaque da tarefa.

No fim das contas, para a tristeza de Bethinha, a ideia de Raul Boesel acabou funcionando muito bem, e o produto final da equipe Fênix foi o show completo, organizado por uma produtora de eventos, com valor estimado de R$ 696 mil.

Destaque: O trabalho em equipe parece ter sido muito bom e é até difícil destacar uma pessoa específica. Mas dois nomes merecem menção: Amon, que, a meu ver, foi um excelente líder e gerenciou muito bem a equipe, contendo potenciais crises, e Raul Boesel, que ficou no hotel com Pedro para fazer sabe-se lá o quê e acabou, por iniciativa própria, fazendo contatos e sugerindo o show que gerou o produto final da equipe.

Âncora: Alguém, por algum acaso, sabe o que raios Pedro Nercessian fez durante a tarefa? Deve ter cumprido o seu tão sonhado cronograma da primeira prova e ido dormir.

Na sala de reunião, a bomba: os valores dos produtos finais de ambas as equipes não eram válidos simplesmente por não serem bens tangíveis, ou seja, não representarem, na prática, nenhum valor em caixa. Sabrina não renderia nada para a ONG, o show da Fênix não havia sido realizado (ou seja, arrecadação nula) e o cachê dos envolvidos também não podia ser contabilizado por se tratar de um evento considerado beneficente. Basicamente, cartuchos como Sabrina Sato e Chitãozinho & Xororó foram queimados pelas equipes na primeira tarefa totalmente em vão. Ou quase.

Acontece que a Fênix tinha todo o planejamento de um evento – o que inclui produção, equipamento e todas as papagaiadas necessárias, essas sim, serviços de valor tangível. A Next, no entanto, só tinha a carinha da Sabrina. Resultado: Fênix vitoriosa! #TeamFênix #TeamAmon #TeamMichele #TeamBethinha

Momento impagável 1: Pedro Nercessian, todo pimpão, falando da agência que Justus “deve conhecer” e ouvindo a resposta “Eu montei essa agência, ela era minha!” PÁ!

Momento impagável 2: Christiano Cochrane, desesperado, tentando desclassificar Amon Lima devido à presença da Família Lima no produto final – como se Marília Gabriela nunca tivesse entrado na brincadeira, né, rapaz? Amon, muito bem preparado, rebateu que o show da Família Lima sem Amon já existe, planejadinho, há 5 anos – afinal, é possível que ele não possa estar presente, assim como outros membros do grupo.

Ao discutir a derrota, a Next focou, basicamente, Nahim como elemento desagregador e Kid Vinil como elemento nulo. Priscila também chegou a ser apontada como uma participante de fraco desempenho, mas sem muita ênfase. O que mais me incomodou, na verdade, foi ver tanta gente boa (incluindo Renato Santos!), dizendo que, na primeira tarefa, Nahim foi um bom líder. O CARA DORMIU DURANTE BOA PARTE DA EXECUÇÃO, CARAMBA!!! E, além disso, teve uma vitória por uma diferença bastante inferior aos 50% de vantagem com o qual começou. Não consigo visualizar esse desempenho como sendo algo bom, e acho que esse argumento é só uma desculpa para tentar manter um participante polêmico no programa.

Christiano, como não poderia deixar de ser, levou Nahim para a segunda parte da sala. Sem muita ênfase, seu segundo escolhido foi Kid Vinil. Mas, à medida que o líder e Nahim discutiam fervorosamente ao longo do debate na sala (com direito a “dossiê Nahim” feito por Christiano e fofocas de bastidores no meio estilo Maytê Carvalho quando derrubou Álvaro no Aprendiz 6!), ficava claríssimo que Justus demitiria Kid Vinil – que não se posicionou sobre a discussão nem mesmo quando solicitado e ainda assumia repetidamente que havia sido o pior na tarefa. E assim foi feito. Teremos de aguentar a encheção de Nahim na próxima semana e, prevejo, durante muitas semanas ainda depois dela. Ainda assim, achei a demissão justíssima e extremamente coerente com o perfil de Justus e com suas decisões em temporadas anteriores.

