Supergirl 2×05: Crossfire

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É chegada a hora de rever planos e repensar o futuro em Supergirl.

Repensar o futuro é o papel de qualquer série, independente da temporada, canal ou público alvo. Sempre que uma produção começa, vários itens são analisados e um caminho é traçado. Mas nem sempre a estrada inicial é a do destino final e muita coisa pode mudar. Supergirl teve uma grande mudança em seu cerne, desde sua primeira temporada. Para ser mais exato, a série vem se adaptando continuamente as mais diversas nuances que acompanham a primeira série solo de uma super-heroína (saída de uma história em quadrinhos) em uma rede de TV aberta, desde Mulher Maravilha, em 1975. Adicione a mudança para uma nova emissora, com um público alvo bem mais novo do que o da anterior e você terá nas mãos a epítome da necessidade de repensar o futuro.

Crossfire então age como o típico episódio que pouco entrega no presente, mas muito acrescenta para o futuro. Sua principal missão é ser um capítulo leve, inocente e divertido. Centralizado na comédia e cenas dignas de um filme da sessão da tarde, toda a estrutura narrativa do capítulo escrito por Gabriel Llanas e Anna Musky-Goldwyn, gira ao redor de momentos leves e sem grande comprometimento, incluindo o time de vilões pouco expressivo. A série então usa a proposta de antagonistas humanos com armas alienígenas para ressaltar a discussão ao redor da alegoria da imigração e refugiados através de seres de outros planetas, mas tem em sua principal missão nos fazer rir, além de desenvolver alguns temas para momentos que ainda não chegaram completamente.

Começando por Mon-El, o personagem recebeu um tratamento perigoso no quinto episódio de Supergirl. Retratar o personagem como um tipo de “jogador de futebol americano”, pareando-o com Kara, é arriscado ao extremo. Como Kara é leve, o potencial para que Mon-El soe muito babaca é grande. Contudo o texto conseguiu, ao pegar emprestada a energia de Melissa Benoist e o charme de Chris Wood, fazer com que ambos os personagens tivessem suas ações justificadas. Mike, o novo estagiário, não age da maneira errada porque é um babaca, mas sim porque não possui nenhuma noção de como interagir com seres humanos. Por isso suas cenas não passam arrogância, mas sim um tipo de inocência. Some ao fato de que o aprendizado não é apenas para ele, mas também para Kara, e a dupla conseguiu ótimos momentos, como por exemplo, Mon-El recitando o número da sua “identidade” como parte de seu nome, ou Kara percebendo que ela queria fazer de Mon-El uma cópia de si mesma.

E o que mais gosto em Supergirl é sua capacidade em transformar momentos usualmente atribuídos a mulheres, para seus personagens homens. Mon-El é o melhor exemplo. Lembro que quando a série foi anunciada muitas pessoas a condenaram como uma ‘Diabo Veste Prada’, como se existisse algum demérito – o filme é maravilhoso – e ver a série lançando uma montagem em que o homem está testando várias roupas para seu primeiro dia de trabalho, é simplesmente delicioso. Obviamente Mon-El não é o típico garoto do interior, mas a criação da cena foi sim muito boa. Outro ponto que também emula o trabalho de fazer de Supergirl uma produção com um discurso feminista forte, mesmo quando está dentro das entrelinhas, foi o momento em que a heroína aparece para salvar o policial e o carrega no colo, invertendo totalmente a noção da ‘donzela em perigo’ que tanto é perpetuada. São pequenos momentos como os mencionados que demonstram como Supergirl é um tesouro para o ramo de adaptações de histórias em quadrinhos.

Supergirl --- Crossfire
Supergirl — Crossfire

O tema de repensar o futuro também se aplicou a Alex, que desde o retorno da série e introdução de Maggie estava passando por um processo lento, mas satisfatório, de transformação. A auto aceitação é um dos passos mais complicados na vida de qualquer jovem homossexual. Até chegar ao ponto de estar pronto (a) para sair do armário para o mundo, é preciso antes aceitar a si mesmo. E a mulher que sempre quis ser perfeita, finalmente percebeu que não existe verdadeira perfeição sem antes compreender o que pretende e para onde irá. Neste ponto Maggie funciona perfeitamente para alavancar a história da primogênita dos Danvers. E toda o processo de descoberta da Alex foi muito bonito. Toda a vulnerabilidade da personagem atingiu um novo plano e o roteiro fez o possível para retirar da atriz uma nova abordagem para personagem, bem menos agressiva e bem mais aberta sentimentalmente.

