Esse foi um bom episódio de IT Crowd. Nada mais nada menos que isto.

Spoilers Abaixo!

Tenho que começar esta review dizendo o óbvio: Moss e Douglas são de longe os melhores personagens da série. Simplesmente não me agüento ao ver as caras e bocas que Moss faz durante o episódio. Além, é claro, do quão insano (e divertido) Douglas se torna a cada nova semana, sempre se envolvendo em situações hilárias.

A história de Roy  não foi tão engraçada. O massagista tê-lo beijado foi realmente um tanto quanto inesperado, mas o desenrolar dos fatos, com exceção dos momentos em que Moss estava diretamente envolvido, deixaram a desejar quanto ao elemento principal da série: comédia.

Douglas novamente mostra ser muito mais que um mero coadjuvante da série. Ele é estupidamente hilário. Todas as cenas em que ele aparece, eu sou automaticamente compelido a soltar no mínimo um sorriso de canto de boca. A crítica da série a tal da Espaçologia, que não passa de outro nome para um tipo de crença que ganhou reforço no mundo desde a publicação do livro O Segredo, da autora Rhonda Byrne. Assim como a pseudo-ciência da série, ela também afirma que se você tiver pensamentos positivos e desejar muito algo, o Universo conspirará para que seus sonhos tornem-se realidade. Bem, cada um é livre para crer no que quiser. Eu, particularmente, acho pura bobagem. Mas a crítica ácida tão bem nos dada por Douglas foi extremamente feliz. E ele ter terminado com a mão robótica foi ótimo.

Novamente, Jen ficou com, a meu ver, a pior história dentre o grupo (de novo). Eu não sei se os roteiristas da série simplesmente estão sem idéias para desenvolver em cima da sua personagem ou ela está sendo posta de lado para permitir que os outros tenho o espaço de tempo necessário para suas histórias serem conduzidas da forma desejada. De um jeito ou de outro, não me convenceu em nenhum momento ela ter ficado com aquele geek que parecia ter algum problema mental. Nem achei graça das cenas em que Jen relembra os “bons momentos” dos dois. Claro que por ser tão superficial, o fato de ele pertencer à banda sem dúvida foi o fator predominante, mas logo aquele cara? Não. Forçaram demais a barra com esta história.

Resumindo: um bom episódio. Morno, na verdade, com alguns poucos momentos brilhantes. Para mim, superior um pouco ao da semana passada, mas ainda distante do nível desta premiere. Veremos o que nos aguarda na semana que vem.

P.S: Mais alguém daqui está sentindo falta do Richmond, o gótico que morra no setor de IT? Eu não lembro o que houve com seu personagem, mas ele era muita comédia. Sentindo muita falta de sua presença nesta temporada. Quem sabe ele aparecerá mais adiante. Tomare.

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