Podemos respirar aliviados. The Voice finalmente conseguiu mostrar que ainda é capaz de nos fazer sair de um episódio de duas horas com a sensação de que valeu muito a pena.
Na sexta temporada do The Voice, há um fator curioso envolvendo o primeiro round de batalhas e a escassez de boas apresentações nessa etapa. Intencionalmente ou não, a edição decidiu simplesmente concentrar praticamente todas as batalhas realmente boas deste ciclo no mesmíssimo episódio, o 3×09, exibido na última segunda-feira. Foi realmente como relembrar os velhos tempos: batalhas empolgantes, e mesmo aquelas que não eram o suprassumo da qualidade musical ainda conseguiram ser interessantes. Não consigo entender o objetivo desse tipo de decisão, mas o fato é que ela foi muito bem sucedida em animar os fãs do programa para as possibilidades para o que ainda virá, e isso ainda rende pano para a manga. Já o de terça, bem, desse não podemos falar a mesma coisa.
Mas sejamos pacientes e nos concentremos no positivo. Se, na semana passada, elogiei a The Band Perry no papel de conselheiros do Team Blake, aqui preciso expor os méritos de quem merece: Jill Scott, que em ambos os ensaios das batalhas exibidas mostrou contribuições interessantíssimas que certamente fizeram toda a diferença no momento das ótimas batalhas do Team Usher. Fui injusto com ela na primeira semana, mas agora a cantora mostrou que tem cacife para orientar esses artistas e não deixa nem um pouco a desejar em relação a nenhum dos nossos coaches oficiais.
Mas vamos logo ao que interessa, que desta vez temos muito assunto interessante pela frente. Para tirar da frente as performances indesejadas, ranqueei novamente as batalhas, da mais fraca para a mais impressionante. Vamos a elas?
10. Team Adam – Cary Laine x Sam Behymer – Give Me Love (Ed Sheeran)
A pior batalha da semana, de longe, por inúmeros motivos. Cary decidiu provar ao mundo que não foi realmente um destaque na temporada e que seu 4-chair não foi nada merecido com um verdadeiro show de notas erradas, especialmente em trechos em que era necessário usar vocais mais sutis. Sam, por sua vez, arrasou na linha de pensamento “Se eu passar emoção, nem preciso saber cantar direito” e, com um desempenho tão ruim quanto o de Cary (mas com abismos de qualidade em trechos que exigiam mais potência, ao contrário da adversária), conseguiu ao menos maneirar nos gritinhos e gemidos. Adorei ver Aloe Blacc captando e dizendo muito elegantemente que a tal “emoção” era totalmente fake. Como muitos de nós percebemos, Sam tem esse vício para disfarçar o fato de não ser realmente uma boa cantora, mas, superando esse obstáculo, seu timbre original realmente se sobressai, mesmo que a mulher não tenha a menor ideia do que fazer com ele. No resultado, o extremamente estrategista Adam Levine percebeu que precisaria de mais cordeirinhos de sacrifício no Round 2 de batalhas, e achou mais interessante aproveitar o deslize de Cary para eliminá-la de uma vez e levar adiante alguém que enfrente um dos reais favoritos da temporada. Um castigo muito merecido para essa country que escolheu o Team Adam quando podia ter a ajuda de Blake para se dar bem em Nashville, ou até mesmo escolher um coach menos popular para seguir por mais tempo na competição. Por fim, pausa para o momento flashback.
Duas reviews atrás:
“…como é possível que, a esta altura do campeonato, alguém não sabe o que acontece com a maioria dos bons cantores que escolhem Adam Levine? Alguma alma caridosa topa pagar umas aulinhas de estatística básica para Cary?”
Fim do momento flashback. E Cary jamais poderá dizer que eu não avisei.
Vencedora: Sam Behymer.
