Chicago Med 2×04: Brother’s Keepe

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Gosto amargo de não ter feito mais.

Apesar de ter sido o episódio mais fraco até o momento da temporada, dos três casos paralelos o único que merecia ter sido um grande destaque foi o caso que Reese e Dr. Charles pegaram. Não desconsiderando os outros dois casos e suas importâncias, mas ouso dizer que desperdiçaram uma boa história que poderia vir a ser um crossover entre PD e Justice, quem sabe. Bom deixando minhas divagações de lado, vamos ao episódio.

Sarah segue sendo o destaque da série para mim, mesmo com toda a mudança sofrida no final da primeira e o início da segunda temporada, ela ainda é para mim a personagem mais interessante e eu fico ansiosa para vê-la desabrochar ainda mais dentro da série. O perfeccionismo da personagem é um catalisador para que ela possa fazer o que for possível para ajudar os pacientes. Sarah tem um grande coração e isso é o que me faz ter empatia pela personagem. Acho engraçado que ela sempre começa os casos pisando em ovos e no desenrolar ela puxa a responsabilidade para si e ainda que em alguns momentos ela se atrapalhe e meta os pés pelas mãos, ela não desiste.

No caso da semana por mais que quisesse ajudar Danny, o caso era muito mais complexo. Como eu disse lá em cima, é um bom caso e que merece um retorno durante a temporada, afinal é um tema atual que eu nunca vi sendo tratado (sorry se já tiver aparecido pelas outras séries da vida) e como a série tem se proposto a trazer toda semana um caso atual seria interessante ver PD e Justice envolvidos no caso.

Outra personagem que vem ganhando destaque e eu estou amando é a Maggie, apesar de terem sido dois episódios duros para a personagem eu estou gostando de estarem nos mostrando algumas camadas dela. Tivemos a introdução de Robyn, a filha mais velha de Dr. Charles e já estou ansiosa para o saber como irão desenvolver a relação dos dois já que ela evita o pai. Dr. Latham ainda permanece no roll dos personagens limbo, não sei se gosto porque ele tem um jeito peculiar ou se desgosto por ele ver as coisas muito preto no branco.

PS1: os roteiristas já começaram a cagar os relacionamentos de Natalie e Will hahaha porque eu não estou surpresa?

PS2: amei a cena da equipe médica tocando no telhado.

Observações do Aurelio:

O melhor momento do episódio foi a apresentação de Robyn Charles, filha do primeiro casamento do dr. Charles. Gosto da ideia de vermos o desenvolvimento de um enredo envolvendo o passado do psiquiatra, bem como a sua tentativa de reconquistar a sua filha. Apesar de uma história similar já ter sido desenvolvida em Grey’s Anatomy, acho que Oliver Platt pode brilhar em uma trama mais pessoal.

Fico preocupado com a maneira como os roteiristas estão tratando os relacionamentos de Will e Nat. Não passou um episódio e já vemos a tensão entre os dois sendo retomada de forma indireta. Eu acho que isso foi um erro, deveriam dar uma chance para os relacionamentos com Nina e Jeff.

Will vai ter uma dor de cabeça no próximo episódio, se liga na promo de “Extreme Measures”:

  • ENELIR

    Acho que o autor só quis deixar claro que o relacionamento Nat e Will existe e só não está acontecendo por medo dos dois.Sinto muito por Nina que parece bacana,já o Jeff não simpatizo com ele,parece que está escondendo algo o tempo todo.

    • Aurelio

      Uma pena que você não gosta do Jeff, Elenir. Eu curto o personagem desde a sua passagem por Chicago Fire. Confesso que preferia que ele tivesse ficado por lá, mas já que não deu certo, eu fico feliz que ele está em Med.

  • Luana

    Não entendi a lógica do Dr. Charles… eles tem um possível caso de tráfico e exploração sexual e não podem envolver a polícia sem o paciente solicitar. Não entendi o porquê… espero que eles retornem pois achei a história bem produzida porém não souberam como ecerrar o assunto…