Estão circulando rumores nos tabloides da vida de que Kid, todo trabalhado no recalque estaria espalhando por aí que o Aprendiz “é armado”, que Nahim é o queridinho da produção e está sendo mantido só porque é polêmico. Não sei se é verdade, mas um depoimento desses só mostra total desconhecimento do formato e do estilo do Aprendiz. Participantes polêmicos sempre ficam na lista dos preferidos de Justus, num equilíbrio entre sua preferência por perfis mais expansivos e a óbvia necessidade de audiência de qualquer show de TV. Assim, essa questão de “o Aprendiz é armado” é pura bobagem e não há nenhuma novidade chocante por trás desses rumores.

Assim, ficamos por aqui nesta semana, só aguardando a chatíssima prova do líder de hoje (que será em um estádio de futebol) e torcendo para que quinta-feira chegue logo. Por enquanto, fiquem com o meu ranking atualizado, e até a próxima!

12. Pedro Nercessian (Fênix): Apagadíssimo em toda a temporada até agora, certamente seria o principal candidato à demissão caso a Fênix tivesse perdido a primeira tarefa.

11. Nahim (Next): É desagregador, é chato, é egocêntrico e ainda vai atrapalhar demais a Next. Mas certamente teremos que engoli-lo por um bom tempo antes da sua inevitável demissão (lá pelo Top 4 da vida).

10. Priscila Machado (Next): É o potencial próximo alvo da Next. Quieta, contribui pouco e não tem perfil de quem se sobressai numa equipe. Mas mostrou que é marrenta na sala e pode surpreender na hora de se defender.

9. Andréa Nóbrega (Next): Mais uma para a lista do “ninguém sabe, ninguém viu”. Na dúvida, não subiu e nem caiu, ficando à mercê das mudanças do restante do elenco neste ranking.

8. Maria Cândida (Next): Apareceu pouco, mas foi quem negociou a palestra com Washington Olivetto e, por isso, fica à frente de todos que não contribuíram.

7. Beth Szafir (Fênix): Mandou muito bem na prova e sustentou as trocas da Fênix (além de ter divado muito, claro). Mas mostrou um individualismo gigante no final, e isso vai acabar prejudicando-a mais à frente.

6. Christiano Cochrane (Next): Mais uma vez, se embananou um pouco, mas continuo dando a ele o benefício da dúvida porque tem muita garra e vontade de realizar – fora o fato de ter aguentado o Nahim durante a tarefa inteira.

5. Mônica Carvalho (Fênix): Caiu um pouco na lista nesta semana por causa da picuinha desnecessária com Michele, mas continua tendo um ótimo desempenho.

4. Raul Boesel (Fênix): Subiu disparadamente neste ranking porque foi o grande responsável pela troca que deu a vitória à Fênix – e uma troca não solicitada pelo líder e cujo planejamento foi o diferencial, ainda por cima. Musiquinha de vitória na F1 para Boesel!

3. Amon Lima (Fênix): A meu ver, um excelente líder. Interveio nas horas certas e soube ser enérgico sem deixar de ser agradável. Além de tudo, venceu, o que tem um baita peso quando os históricos passarem a importar na hora de demitir.

2. Michele Birkheuer (Fênix): Cada vez mais mostra que é competente e um dos grandes nomes da temporada. Só não pode cair nessa onda de picuinhas com Mônica Carvalho.

1. Ana Moser (Next): Absurdamente focada, entende daquilo que fala, sabe se colocar sem ser prolixa ou desnecessária e ainda foi a responsável pela maior troca 100% tangível da tarefa, os R$ 120 mil das bolsas da academia. Go, go, go, Ana Moser!!! Rumo ao ouro!

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Guto Cristino
Guto Cristino é engenheiro químico, jornalista e administrador. Nessa salada toda, o tempero constante é a paixão por séries e por Christina Aguilera, sempre presentes em seu cada vez mais curto tempo livre. No Série Maníacos desde 2011, é especializado em cretinice televisiva, com foco em novelões e realities, mas garante que vê série boa de vez em quando.