Dor na garganta, coração acelerado, aflição… UFA! The Last Ship essa semana foi de tirar o fôlego.
Para quem não acompanha a série acharia que o termo ‘de tirar o fôlego’ seria causado por um episódio recheado de ação e reviravoltas, porém, ao contrário disso, Trials foi um episódio cujo não saiu do laboratório em quarentena da Dra. Scott. Como o foco foi o teste da vacina recém-criada da virologista em seres humanos, as tensões foram altas durante todo o episódio. Posso dizer que fiquei tenso principalmente ao ver que Tex e Jeter seriam voluntários no teste. The Six, como diria Chandler. Seria um tiro no próprio pé a série matar os dois personagens. Quanto a Maya, não foi surpresa sua morte (nem lamentada). Assim como Jeter, Tex também fez especificamente um bom trabalho em manter o espírito da tripulação, e suas cenas com a Dra. Scott e Foster foram fortes. Tex perde a vida, mas não perde a piada.
Como de costume, conhecer outros assuntos, especialmente Miller e a engenheira-chefe Garnett, foi uma boa, considerando quantas vezes eles são vistos na série. Da mesma forma, fiquei contente em ver Quincy voltando a trabalhar ao lado da Dra. Scott. Ainda acho que ele é carta branca, pelo simples fato da sua família estar a bordo do Nathan James. Por outro lado, cenas como as de Green pensando em Foster são um dos fatores que faz o futuro de The Last Ship ser duvidoso, mesmo que a segunda temporada já tenha sido confirmada, mas as cenas não representaram absolutamente nada ao episódio. Quanto a gravidez de Foster… puts produção.
Chegou um momento do episódio que eu praticamente perdi as esperanças, e para o meu desespero vi Tex Nolan morrendo. Na verdade fiquei ‘desconcertado’ quando eu vi supostas lágrimas de desespero nos olhos de Mike. Pela primeira vez The Last Ship me pegou de surpresa, ao fazer a Dra. Scott reverter a situação. Devemos tudo a Bertrise, que ofereceu seu plasma para ajudar de qualquer forma a doutora.
Em termos de puro drama, Trials foi, provavelmente, o mais intenso que tivemos. A tensão elevada no penúltimo episódio de The Last Ship, e os resultados de testes em humanos da Dra. Scott provou ser muito emocionante, apesar da falta de ação de Trials. Enquanto o ritmo abrandou um pouco no meio, foi interessante para aprender mais sobre alguns dos menos conhecidos personagens da série. Com uma cura real agora em existência, fico curioso para ver como isso afetará a série na segunda temporada. A aparição da família de Chandler foi a cereja do bolo para o que está vindo pela frente, assim como a possibilidade da próxima temporada se passar em sua maior parte em terra firme, algo que eu amaria que acontecesse, apesar do título da série pesar nessa decisão.
Considerações finais
– Ao ver o corpo de Cossetti sendo jogado ao mar – claro, não havia outro lugar para jogar – lembrei-me de Abu Nazir em Homeland.
– Tex procurando por Copacabana. Que bom que ele ama o Brasil (espero que seja de nossa Copacabana que ele esteja falando).
– Tirando Tex e Jeter, torci para os outros quatro morrerem.
– O que eles chamaram de ‘Olympia’ me fez lembrar que todo cenário pós-apocalíptico tem que ter uma espécie de ‘fortaleza da salvação’. Caso isso se ocorre aqui no Brasil, teríamos o Templo de Salomão como a salvação.
– O abraço de Chandler na Dra. Scott foi sensacional.