Simplesmente amo como Supergirl consegue alavancar suas personagens femininas sem qualquer necessidade de ter ao lado um par amoroso, mas também de perpetuar o bom trabalho até quando este existe. Neste ano a série conseguiu com sucesso afastar Kara de James, mesmo que neste episódio tenha a aproximado de Mon-El. Obviamente não podemos deixar de falar do mais novo aspirante a herói, James Olsen. É muito difícil comentar a respeito, porque existem alguns agravantes que trabalham contra o personagem.

Primeiro começamos pelo fato de que Mehcad nunca conseguiu conquistar o público da maneira que deveria. Durante toda a primeira temporada o potencial romance entre o ex fotógrafo e a última filha de Krypton foi, no mínimo, fora do eixo. A transição feita da CBS para a CW reconheceu que o par jamais conseguiria ter o impacto necessário. Logo, trataram de minar as participações do personagem, entregando para ele um trabalho complicado de substituir Cat Grant, além de requerer do ator um potencial muito grande para balancear seriedade e comédia. Contudo o grande problema é que o seu desejo de se tornar um herói surgiu, praticamente, do nada. Entendo que a relação de ajudante possa ter cansado o grandão, mas faltou um pouco mais de trabalho ali para reforçar a transformação.

Porém Crossfire mais acertou do que errou, especialmente por ter conseguido retirar ótimas interações. Semanalmente a série está trabalhando as relações entre os mais diversos personagens, com direito a Winn e Lena Luthor saindo debaixo da mesa, ou o retorno da dupla Winn e James – dando ao novo funcionário do DEO a oportunidade de retomar a veia cômica longe de um teclado. No final, o quinto episódio da segunda temporada trabalhou de forma a pontuar alguns possíveis destinos, além da alta capacidade da produção de repensar seus caminhos e se adaptar sempre que necessário. E claro que no final até a menor das “mudanças” compensa, e a vilã pouco expressiva, mas com ótima presença, já revelou uma informação capaz de fazê-la ganhar diversos pontos. Essa família Luthor…

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Easter eggs e outras informações de Crossfire!

– Talvez o time de bandidos de Supergirl tenha alguma conexão com a Intergang dos quadrinhos, mas sem nenhuma confirmação por parte do time criativo da série. Intergant é um grupo criminoso com armas extraterrestres e baseado em Metrópolis, cidade do Superman.

– No passado Superman também já precisou usar sua visão de calor para aparar a própria barba.

– A avenida Bridwell é uma referência a E. Nelson Bridwell, escritor da DC Comics e que já trabalhou em Adventure Comics, The Superman Family, entre outros.

– Existem poucas informações a respeito da mãe de Lex e Lena Luthor nos quadrinhos. A mais comum é a de que ela morreu muito antes do filho assumir o manto de grande vilão do planeta. Em Smallville a personagem foi interpretada pela atriz Alisen Down, no episódio Memoria. Na nona arte o nome dela é Letitia.

  • Ronaldo

    Nesse episódio eu consegui ver um clima entre Lena e a Kara mas ainda quero que ela tenha alguma coisa com o Moon El até porque é a CW né!

    • Yara Regina

      Rapaz, essa Lena, vou te contar, até eu já teria me jogado nos braços dela, a mulher exala sedução… hahaha Mas acho que Kara e Lena serão as novas SwanQueen da vida, kkkkkk. Ainda fico com Kara e Mon El!

    • Gabi Xavier

      Eu não sei se é intencional ou não, mas a todo momento a Lena aparenta estar apaixonada pela Kara. Na cena em que ela aparece no apartamento da Kara, ela tem uma leve crise ciúmes até descobrir que a Alex é, na verdade, apenas a irmã.
      E esse lance da sedução é restrito a Kara/Supergirl, porque ela ignora completamente o Mon-El, quando encontra eles no escritório.
      Apaixonada ou não, estou muito interessada nesse arco das duas.

