2 Broke Girls está de volta e com a inflação em alta, pro deleite do bolso das meninas mais quebradas de NYC.
Depois de uma reforma espetacular daquela salinha podre (e cheia de ratos tarados que só sabem morder peitos e bunda), a nova loja de Max e Carol ficou bem melhor que a primeira, bem mais a cara delas e do Brooklyn, vamos combinar! Um pouco mais baixo que o nível da rua, talvez pra mostrar que elas estão começando do zero mesmo, uma simples janelinha… É tudo que elas precisam para fazer o sonho começar a tomar proporções de realidade.
A cena antes da abertura geralmente é a minha preferida e pra season première eles capricharam. Max fez piada com praticamente tudo que aconteceu desde que a série entrou em hiatus, a maioria bem divertida. Legal também perceber como a série é atual e, odeio usar essa palavra, mas não achei outra: “Antenada”. Mesmo quando é com a Caroline tentando usar YOLO forçadamente, como se tivesse ouvido alguém dizer na rua e repetiu sem ter certeza de ter usado a palavra de forma certa. Esse é o tipo de situação recorrente e que vejo muita gente reclamando sempre, mas acho um charme da loirinha do Upper East Side tentando se encaixar na nova realidade.
Oleg tem seus altos e baixos durante os episódios e nesse não foi diferente. A piada com o soft/hard foi bem conduzida até o momento em que o cozinheiro assedia sexualmente o chefe a ponto de quase terem que chamar a equipe de Law and Order: SVU ao local. Aliás, o baixinho ainda tomou uma dedada no final do episódio que até engrossou a voz, acho que aquele, definitivamente, não era o seu dia.
O primeiro cliente do Soft Opening não podia ser um mendigo mijão qualquer, né? Mas um astro da música britânica foi um pouquinho forçado, principalmente porque o nosso querido Roland Glass passou dessa pra uma melhor, engasgando com um dos cupcakes (o qual ele enfiou a cara, como se não houvesse amanhã, vale lembrar).
Os fãs, que pareciam conhecer apenas a musica Knockin’ On Heaven’s Door do Bob Dylan, ao contrário das predições mais sombrias de Caroline, renderam bons consumidores e US$ 725,00 pro bolso delas. Quem percebeu logo e quis uma fatia do bolo (sem trocadilho) foi o Han, que tentou dar uma de profissional e começou a cobrar as meninas pelo aluguel do espaço, além de mover o “santuário” que os fãs, ainda em luto, fizeram para o astro do rock da janelinha das meninas pra porta do seu restaurante. Quando foi desmascarado e salvo do ímpeto destrutivo dos enérgicos fãs [/ironia] pela Max, ele percebeu, numa cena bem bonita, que a relação entre eles nunca será puramente profissional e permitiu que elas continuassem ali de graça até atingirem a marca de US$250 mil.
Por fim, como elas logo perceberam, não vai ser todo dia que alguém famoso vai morrer em frente à loja então não é bom contar com aquele grande movimento todos os dias não. Mas com ou sem movimento, continuaremos acompanhando as desventuras das duas até sucesso, merecido, delas no ramo da confeitaria, certo?















