
Para quem não sabe o digníssimo Sr. Ryan Murphy não satisfeito em sambar na nossa cara com os plot twists malucos e inconsistentes de Glee, resolveu criar um reality show em que ele e alguns amiguinhos se divertem trollando pobres adolescente vulneráveis. Tudo isso é claro sob o pretexto de encontrar um novo ‘talento’ para Glee. E sério pessoas: Vocês PRECISAM ver The Glee Project! Aí vão cinco motivos para você deixar essa delícia entrar na sua vida.
Os jurados mais troll da televisão:

É um elenco de dar inveja, Robert, diretor de elenco, sempre ultra simpático até quando diz que a tua apresentação foi uma droga; Nikki a produtora musical e bitch do programa, que pode a qualquer momento decidir que você é um cantor fraco e limitado (mesmo que até então ela tenha só te elogiado); Zach já começou a segunda temporada trollando os competidores cegos, quando ele explica gesticulando que a coreografia é apenas dois pra lá, dois pra cá!; E por fim a diva do programa, criador de Glee e ser mais instável da história do planeta, o Titio Ryan Murphy, como diria a Camis, que numa semana acha que você não faz o perfil da série e na seguinte resolve te implorar para continuar no programa.
Descobrir que os roteiristas de Glee não entendem o conceito de personagem:

Assim, a maioria dos adultos informados e bem esclarecidos sabe que existe uma diferença entre o personagem e o ator que o interpreta, pois em Glee isso não existe. Ator e personagem devem ter a mesma personalidade, então a ideia de TGP não é contratar um ator e sim alguém que “inspire o Ryan Murphy a ‘escrever’ um personagem”. Resumindo eles procuram um personagem e se você for eliminado é porque você é um merda sem graça que ninguém quer ver na TV.
A total falta de interesse em contratar alguém que saiba atuar:

Como eu disse a intenção não é contratar um ator, então não existe uma mísera prova no programa que teste as habilidades dos competidores nessa área. Pelo contrário, os produtores incentivam todos a serem eles mesmos em frente às câmeras. Quem viu os vencedores da edição do ano passado em Glee pode conferir o que mesmo interpretando a si próprios o trabalho deles é sofrível. O que explicaria a escalação do Finn se o Corey Monteith soubesse cantar.
Os problemas dos candidatos:

Não me levem a mal, acho super bacana essa ideia de Glee incluir a todos, aceitar as diferenças e blablabla, mas em certos momentos eles forçam tanto a barra que fica ridiculamente engraçado. Vi dois episódios dessa segunda temporada e já ouvi as mazelas dos candidatos umas 450 vezes. Fora a delicia que é quando eles não tem nenhuma barra para compartilhar e resolvem chocar a sociedade com a revelação de que curtem matemática. Aliás, eu queria deixar os meus parabéns ao Robert pelo elenco dessa temporada, inacreditável como ele encontra gente tão bizarra, incluindo a irmã gêmea (idêntica, mesmo isso sendo geneticamente impossível) do Justin Bieber.
A possibilidade de muitos vencedores:

Depois da distribuição desenfreada de prêmios da edição passada em que dois competidores ganharam e os outros dois finalistas ganharam participações menores em Glee de consolação, o Tio Murphy garante que dessa vez só vai ter um vencedor. Mas quem acredita? Do jeito que a opinião dele é volátil eu não me surpreendo com nada, aliás, estou na expectativa que seja decidido que os candidatos são todos horríveis e que ninguém vai ganhar essa joça.
Tem como não amar?





