    • Gabriel

      Considerando Barry e Iris namorando na série do Flash mesmo após tendo sido criados como irmãos não me surpreenderia se colocassem a Alex e Kara tendo um relacionamento amoroso.

  • Andréia Viana

    Acho que fica bem difícil para um ator “conquistar” o público, quando há exigências demais, assim que a série começou, reclamaram do James ser negro (não estou dizendo que tudo é racismo, mas já vi esse tipo de comentário no fandom de Supergirl), depois reclamaram dele não querer ser chamado de Jimmy, implicaram com o romance dele com a Kara, pq a queriam com o Winn, agora com o Mon-El, aliado ao fato de na CBS ele ter sido reduzido apenas a interesse amoroso, com raras cenas como fotógrafo, são grandes falhas do roteiro, que detonaram um bocado a imagem do personagem. Sobre o término do romance James/Kara, foi a coisa mais mal feita que já vi, ela era apaixonada por ele por toda a 1ª temporada e 24h depois, ela só o quer como amigo, e agora é posto como se eles nunca tivessem tido nada, não tiveram um encontro, nem namoraram por 2 episódios pelo menos, pra dizer que não deu certo, quer finalizar o casal pq não colou com a audiência? faça, mas faça com coerência, pq ficou muito esquisito.

    • Maysa

      Super concordo com vc, nem gostava da Kara e do James juntos, mas o termino foi muito mal feito, totalmente sem sentido. E tbm acho que devemos dar uma chance pra ele, foi realmente reduzido a interesse amoroso, foi tratado mal pelo roteiro, e mesmo que eu não goste dessa coisa de ajudantes querendo ser herói, pode ser que ajude o personagem a crescer.

  • Yara Regina

    Ótimo episódio! Mon El e Kara impagavéis e sim, queria ver Mon El em um clube de strip… hehehe
    Sobre o James o que eu posso falar, na vdd é o que eu torço, que esse plot dele é para o matarem de maneira digna, como um herói, pq sinceramente, por mim ele já teria sumido da série!
    Lembro que em Smallville o nome da senhora Luthor era Lilian, nunca imaginei que fosse Letitia..
    Lena Luthor, QUE MULHER!
    Senti falta do meu marciano favorito no episódio… 🙁
    Alex e Maggie se beijem logo por favor!
    Ótima review man…

  • Sthefani Cordeiro

    Esse episódio foi o mais fraco entre os apresentados, na minha opinião. Mas como vc bem disse ele mais acertou do que errou. Estou gostando muito da condução que estão dando à Alex. Definitivamente, ela deixou de ser a “protetora” da Kara e passou a viver sua própria história. A descoberta da sua homossexualidade está sendo trabalhado de maneira precisa e tem me agradado muito. E claro, amo como o discurso feminista da série está sempre presente mas sem parecer algo forçado. Adorei a sua review como sempre rsrsrs

  • Gabi Xavier

    Eu tô adorando a série, exceto o James. É um problema do ator, que é fraco e não consegue ser sério, e dos roteiristas, que não souberam e ainda não sabem escrever um arco digno.

    Para mim a Chyler Leigh (Alex) roubou a cena nesse episódio. Que interpretação maravilhosa dessa mulher! As pausas, as microexpressões e a voz engasgada na cena em que ela saiu do armário deram veracidade e emoção para aquele momento, como poucas séries comseguiram. Eu realmente tô gostando muito dessa autodescoberta da personagem e espero que eles continuem explorando e dando novas camadas a Alex, e trabalhem cada vez mais a sua relação com a Kara (para além do trabalho de Supergirl).

    Ps. Será que CW está procurando se redimir com o público gay depois da repercussão muito negativa de The 100? Eu acredito que sim.

    • Gabriel

      Não vejo motivos para se redimirem. Mesmo achando que a morte de Lexa teria sido melhor se ocorresse a mando de Azgeda ela ainda foi bem feita e importante para o desenvolvimento do resto da temporada. Sem falar óbvia. Desde a sua traição era apenas questão de tempo ainda mais com a sua autoridade sendo questionada a todo instante e ela favorecendo Clarke em decisões políticas.