9. Team Blake – Kaleigh Glanton x Noah Lis – Everything (Michael Bublé)
Kaleigh era uma cantora que eu estimava bastante após ver sua gigantesca criatividade transformando “Have You Ever Seen The Rain?” em sua blind. Porém, ela foi outra que caiu muito de produção na batalha, anulando completamente boa parte dos seus pontos fortes e perdendo muito do estilo que a tornava única na competição. Fico até pensando até onde Blake, cujo lema costuma ser “Keep it simple”, interferiu nesse processo de remoção de tudo o que tornava Kaleigh única. O que tivemos foi uma Kaleigh 100% apagada e dominada por Noah na batalha. O crooner seguiu justamente no caminho oposto e acabou entregando uma performance muito mais carismática e com pleno domínio do palco no ringue do The Voice. A questão é que, ao contrário de Cary, Kaleigh teve a sorte de ser pareada com alguém com voz e estilo 100% genéricos e sem um pingo de originalidade e, entre o talento nato da cantora e a falta de tempero de ambos nessa batalha, acabo concordando com a preferência de Blake por Kaleigh. Mas passo a acreditar pouco na chance da cantora de passar do próximo round se ela não melhorar muito seu desempenho na apresentação seguinte.
Vencedora: Kaleigh Glanton.
8. Team Blake – Alaska & Madi x Audra McLaughlin – When Will I Be Loved (Linda Ronstadt)
Muita gritaria para pouca qualidade. E digo isso principalmente sobre a anteriormente favorita do Team Blake, Audra McLaughlin. Os coaches (com destaque para Usher) deixaram muito claro que ficar gritando notas erradas ao longo de uma performance não é vantagem nenhuma, e foi exatamente isso que Audra fez praticamente durante a batalha inteira. A cantora só conseguiu mostrar sua bela voz quando não tentava gritar, mas esses momentos foram raríssimos. Alaska & Madi também não ficaram nem um pouco atrás, e se preocuparam mais em mostrar volume do que em nos entregar uma performance realmente interessante de assistir. Ainda acho a harmonia das duas garotas interessantíssima, e por isso eu certamente as teria escolhido como as evidentes vitoriosas dessa batalha fraquíssima, mas sabemos que Blake Shelton sempre entra em uma batalha com um vencedor em mente e jamais altera sua escolha ao longo dela. Por isso, não houve suspense nenhum até que o coach anunciasse que sua 4-chair seria a classificada para a próxima fase. Agora é esperar que ela consiga se redimir.
Vencedora: Audra Mclaughlin.
7. Combo
Team Blake – Cali Tucker x Ryan White Maloney – What’s Love Got To Do With It (Tina Turner)
Vencedor: Ryan White Maloney.
Team Adam – Christina Grimmie x Joshua Howard – I Knew You Were Trouble (Taylor Swift)
Vencedora: Christina Grimmie.
Team Shakira – Lindsay Bruce x Kristen Merlin – Turn On The Radio (Reba McEntire)
Vencedora: Kristen Merlin.
Ao contrário da semana passada, os combos não me deixaram com a sensação de erro da edição ou injustiça. A única batalha que parece ter sido interessante é a primeira da lista, já que o country Ryan White Maloney venceu cantando Tina Turner, em uma apresentação que certamente teria sido bem melhor de assistir do que a chata e clichezenta apresentação de Jake versus Lexi. No mais, a edição deu a entender que Christina Grimmie não foi tão bem em sua apresentação (o que, somado aos indícios das temporadas anteriores, fortalece a teoria de que algumas batalhas mais fracas são escolhidas para os combos), enquanto Lindsey x Kristen foi claramente uma batalha da qual não nos lembraríamos 15 minutos depois de ter assistido. Independentemente disso, é importante deixar claro que acho os combos uma lástima sempre, mas , se é para eles existirem, que sejam exibidas na íntegra as batalhas de quem ainda não tinha fama antes do programa. E o fato de que eles passaram longe de parecer a coisa mais interessante da semana depõe bastante a favor da teoria de que as batalhas da sexta temporada terminaram consideravelmente melhores do que começaram.
