Uh-hu! Catfight!

Spoilers Abaixo:

Não foi por falta de aviso, Valentina. Se apaixonar pelo patrão não seria tão simples assim. Ou será que poderia? Se ela tivesse falado tudo que sente por Remi lá atrás ao invés de fazer joguinhos teria pouparia tempo e lágrimas. Mas tudo bem, acho que ainda é tempo. É bem diferente se dizer apaixonada por alguém platonicamente ou em um relacionamento de verdade com a pessoa. Ela coloca Remi num pedestal para idolatrá-lo quando Valentina é que deveria estar num pedestal (Oops, falei muito). De qualquer forma o primeiro passo foi ela colocar as garras (literalmente) de fora e dar um pau na Allison. Quando ela diz: “Não era ninguém, apenas a empregada” deu pra ver um raio fulminante saindo dos olhos de Valentina. Se mexer com ela, mexeu comigo (se bem que vimos que ela sabe muito bem se defender sozinha).

Todas as empregadas em DM são personagens fortes, mas Carmen com todo o seu passado que descobrimos agora, com marido machão (e o pacote de problemas que vem junto com ele) é forte candidata ao maior dramalhão até o momento. Pelo episódio anterior parecia que Odessa e Carmen se tornariam inimigas mortais (a catfight mais eminente era entre elas), e por isso mesmo achei bem estranho como Odessa foi compreensiva com os problemas de Carmen, inclusive dando uma pernada em Oscar durante a briga com o marido. Se Carmen pensasse que teria que limpar o pós-briga talvez tivesse corrido para lutar na área da piscina… Já Sam, bom, demorou 5 episódios para ele cair de vez na temida friend zone…

Os Powell ainda são o casal mais obscuro de DM, e a morte de Flora aparentemente não era o único segredo digno de Wisteria Lane que eles tinham. O bizarro é que Evelyn fala para Marisol que o filho foi assassinado, e à noite descobrimos por Adrian que Evelyn se descuidou e o filho, ainda criança, morreu atropelado. Será que foi tão simples assim, um descuido e Adrian joga toda a culpa na mulher e não consegue perdoá-la 15 anos depois. É compreensível, ele não quer mais dormir com a Evelyn pois acha que ela foi responsável pela morte do filho. Ele tem que ter prazer de algum jeito (e é aqui que entra o voyeurismo), mas a dúvida é por que eles não se separam ou ao menos tentam um casamento aberto (será que eles estão velhos demais pra isso?). Ainda não está 100% claro o que Adrian faz: além de voyeur ele é um agenciador (seria um nome chique para cafetão, mas não me lembro de tê-lo visto ganhar dinheiro ao arranjar garotas para seus amigos).

Marisol aos poucos vai ganhando a confiança dos Powell (e que facilidade ela tem pra isso, Taylor já está conquistada, e agora Evelyn já caiu na conversa dela rs), e obviamente o filho também não consegue ficar bravo com ela por muito tempo. Muitas novidades no caso Flora: Eddie a pediu em casamento e ela recusou (taí um grande motivo para ele continuar preso). Numa paulada só descobrimos que Eddie é adotado e que o ex-marido de Marisol fugiu com a amante (alerta de dramalhão!), e assim, mãe e filho finalmente falam a mesma língua e contam tudo que sabem para o outro. É, e pelo jeito tem uma sex tape de Flora rodando por aí…

Rosie e o Sr. Spence (o casal preferido de todos nós) aos poucos vão virando um “casal” de verdade. Quando Spence sugere para Peri que eles devem ter um casamento aberto foi uma idéia de gênio: não precisou muito para convencê-la (e a coitada ainda achando que ele é que era um trouxa). Vai Rosie, dê algum motivo para o Sr Spence se levantar da cama todos os dias rs

Melhores momentos:

Peri: “Já estou na personagem e ela não tem filhos”.

Rosie: “Você tinha razão Sra. Peri, o chão está escorregadio.”

Valentina: “Abundio, silêncio para a princesa!”

E outra pérola de Peri: “DIga o nome da vadia pra eu poder cortar os mamilos dela”

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