Um jogo extremamente individual desde o início.
Ao decorrer da sua longa trajetória, Survivor evoluiu muito e os jogadores foram sempre quem conduziram esta evolução, afinal são eles que decidem o que acontece ao longo da temporada toda. Antigamente, o jogo começava em equipe, com os participantes tomando suas decisões com o objetivo de deixar a sua tribo mais forte. Apenas na merge, o jogo se tornava individual e os interesses pessoais passavam a ser prioridade. Em Survivor Island of The Idols, está claro, desde o primeiro episódio, que os tempos são outros, com um jogo extremamente individual logo de cara.
Até aqui, tivemos 4 episódios e 4 grandes blindsides. Já na premiere, vimos jogadores mirando em quem pode ser popular frente ao júri, o que tem efeito só muito mais para frente no jogo, e, especialmente, em quem pode ser estratégico e perigoso.
Com essa mentalidade, todos os eliminados desta ótima temporada saíram por representar riscos e não porque a decisão deixaria a tribo mais forte ou mais coesa. Para a alegria das Nouras e das Karishmas, não se trata mais de tirar a pessoa que destoa em challenges ou no acampamento. OEm Island of The Idols, o foco é derrotar um grande adversário por semana. Ao invés de focar na eliminação de do elo mais fraco, a ideia é afrouxar os elos mais fortes para tomar o seu lugar.
Na premiere, Ronnie foi eliminado por ser estratégico, esperto e suspeito quando Vince era quem estava mais por fora. Em seguida, no único Tribal Council da Vokai até aqui, apesar das loucuras de Noura, sobrou para Molly que estava formando uma aliança muito forte com Jamal e Jack. No terceiro episódio, Vince não foi mais poupado porque todos ficaram com medo do seu idol, enquanto Karishma era quem estava no bottom. Agora, ela foi poupada, mais uma vez, porque não representa perigo algum, enquanto Chelsea estava muito próxima a Dean.
Esta dinâmica imposta, que é excelente para render uma temporada épica, é resultado da soma de um ótimo elenco com o resultado das últimas temporadas. Com muitos fãs assíduos como participantes, o jogo acaba sendo uma reação a tudo que vem acontecendo na franquia nas últimas temporadas. Vejo uma influência muito grande de Ghost Island ecoando aqui. Nenhum dos participantes quer ser a vítima de novos Wendell e Domenick. Mais que isso, ninguém quer ser a nova Laurel. Todos estão muito precavidos e apressando a eliminação das reais ameaças ao invés de optar por votos fáceis que podem gerar grande arrependimento mais para frente.

Até aqui, quem mais faz jus a este espírito é Missy, a jogadora mais agressiva e proativa deste início de temporada. Logo na estreia, Missy de cara reuniu as mulheres em volta de um pacto para mudar o estigma de mulheres sendo eliminadas no começo. No mesmo episódio, ela ainda avisou Elaine que seu nome estava sendo ventilado para a votação e traiu Aaron, um de seus mais fortes aliados.
No episódio passado, surgiu dela o plano de votar em Tom, algo que poderia manter Karishma e Vince no jogo, duas pessoas que não representavam tanta ameaça assim e por não ter poder poderiam coloca-la no topo. É importante observar que, mesmo não colocado em prática na votação, o plano de Missy foi fundamental, pelo menos, para que Vince se sentisse seguro e não usasse o seu idol.
A verdade é que Missy veio ao jogo para dar a sua cara a tapa e ser protagonista. Sendo uma pessoa muito consciente em relação ao que significa para meninas jovens e negras que a assistem na TV, ela vem sendo um exemplo de atitude, coragem e inteligência.
Sim, talvez toda essa atitude possa fazer de Missy um alvo precoce. Este risco realmente existe, mas acredito que ela saiba dos riscos que corre e optou conscientemente por ser esta jogadora agressiva e que faz de tudo para manter o controle da situação.