      Se fosse para se redimir por algo seria por não terem deixado claro o momento que Clarke se sente atraída pela Lexa. Até o final da última temporada parecia que estava tentando enganar a líder dos grounders para libertar o seus amigos em Mount Weather.

      • Michonne

        ai bem feita nao foi, pelo menos na minha opinião ficou mto nada a ver ela tomar um tiro aleatorio…que pelo menos se jogasse na frente da clarke estilo o guarda costas hahaha

      • Gabi Xavier

        Não é pela morte em si não, que foi bastante estúpida, mas pela má conduta (fora da série) de produtores e roteiristas com o público LGBT. Isso pegou muito mal para CW.
        Até mesmo o presidente do canal reconheceu ser preciso rever as interações das séries com os fãs nas redes sociais.

        • Michonne

          ódio do jason até hj hahahaha

    • Leonardo Ferreira

      Não tenho a menor dúvida disso, Gabi. Mas o mais provável é que surta pouco efeito…

  • carla machado

    Qual será o nome do herói de James?

    • Andréia Viana

      Ele será o Guardião.

  • Lais

    Kara e Lena juntas pra compensar o que a CW fez com Lexa e Clark em The 100 <3 kkkk

    • Leonardo Ferreira

      Não compensaria, Lais…

  • A unica coisa que estragou foi o James e essa vontade misteriosa de virar vigilante. Do nada. De resto, amei o episodio. Eu gostei do piloto de Supergirl por ser leve, simples. E este episodio conseguiu isso.

  • vinland

    Birds of pray, Não conta como uma série solo de uma super heroína? Acho que conta sim, porque a heroína destaque era a caçadora, e as outras duas eram coadjuvantes.

    • Conta não. Apesar de ser mais importante e com maior destaque, a série era sobre as três.

  • Pati Melo

    Que episódio sensacional, aquele discurso maravilhoso da Alex me emocionou demais, parecia até eu falando. Honestamente estou impressionada com o que a CW tá fazendo com essa série 5 episódios de muita qualidade não só visual, mas também de roteiro e atuações maravilhosas, de longe minha série favorita atualmente. Meu único problema é o James que nunca conseguiu me convencer nesse papel nem por um segundo e agora que a série mudou de canal e o romance entre ele e a Kara acabou(aliás é engraçado demais como ela age como se não tivesse passado uma temporada inteira apaixonada por esse cara) James parece completamente perdido na estória e transformá-lo em vigilante foi a única solução que eles encontraram para dar um plot para ele. Quero muito gostar desse novo rumo que eles estão dando para o personagem, mas não vejo nenhum carisma no ator.

  • Emmanuel Oliveira Sales

    a série parece que resolveu enterrar o maxwell lord

    • Kara Lee Danvers

      O ator é caro para a CW… se ele voltar vai ser só para uns dois episódios.

      • Mia Fernandes

        Eh… ninguém tinha falado sobre ele… parece que nunca existiu :(. E também esqueceram a irmã da Lois…

        No mais, a série está boa ^^

        • Kara Lee Danvers

          A atriz da Lucy saiu porque é cara demais para a CW, ela confirmou que não vai voltar pelo Twitter.

          • Jo

            mais cara que a Callista? dúvido, ninguem gostava dela na primeira temporada, já foi tarde

          • Kara Lee Danvers

            Alguns atores cobram mais.

          • Não faz sentido. E outra, isso é tudo especulação da sua parte, nada foi confirmado. Então…

          • Kara Lee Danvers

            É só analisar a renda da CW…

          • Mas continua sendo especulação.

          • Não tem nenhuma relação com ser cara, tanto é que a atriz esteve em Vancouver em Agosto. É mais conectado a reestruturação da série e mudança para outro país.

          • Clark Jornalista

            Ela não só esteve em Vancouver como participou de um episódio de uma outra série da CW também rodada em Vancouver, chamada No Tomorrow. Jenna não é uma atriz tão cara assim e podia fazer um ou dois episódios.