6. Team Shakira – Deja Hall x Music Box – Eternal Flame (The Bangles)
Music Box é o nome desta batalha! Embora seja realmente dona de uma linda voz, a pobre Deja foi completamente ESMAGADA pela adversária no ringue do The Voice. Extremamente tímida e incapaz de conectar-se ao que está cantando, a menina de 17 anos até tem uma voz que faz jus ao fato de ter sido a escolhida de Shakira mesmo depois de ser claramente derrotada na batalha. Mas Deja vai dar muito trabalho à sua coach se realmente houver a intenção de fazer com que a tímida e retraída cantora transforme-se em uma performer competente. Miss Box, ao contrário, mostrou que já tem absolutamente todos os requisitos necessários, da voz à capacidade de compreender o que está cantando e adicionar inflexões interessantes para aumentar o nível de imersão na canção apresentada e na mensagem passada. Mereceu com louvores o Steal conquistado! Só falta voltar a ser Aisha-Alguma-Coisa e abandonar esse nome ridículo se quiser ter chance de vingar dentro ou fora da competição.
Vencedora: Deja Hall.
Steal: Music Box (Team Usher – 1 Steal).
5. Team Usher – Bria Kelly x Tess Boyer – Piece Of My Heart (Janis Joplin)
Blake resumiu perfeitamente bem o que aconteceu durante essa batalha. Bria é aquela coisa maravilhosa e excepcional que a gente já sabia que era, e não foi tão diferente aqui em termos de vocais, mas, a meu ver, faltou a ela captar o real espírito da música, a real essência de um dos mais lendários trabalhos de Janis Joplin. Em alguns momentos, gritar era interessante e até importante, mas, desta vez, Bria fez isso em excesso, o que resultou em uma barulheira repetitiva que se concentrava muito mais nas notas atingidas do que na mensagem da música. Tess, por sua vez, pareceu captar melhor o que a performance exigia, e, como bem disseram Shakira e Blake, fez uma apresentação com mais camadas e com muito mais dinâmica. Se eu me baseasse apenas nessa batalha, certamente daria a vitória para Tess, e eu ousarei culpar Usher pela decepção de Bria Kelly, que precisa urgentemente voltar para o blues e mostrar o que ela sabe fazer melhor. Mas não me entendam mal. Fiquei extremamente feliz com o avanço de Bria no Team Usher. Só sua blind audition já foi mais do que suficiente para dar a ela méritos para chegar ao Top 12 desta temporada, e é a partir de lá que passarei a cogitar a eliminação da cantora, a depender de seu desempenho. Ainda assim, fiquei igualmente feliz pelo merecidíssimo Steal de Blake, e sinto que Tess acabou indo parar nas mãos de um coach que pode fazer mais por ela do que aparenta. Torcerei muito pelo crescimento das duas, mas, por enquanto, o jeito é aguardar.
Vencedora: Bria Kelly.
Steal: Tess Boyer (Team Blake – 2 Steals).
4. Team Shakira – Cierra Mickens x Emily B. – Brave (Sarah Bareilles)
A última batalha da semana encerrou muito respeitavelmente a segunda etapa da competição. Eu já esperava muito de Emily B., e, talvez por isso, não tenha achado seu desempenho nem um pouco surpreendente, embora muito competente. Já Cierra me pegou completamente de surpresa com suas ótimas ousadias melódicas e notas difíceis de atingir. Nenhuma das duas foi perfeita, é verdade, mas, diante do nível da sexta temporada do The Voice, certamente ambas podem ser consideradas destaques, e fiquei extremamente dividido na minha torcida, sem saber quem escolhia. Depois de muita briga interna, concluí que a criatividade me impressionou mais do que a potência e escolhi Cierra como minha favorita. Não que eu estivesse minimamente preocupado, já que a NBC deixou para o final uma batalha com Steal, ou seja, não havia chance de nenhuma das competidoras ser eliminada – acho que a única pessoa NO MUNDO que se surpreendeu com o Steal de Usher foi, portanto, a própria Cierra Mickens, que já saía derrotada da arena e recebeu, muito felizmente, uma nova chance na competição. De quebra, Usher mostrou que tem bom senso para usar os Steals, e que ainda é possível salvar algumas escolhas de uso do recurso na sexta temporada do programa. Ufa!