Se pensarmos bem, talvez seja apenas uma coincidência, mas Lauren foi quem colocou em ação o plano contra Molly na Vokai, podendo ser uma resposta das mulheres negras ao jogo de Laurel, que acabou marginalizada ao longo de Ghost Island toda. Tanto Lauren quanto Missy rejeitam o papel que sobrou para Laurel em sua temporada e estão fazendo por onde para tomar uma posição de poder, tão negada tanto no mundo real quanto no jogo às mulheres negras. Ambas podem se destacar e acabar como Michaela, ou seja, eliminadas antes da merge por se destacar demais, mas estão fazendo jogadas justamente para evitar este cenário.
Neste episódio em si, Missy tinha basicamente um objetivo, manter Karishma, uma adversária fraca e que, na visão da jovem militar, pode ser controlada. Missy deixou bem claro que ia fazer o possível para manter a aliada, como já vinha se esforçando desde o episódio anterior, porque tem um interesse claro no voto de Karishma.
Survivor é um jogo de suposições e apostas. Assim, a aposta de Missy de que ela controla o voto de Karishma pode estar certa ou não, só o tempo dirá. Existem muitos indícios de que Karishma irá trair os seus companheiros de Lairo por se sentir preterida pela sua tribo. Entretanto, Missy ignora ou desconhece este fato, o que pode ser sim um erro fatal. Fazer suposições acertadas ou não é o que diferencia uma burrada história de uma jogada genial.
De qualquer forma, gostei muito de como Missy se aproveitou da sede de Aaron, o único membro da tribo que ainda não tinha feito um Big Move, por grandes jogadas para executar o seu plano de manter Karishima. A eliminação de Dean, ao que tudo indica, cairia como uma luva para as suas pretensões, que além de querer manter as mulheres consegue enxerga-las como adversárias. Assim, ela manteria as mulheres, mas enfraqueceria Chelsea, retirando dela uma grande opção de jogo.
Ocorre que Island of the Idols não é uma temporada de um participante só. Desta feita, Elaine e Elizabeth não entenderam que eliminar Dean seria benéfico para elas e não concordaram com o plano de Missy e Aaron. É importante perceber que as duas vêm muito bem no jogo e já haviam barrado um plano de Missy no episódio anterior. Elaine e Elizabeth são muito próximas a ela, mas isso não significa que fazem tudo o que ela manda ou sugere. Assim, em dois episódios seguidos, as duas vetaram os planos de Missy de eliminar Tom e Dean por serem próximas a eles. Dessa forma, elas conseguem se manter numa posição de poder boa, já que têm maior influência sobre esses participantes.
Apesar de não ter estado na ilha dos ídolos para ouvir as lições de Rob à Noura, Missy soube ser persuasiva de forma racional como ele exemplificou para a louca falando sobre como salvou Amber da eliminação em All-Stars. Quando você quer convencer alguém a fazer o que você quer, você tem que dar algo em troca. Logo, Missy queria manter Karishma e, como não conseguiria eliminar Tom ou Dean, pensou em alguém que ninguém se importaria de votar contra.
Sorte no Amor, Azar no Jogo

Acredito que isto pegou todos de surpresa. A gente tem pouquíssima noção de como são as relações na tribo e acho que ninguém esperava que Chelsea fosse alguém que as outras mulheres não faziam questão de manter. Todavia, a verdade é esta, Chelsea não estava fazendo um jogo tão bom como acreditava.
No seu confessional, Chelsea disse estar muito confiante por ter formado relações pessoais muito fortes com todos, especialmente com Dean, que a levariam longe na temporada. Infelizmente para ela, a realidade não era bem esta e ela foi eliminada, justamente, porque Elaine, Elizabeth e Tom não tinham problema nenhum em eliminá-la enquanto se opuseram a eliminar Dean.
O blindside de Chelsea, que tinha um idol e não tinha a menor ideia de que poderia ser alvo neste momento, na minha opinião, diz mais sobre o alto nível do jogo do que sobre a sua falta de percepção de que tinha que usar o idol. Não tenho certeza, mas acredito que desde Micronesia não tínhamos dois eliminados seguidos que saíram com idols no bolso. Muito diferente do que aconteceu na décima sexta temporada, acredito que aqui Vince e Chelsea foram muito bem enganados e não tinham muito como saber o que estava para acontecer. Survivor chegou num nível altíssimo de jogo em que literalmente todos podem sair a qualquer momento e neste contexto fica muito mais difícil usar o idol no momento certo.
