
O episódio mais dramático dessa temporada.
Spoilers Abaixo:
Estamos chegando à reta final de The Big C e até agora todos os episódios souberam nos fazer rir diante das coisas mais infortunas. Dessa vez, apesar de alguns toques de humor (a exemplo da balança falante) o clima ficou mais pesado.
Cathy, que segue bem no teste clínico, está prestes a perder seu novo melhor amigo, num golpe muito parecido com o de Marlene, com a diferença de um vai morrer de câncer e ela se foi com um tiro na testa.
Nesse momento, não consigo imaginar outra saída para a trama de Lee e direi uma coisa que nunca antes disse sobre qualquer plot de The Big C: eu não gosto disso. Entendam que esse desconforto não vem de meu apego sentimental por Lee. Eu gosto do personagem, acho que ele trouxe coisas novas e bacanas para a temporada, mas sei lá… Não me parece muito bom quando tentar “repetir” uma estratégia.
Pode ser, é claro, que eu esteja enganada, mas algo me diz que não. O lance dos tumores e das caras de desespero disfarçado em Lee demonstram que ele não vai durar muito e honestamente? Não sei por que precisam matar outro amigo de Cathy a essa altura do campeonato.
Fiquei mesmo com pena de Sean, que perdeu a família quase toda de uma hora para outra. Rebecca foi embora e baby Cathy deixou um imenso vazio na vida dele que, sem medicamentos, enlouquece com as coisas mais banais. Mesmo sabendo que Sean é meio pirado é uma baita sacanagem do destino que os novos vizinhos sejam, justamente, uma família com uma filha pequena, esfregando na cara dele tudo o que perdeu.
Também fiquei interessada em descobrir onde essa amizade bizarra entre Adam e Poppy vai dar. Ele já percebeu sinais de que ela não é mentalmente estável. Resta saber se Adam vai agir como gente grande ou apenas recuar e ser mais uma vez, uma criança mimada.