Vencedora: Emily B.
Steal: Cierra Mickens (Team Usher – 2 Steals).
3. Team Adam – Josh Kaufman x Austin Ellis – Happy (Pharrell Williams)
Usher afirmou considerar Austin um monstro enclausurado, mas a verdade é que a verdadeira fera nesta competição é Josh Kaufman. Não posso deixar de ser justo ao dizer que ambos fizeram um trabalho excepcional em termos de afinação, de presença e de energia. Foi uma performance sem falhas, mas que acabou não conquistando mais do que o bronze neste ranking pelo simples motivo de que ela evidenciou demais a superioridade de Josh sobre o adversário. Enquanto Austin manteve-se competente, mas unidimensional ao longo de toda a apresentação, Josh foi capaz de mostrar absolutamente todas as cartas que tem na manga e explorar o seu dom ao máximo para elevar a qualidade da performance. A nota alta depois de “bring me down” foi de arrepiar da cabeça até o dedo mindinho do pé, e nos momentos em que as vozes harmonizaram, Josh ficou com o tom mais alto e foi o óbvio destaque. Enfim, uma batalha feita sob medida para consagrar Josh Kaufman e fazer com que todos os seus adversários, dentro e fora do Team Adam, tenham muitos motivos para temê-lo.
Vencedor: Josh Kaufman.
2. Team Adam – Dawn & Hawkes x Josh Hurley – Stuck In The Middle With You (Stealers Wheel)
Até eu mesmo fico surpreso e curioso com o fato de que minhas duas batalhas favoritas da semana e da temporada foram batalhas bastante vocalmente lineares. Aqui, não houve nenhum grande momento em termos de vocais, mas toda a apresentação foi um momento a ser lembrado nesta temporada. Particularmente, Dawn & Hawkes fizeram mais um trabalho belíssimo, e fica muito interessante perceber o nível da liga entre as vozes de cada metade do casal. Em alguns momentos, Hawkes canta sozinho e Dawn entra dois versos depois para harmonizar com ele. E, nessas horas, mesmo que o casal nem sequer esteja trocando um olhar, parece que suas vozes são entidades completamente independentes que flertam e dão uns amassos enquanto estão se misturando. Há mais do que uma harmonia extremamente competente entre esses dois, há também uma química gritante que os torna brutalmente atraentes aos nossos ouvidos. E também aos olhos, porque me atrevo a afirmar que Dawn é a cantora mais linda e mais sexy que já passou por esse programa! Nessa brincadeira, só não vi realmente grandes momentos para Josh, embora toda a performance tenha sido cantada maravilhosamente bem. Por isso, depois de ficar tenso de medo de Adam eliminar o casal (já que o seu histórico com duplas competentes não é muito favorável), achei o Steal de Shakira levemente injustificado. Será que ela estava de olho era em Dawn & Hawkes e precisou se contentar com Josh? Nunca saberemos.
Vencedores: Dawn & Hawkes.
Steal: Josh Murley (Team Shakira – 2 Steals).