É engraçado, mas, num jogo tão competitivo, talvez Karishma e Noura são as pessoas que podem ficar mais relaxadas porque, diferentemente de todos os outros, não são alvos e não representam grande ameaça. É curioso, mas chegamos num ponto da evolução do reality que talvez fazer um jogo bem merda e atrapalhado possa ser uma ótima estratégia para, pelo menos, ir mais longe.
Vi muitos fãs brasileiros revoltados com Missy pela eliminação de Chelsea. Em primeiro lugar, isto nem me surpreende, mas é curioso que Chelsea tenha fãs já que a sua edição foi bem genérica e não sabemos praticamente nada sobre ela ou sobre a sua personalidade. Em segundo lugar, ficou claro no episódio que Missy na verdade queria a eliminação de Dean e foi Elaine e Elizabeth quem mudaram os rumos do jogo.
Por fim, é preciso também ter em mente que não sabemos muito da real dinâmica da tribo e quais são as relações entre cada um dos membros. A edição nos dá breves dicas, mas não chega a ser precisa quanto à realidade. Logo, a aliança feminina claramente não era tão forte como a edição fez parecer e nem dá para dizer muito se a decisão foi correta ou não, uma vez que não temos noção de quem é mais próximo de quem. Muitos, gritam que foi burrice por parte delas eliminar Chelsea, mas não têm embasamento nenhum para cravar que elas tinham motivos para confiar em nela.
Chelsea era uma participante interessante. Fez fogo para a sua tribo e encontrou um idol, mas eu já desconfiava que ela não teria muito sucesso, visto que, por mais que ela tenha aparecido bem nos episódios, sempre foi de uma forma bastante genérica. Chelsea é uma grande fã do programa que ficou devastada com a eliminação, o que nos faz sentir por ela, mas nós também adoramos um blindside e temos que reconhecer que foi este foi excelente. O momento em que ela disse que destruir o sonho dos outros é divertido me lembrou muito do blindside em Kat em One World.
Por mais que estivesse ciente de que um Showmance só arruína o jogo de quem se aventura, Chelsea não percebeu que a sua aproximação com Dean já era o suficiente para tal. Numa temporada com jogadores tão bons, uma dupla envolvida com algo mais ou não já é um grande motivo para eliminar alguém. Acho que o showmance foi mais um modo de convencer os outros a aderirem o plano do que algo que incomoda. Na real, o simples fato de haver um par muito unido já é motivo suficiente para fazer algo a respeito.
Na internet, houve muitas discussões sobre a mulher sempre ser a eliminada por fazer casal e não o homem. Não sei se esta discussão faz algum sentido neste momento, já que Aaron e Missy, que começaram o motim contra o casal, buscavam a eliminação de Dean e não de Chelsea. Portanto, o casal foi um bom gatilho para que seu nome fosse jogado na roda, mas, no final, a fragilidade da lealdade dos demais participantes com ela foi o que, de faro, pesou, para a sua queda.
The Idols and The Crazy

A trama envolvendo a missão de Noura de convencer a sua tribo a escolhê-la como quem ia dar os comandos no challenge foi simplesmente impagável. O ponto alto de um grandioso episódio e um clássico instantâneo. Noura é praticamente a definição da palavra entretenimento e, assim que se voluntariou para ir à Island of The Idols, eu tive certeza que teríamos um episódio icônico.
Antes de falar da visita de Noura em si, é necessário bater palmas para os editores que estão fazendo um trabalho brilhante, sintetizando muitos acontecimentos em pouquíssimo tempo. A ilha dos ídolos continua a tomar bastante tempo dos episódios, mas, na medida do possível, os editores estão conseguindo apresentar uma narrativa coesa, dinâmica e equilibrada.
A cena da Vokai tendo que decidir quem iria para ilha intercalada com ágeis confessionais foi brilhante em termos de edição. Palmas também para ótimas sacadas de edição como os pássaros voando diante da reação exagerada de Noura ou os flashbacks pontuando muito bem os ensinamentos de Sandra e Boston Rob. Um ótimo trabalho realmente.
