Como matar uma Mandrágora com estilo.
When a Madragora Loves a Woman me deixou com sentimentos mistos. Gostei de várias partes do episódio, mas, ao mesmo tempo, não curti tantas outras.
O primeiro ponto que criticarei é a completa irracionalidade de Joanna ao cogitar utilizar o veneno da Mandrágora na Ingrid, sem pensar nos ”E se…”, mesmo que isso significasse a morte de sua filha. Eu entendo que situações desesperadas necessitam de medidas desesperadas, mas, conhecendo a Joanna como nós conhecemos, aquela mãezona que chora quando a filha vai passar alguns dias em Santo Domingo, considerei extremamente estranha aquela cena. E, para acrescentar, na hora do ”vamo ver”, Joanna não queria injetar o veneno no cérebro de seu ”bebê”. WTH?!
Achei muito desrespeitoso com Victor que ninguém dessa família está sofrendo por ele, uma vez que o coitado nem enterro teve. No máximo, vimos Freya bravinha com Frederick, em um momento deslocado do episódio, que deveria ter sido mostrado no episódio Boogie Knights. Aliás, eu gosto demais dos momentos desses gêmeos. Queria até ver mais dessa relação e o que os dois podem alcançar juntos.
Finalmente, estamos vendo as habilidades de Killian ou qualquer outra cena que não envolva Eva. Não aguento mais, honestamente, vê-lo com ela, sério, dá vontade de pular os minutos no meu computador. É claro que, a Bianca Lawson trabalha bem demais, porém cansei dessa estória já, ainda mais porque não compreendi o motivo dessa coruja estar enganando Killian, ou o porquê um filho seria tão importante assim.
É óbvio que os roteiristas não tinham matado Dash, mas não entendi, de verdade, como ele, Joanna e Alex não morreram e apenas tiveram consequências reversíveis, enquanto o pobre Hudson morreu sem esperança. A não ser que tenha a ver com o símbolo do Rei no peito das vítimas. Não sei vocês, mas realmente não gostei disso, achei mal explicado. (PS: Caso alguém tenha entendido, por favor, me explique). Voltando a falar do Dash, meu que que foi aquele Dash dark and twisted? Achei sensacional a cena! Toda a propaganda de que Dash seria mais dark esta temporada valeu a pena com os poucos minutos de sua fúria contra o mundo e, principalmente, com a Freya.
Fui a única ou vocês também já sabiam que haveria uma lavagem de roupa suja entre Alex e Joanna? O clima lésbico na biblioteca tava imenso! Juro que eu estava considerando acontecer uma reconciliação e um daqueles beijos que só a televisão americana sabe fazer, mas, tudo bem, o beijo aconteceu, só não foi na biblioteca. Espero muito que Alex volte e que esse relacionamento seja mais explorado, porque ela, claramente, ainda está apaixonada e, considerando que estamos no século das liberdades, adoraria ver como seria a relação dessas witches.
Momento TOP: Fantástica a contradição de Frederick neste episódio. Ele busca aceitação no episódio inteiro, prova a todos que é do bem e, no fim, percebemos que há algo sim de errado e que, talvez, ainda haja maldade dentro dele ou que ele ainda é controlado pelo avô! Adorei! Quero muito ver o que vai acontecer. Christian Cooke, por favor, não saia do seriado!
P.S.1: As cenas mais fofinhas foram as de Joanna com Ingrid. A preocupação dessa mulher com as filhas me deixa emocionada. E ah! Não poderia esquecer quando Frederick acalmou a irmã. Que lindo! Imagino que todas as meninas deveriam estar pensando como elas queriam um irmão daquele! rs
P.S.2: Não queria que Hudson tivesse morrido. Tadinho!
P.S.3: Que abraço foi aquele entre Dash e Ingrid? Momentos de crise e eles ali, compartilhando suas feridas um com o outro. rs















