A nova forma de disciplinar.

Kimmy tem que focar em si mesma, mas como sempre ela quase nunca se atenta ao quanto gasta com outras pessoas. Enquanto outros como Tituss só conseguem pensar na felicidade que sentem, até que Lilian faz um comentário que acaba com esse novo humor adquirido. Buckley e Ms. White passam um tempo de qualidade juntos, ou não.

I’m like a female Mr. Mom

– Ms. White

O supletivo de Kimmy é um marco muito importante depois que ela passou aquele tempo todo no bunker, porém Dong também é alguém importante na vida pós-bunker dela. Mesmo com Tituss cantando em advertência sobre isso e Lilian confirmando que não é uma boa ideia ela se envolver com ele, logicamente ela continua querendo ajudar.

Dong é um dos personagens que mais complicam as coisas para Kimmy, seu primeiro amor é complexo demais para ela esquecer ou se afastar e com ele precisando de ajuda obviamente ela ia se voluntariar. A trama não foi das mais legais da série e foi de longe a menos interessante do episódio. As vezes ela tende a se empolgar demais e tentar consertar o que outra pessoa precisa fazer, o caso de Dong foi exatamente esse. Além de que ela ter falhado no teste dela por isso, foi um plot meio sem graça.

Jacqueline e seus problemas da elite são engraçadíssimos, com a “pobreza” iminente e sem contar com Kimmy 24/7, ela não conseguiria lidar com o filho que mal conhece. A piada sobre disciplinar o Buckley foi ótima, o medicamento foi uma sacada genial e uma crítica ao uso de fármacos sem necessidade. O efeito do Dyziplen foi o hilário, a sequência mais divertida, sem dúvida, de todo o episódio.

Lilian e Tituss tiveram uma trama legal, mas se resumiu muito em um aspecto da vida dele. As canções sem motivo foram muito aleatórias, no entanto encaixaram na personalidade de Tituss e na loucura de Lilian. O sofrimento dele por antecedência foi clássico, o medo de perder as coisas que são boas e melhoram a vida é bem presente, com Tituss é ainda mais por ele ser inseguro e se sentir malsucedido.

Dyziplen ate my joy

– Ms. White

Os desfechos foram bons, mas o episódio foi o que menos empolgou até o momento e apesar de terem trabalhado bem os personagens e dividido adequadamente o tempo de tela, apenas o plot de Buckley e Jacqueline empolgou. Mesmo assim a série continua firme, coerente e divertida, é uma surpresa agradável eles terem conseguido manter a qualidade depois do ótimo primeiro ano que fizeram.

Into the Bunker 1: o Dyziplen foi a melhor crítica e a mais engraçada que a série já fez. Os efeitos do remédio como um estabilizador de humor foram maravilhosamente satirizados.

Into the Bunker 2: qualquer plot que envolva o Dong falta humor.

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