1. Team Usher – Madilyn Paige x Tanner James – Everything Has Changed (Taylor Swift)
Que coisa linda e maravilhosa, minha gente! É interessante nossa tendência a nos lembrarmos sempre de batalhas que envolvem acrobacias vocais, potência, war dance (sdds, Vicci Martinez!) e características em geral mais agressivas, que deixam uma marca mais facilmente. Mas Madilyn e Tanner conseguiram, em plena sexta temporada do The Voice, deixar uma marca linda, doce, sutil e deliciosamente confortável de se ver. Foi a única batalha que me fez esquecer-me legitimamente da competição e apenas mergulhar na performance. Madilyn e Tanner provaram que uma boa batalha pode ter vocais diretos, objetivos, e ainda assim maravilhosos por transcenderem a técnica, por mostrarem conexão e sentimento legítimos. E, enquanto a voz dessa menina realmente brilhou e nos transportou magicamente para um campo florido, Tanner não ficou atrás e entregou uma performance digna de um verdadeiro gentleman! Fiquei legitimamente em dúvida se o momento em que ele segura a mão dela foi ensaiado ou improvisado durante a batalha. O grande problema de Tanner é que sua parte na harmonia fez com que sua voz desaparecesse completamente frente à beleza do som de Madilyn, e isso certamente o prejudicou e influenciou Usher a escolher a moça. Independentemente do resultado, a meu ver, essa foi a batalha da temporada, sem sombra de dúvida, justamente por ter sido diferente de tudo o que já vimos no programa. Meu respeito a Usher e, principalmente, Jill Scott, que souberam desenvolver esses jovens e torná-los aptos a criar essa magia que vimos no palco. E aqui vai minha única reclamação em relação a Steals esta semana: Shakira bem que poderia ter aberto mão de Josh Murley e roubado Tanner, que fez muito mais por merecer na batalha. Mas paciência.
Vencedora: Madilyn Paige.
Assim, terminamos a segunda fase da temporada. Nesta semana, os competidores restantes encaram o Round 2, que é basicamente um repeteco da etapa pela qual acabamos de passar, com duas diferenças: Chris Martin e o fato de que a dupla é quem escolhe a música – uma possibilidade interessante que eu havia vislumbrado, mas que só vai compensar a maçante etapa-clone caso gere uns bons barracos pra gente assistir. Enquanto isso não acontece, sigamos para a nossa tradicional análise dos times:
Team Adam: Josh Kaufman, Dawn & Hawkes, Kat Perkins, Christina Grimmie, Jake Barker, Delvin Choice, Sam Behymer, Brittnee Camelle.
O Team Adam continua avassalador e capaz de esmagar como um rolo compressor toda a concorrência. Ainda sou incapaz de bater no martelo sobre o meu preferido, e estão brigando acirradamente pelo páreo Josh Kaufman, Dawn & Hawkes e Kat Perkins.
Team Usher: Bria Kelly, Madilyn Paige, Morgan Wallen, Stevie Jo, Music Box, Cierra Mickens, Melissa Jiménez, TJ Wilkins.
De longe o time que mais cresceu depois das blinds, o Team Usher conta com vários talentos respeitáveis, mas só Bria, Madilyn e Morgan parecem ter condições de dar a Usher seu primeiro título no The Voice. Hoje, esses seriam os meus escolhidos para o Top 12.
Team Shakira: Ddendyl, Emily B., Clarissa Serna, Dani Moz, Deja Hall, Josh Murley, Kristen Merlin, Patrick Thomson.
O Team Shakira é a maior incógnita, a meu ver, já que Ddendyl, minha favorita, foi uma das privilegiadas pelos combos de batalhas. Emily B. passou à frente de Clarissa por não ter caído de produção durante as batalhas, mas isso pode facilmente mudar no futuro, e as três ainda compõem meu Top 3 de Shakira com folga (com Dani Moz correndo por fora).
Team Blake: Tess Boyer, Sisaundra Lewis, Ryan White Maloney, Kaleigh Glanton, Audra McLaughlin, Megan Rüger, Jake Worthington, Biff Gore.
Se eu pudesse escolher um cantor country de Blake para representar o gênero no Top 12, não pensaria duas vezes: mandaria Ryan White Maloney em vez do chato do Jake Worthington, mas sei que é o contrário que vai acontecer. O restante do meu Top 3 de Blake é composto por Tess e Sisaundra. Esta certamente está garantida nos Playoffs, mas o fato de Tess ter sido combada nas blinds não é bom sinal. Ainda assim, a esperança é a última que morre.
E vocês? Gostaram desta segunda semana? Expectativa alta para o Round 2? Agora é cruzar os dedos e torcer para que essa nova etapa consiga mesmo ser empolgante. Até lá!