Nesta cena, inclusive, fica claro que Noura é a única má jogadora da sua tribo, enquanto todos os outros estão muito cientes de que ir para Island of The Idols colocaria um alvo gigante em suas costas. Como Noura não é levada a sério por ninguém, no seu caso ir para a ilha nem deve mudar muita coisa, além do voto que perdeu.
Não está muito claro se estas regras de “perder o voto no próximo Tribal Council” ou “idol válido para os próximos 3 Tribal Councils” conta apenas os TCs que o participante em questão de fato ir ou se a contagem é no geral. Em Edge of Extinction, a vantagem de Ron perdeu a validade sem ele sequer pisar no Tribal Council. No caso de Kellee e Vince, Rob disse que seria nos “seus” próximos Tribal Council, o que indica uma contagem de TCs em que eles estiverem. Contudo, para Noura, Rob disse que ela não poderá votar no próximo Tribal Council, me deixando completamente perdido quanto a isso.
A interação de Noura com os ídolos foi fantástica pelo seu jeito louco e espontâneo, que não sabe muito bem ouvir e muito menos pensar a respeito do que ouviu para depois reagir. Noura é impulsiva e reage de forma muito automática sem parar para pensar nas consequências. Rob disse que ela é perceptiva, o que parece verdade uma vez que ela identificou Molly, Jamal e Jack rapidamente como um trio que precisava ser quebrado, mas reiterou dizendo que não sabe se sua percepção é realidade ou fantasia. Neste quesito, acredito que o grande problema de Noura é a falta de auto conhecimento e, especialmente, noção do que os outros pensam sobre ela.
Se tem alguém que precisava de umas dicas, este alguém é Noura, mas tudo indica que ela não é muito capaz de ouvir. Noura parece uma pessoa extremamente ansiosa e por isso acaba atropelando tudo.

A sua mentira para a tribo até foi bem sacada, mas executada de uma maneira divertidamente terrível por não ter sido lapidada com calma. No fim, a twist apresentada por ela aos demais não fez o menor sentido e todos perceberam na hora que se tratava de uma mentira completamente maluca. Este plot foi tão bom que já o comparo com a trama de Angelina em busca de uma jaqueta em David Vs. Goliath. Entrou para o Hall da fama dos momentos mais divertidos de todos os tempos.
A coisa só melhorou quando a tribo resolveu treinar Noura na posição de quem comandaria a tribo vendada, rendendo momentos hilários que poucas comédias no ar entregam ultimamente. Por mais que Noura tenha cagado feio e perdido o voto, uma vez que foi escolhida pela sua tribo para ficar de fora do desafio (risos), ficou muito claro de que a vantagem de saber qual seria o challenge pesou demais no seu resultado. A Vokai venceu este challenge por ter tido tempo de se organizar antes dele acontecer, o que é visível principalmente nos primeiros minutos da prova.
Espero muito que o voto de Noura, caso o seu “no vote” prevaleça na Swap, não faça falta, porque ela é simplesmente maravilhosa demais e não pode ser eliminada. Noura não é o tipo de participante que está na temporada para ganhar, mas pode destruir o jogo de muita gente, enquanto me diverte no processo. Noura, Missy e Kellee seria um F3 dos sonhos para mim. Fico imaginando ela enfrentando o júri e já gargalho só de pensar.
Por fim, Plan Z foi um episódio excelente e a temporada, que já começou ótima desde a premiere, vai decolando ainda mais conforme a gente vai conhecendo melhor os personagens. Estou bem otimista para os próximos episódios e, diante de tudo que expus nesta review, chego à conclusão que tudo caminha para um jogo muito agressivo e individual.
Com este nível tão elevado dos participantes, duvido que uma tribo simplesmente Pagong a outra. Temos o cenário perfeito para que seja uma temporada marcada pelos Voting Blocks, com jogadas ousadas em praticamente todo episódio. Além disso, já dá para dizer que a twist da Island of The Idols é um sucesso de crítica e público. Sandra e Boston Rob são demais e as missões propostas até aqui renderam grandes momentos. O melhor mesmo é ter Sandra comentando os Tribal Councils, por mim ela ficava fixa na função de comentarista para sempre.
Ranking Após “Plan Z”:
1- Tommy. Está folgado na liderança. Muito inteligente e consciente do que deve fazer.