          • Kara Lee Danvers

            O problema é unir todo esse pessoal na série, sendo que Supergirl é a série mais cara por partes técnicas da CW, a canal não vai investir quase um milhão ou mais em salários, fora que tem a chyler e o David, que são divinos para o padrão da CW.
            CW paga entre 100 a 150 mil por episódio para atores mais conhecidos.

          • Kara Lee Danvers

            Claro que tem, a CW nunca investiu direito nos salários dos atores por falta de verba, Grant e Stephen ganham patéticos 25-30 mil por episódio, isso é quase um salário de coadjuvante na primeira temporada de Supergirl, a CW paga uns 100-150 mil por episódio para estrelas mais conhecidas, Supergirl teria umas duas esse ano no elenco recorrente (Peter e Jenna) fora a chyler e o David, você acha mesmo que ela ia gastar quase ou mais de um milhão em salários na Supergirl? Sendo que é a série mais cara por partes técnicas atualmente, faz sentido terem cortado eles, fora que a callista também é um luxo, mas ela não pode estar integralmente por motivos familiares. Se fosse a fossilizada WB, que pagava entre 100 a 400 mil por episódio para os atores de seus hits, aí seriam outros quinhentos.

          • Jenna era protagonista no Lifetime, você realmente acha que ela não está em Supergirl por causa de salário?

          • Kara Lee Danvers

            Eu escrevi que é quase 25 a 30 mil, pois isso é salário dos protagonistas whos que atuam nas séries da CW, não sei se os salários de Supergirl se mantiveram, até porque para protagonistas de séries originais não passam de 40 mil.

          • É isso que estou falando, que suas especulações não fazem sentido. Jenna e Peter foram modelos de atores contratados por causa da proposta da série na CBS, que precisava ter um público mais maduro e consequentemente atores mais próximos a audiência do canal. A saída deles não tem conexão com salário, talvez tenha com o desejo dos atores de não se mudar para Vancouver, mas também acho difícil, já que eles não tiveram grandes participações durante a primeira temporada, tempo em tela bem pequeno mesmo. Então é mais fácil atribuir a saída deles por causa da proposta de rejuvenescer a série para a CW do que por causa do salário – afinal, neste mundo que vivemos, Calista Flockhart vale muito mais do que Jenna Dewan Tatum e Peter Faccineli juntos e ela não topou por causa da mudança de país. Dava muito bem para ter dividido o salário dela em dois, né?

          • Kara Lee Danvers

            Não sabemos se ela realmente saiu por causa disso, apesar de fazer sentido o fator familiar.

          • O presidente da CW disse que estava disposto a ter a Calista na série, caso ela quisesse.

      • Não tem nenhuma relação com ser caro para a CW, Peter Facinelli e Jenna Dewan Tatum não estão na segunda temporada devido a nova abordagem da série na CW, assim como a mudança para Vancouver.

    • Maxwell Lord era parte da “pegada” da CBS. Com a mudança de “ares” algumas coisas ficaram de lado mesmo.

  • Marcelo

    Tô gostando até aqui da temporada mesmo sentindo muito a falta da Cat, agora o James dando um de super herói, vergonha aleia.

    • Fábio Santos

      Pior ele falando que tinha faixa preta. Kkkkkkk

      • Marcelo

        Vontade de morrer nessa cena apenas. kkkk

  • Marcos Bastos

    Adorando muito a segunda temporada!
    Melhor parte: “não precisa falar o numero do seu cpf” “então pra que serve a identidade falsa?” “vc quer dizer a verdadeira?” Hahahah

    Amando a relação entre Alex e Maggie, Chris Wood maravilhoso como sempre, e claro, continuo sentindo falta da Cat, mas fazer o que né…
    Supergirl subiu muito no meu conceito, e tá empatada com Flash como a melhor série do Arrowverso

  • Maria José Tagarro

    Tô adorando essa segunda temporada está muito superior à primeira.
    James Olsen de herói é a maior forçada de barra de todos os tempos. Deixasse o inutil só no cargo da Cat já que não podemos ter a diva na série.
    Já disse que adoro o Mon-El? Adoro. To gostando dessa parceria com Kara, dela tentar ser a mentora dele. Ele não é babaca, ele é só sem noção, tadinho. hahahaha!!
    Nunca confie num Luthor.