2- Elizabeth. Ao lado de Elaine, foi determinante nas últimas duas eliminações da sua tribo. Um jogo muito sólido. Elizabeth é bastante simpática, o que me faz acreditar que ficará bem na Swap.
3- Missy. Provavelmente, é o grande destaque estrategicamente até aqui, mas cai um pouquinho no ranking por estar jogando demais num estágio muito inicial. Pode virar alvo a qualquer momento. Acho que o desabafo que ela fez no Tribal Council foi mais no sentido de “me ajuda a te ajudar, amiga. Estou fazendo de tudo para te manter no jogo. Ajuda aí”, mas não sei se Karishma tem maturidade para entender o recado da forma correta.
4- Elaine. Vem tomando as decisões em todos os Tribal Councils da sua tribo e vem sendo esperta ao manter pessoas com quem tem uma boa relação. Claramente, é quem mais ganha com as não eliminações de Tom e Dean.
5- Kellee. Amo esta japa. Estou com a impressão de que a produção vem proibindo os visitantes da Island of The Idols de revelar o segredo da temporada. Assim, a sua mentira pode ter vida longa.
6- Jason. Neste momento, acho que Tommy, Missy, Jason, Elizabeth e Kellee, nesta ordem, são os maiores candidatos ao prêmio. Tem uma boa edição e pode se aproveitar muito de Noura no jogo.
7- Janet. Tem uma edição muito irregular, mas foi muito bem nesta primeira fase, o que não é nada fácil para a mulher mais velha da temporada.
8- Lauren. Lauren é maravilhosamente debochada nos confessionais. Gostaria de vê-la mais nos episódios. Muito divertida.
9- Tom. Pela sua idade e nacionalidade, Tom vem bem demais neste começo. Acredito que irá muito longe e que vai crescer ao longo da temporada.
10- Jack. Acho que superou completamente o blindside de Molly. Diferente de outras análises que você pode encontrar pela internet, não vejo muito potencial para vencer não.
11- Jamal. Encontrou um idol e poderá ter vida nova na Swap. É alguém que deve continuar a ter destaque. Acho que tem cara de quem é importante e sai num grande blindside sendo um dos primeiros membros do júri. Ele achou o idol lindo enquanto eu achei uma bosta.
12- Aaron. Acho que muito da sua ousadia em querer eliminar Dean vem do fato de que ele começou a temporada tomando um blindside. Acho que junto com Jamal é o mais próximo que temos de vilão.
13- Dean. Na minha opinião, a eliminação de Chelsea foi a melhor coisa que poderia ter acontecido a ele. O problema é que aparentemente ele não vai saber lidar muito bem com o blindside, o que pode ser um problema para ele ou para Missy.
14- Dan. É um cara inteligente. Pensando que devemos ter mais 3 eliminações até a merge, imagino que Dan, Karishima e Dean correm grandes riscos de sair nesta próxima fase.
15- Noura. Spencer diria que Noura tem zero chances de vencer e estaria completamente certo.
16- Karishma. Não vem sabendo segurar os seus sentimentos e faz o pior jogo da temporada. Diferente da maioria, eu tenho uma certa empatia por ela e acredito que deve ser muito difícil estar num jogo tão competitivo e cruel especialmente quando você vem de uma cultura diferente. Acho que Karishma tem motivos para se sentir mal, mas precisa encontrar meios de retomar a sanidade e voltar o seu foco para o jogo. No atual momento, não tem muito discernimento para ver quem está do seu lado e quem não está. A edição foca tanto nela dizendo que vai flipar que acho que muito provavelmente não vai acontecer. Podemos estar diante de mais uma Sierra Dawn Thomas ou ela é quem vai acabar sendo eliminada. É muito comum numa Swap, sair aquela pessoa que estava no bottom, principalmente, com participantes da tribo que está em menor número. Karishma parece ser inteligente e faz referências a Mindinho. Se o caos é uma escada, mulher, está na hora de você mostrar disposição para subir os seus degraus.
PS1: “O Pasteeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeelllllllllllllllllllllllllllllllllllllllll”.

PS2: Sandra sobre todos nós:

PS3: Sandra sobre Bolsonaro:

PS4: Sandra sobre JT em Game Changers:

















