
“Filho, você tem que montar em alguns carangos, antes de pilotar uma Ferrari”; foi o conselho do pai de RJ sobre a arte de pegar garotas. E não é que eu e o filho dele acabamos concordando com o homem.
Spoilers Abaixo!
Não sei vocês, mas gostei da mudança de foco da série. Saímos de Jenny, a garota que é unanimidade em beleza (o que indivíduos de ambos os sexos concordam), e conhecemos Claire Sengupta, a nova vizinha de RJ e novo interesse romântico.
Assim como RJ, também gostei da garota: ela é nerd, inteligente, refinada, conservadora, tem um sotaque britânico lindo e que “prefere um Xbox a uma caixa de jóias” (me conquistou definitivamente com esta). Sem dúvida, Claire tem muito mais a ver com ele do que Jenny. Além de eles curtirem as mesmas coisas, ambos possuem a consciência do mesmo tamanho, se é que me entendem.
Este também foi mais um episódio sem que RJ conseguir chegar aos “finalmentes” com uma garota, mas serviu para acrescentar mais uma personagem a trama, que poderá eventualmente torna-se importantíssima mais adiante.
Não me assustaria se RJ terminar a série namorando Claire ou outra garota abaixo do nível de Jenny. Assim como a mãe dele acabou se casando com o “carango” dela, ele também pode completar-se sentimentalmente e fisicamente com uma garota como a Claire (“que é uma dessas indianas pegáveis”).
Falando na mãe de RJ, que diabos foi aquilo no carro? Desconfio seriamente que aquela mulher é uma ninfomaníaca. Um verdadeiro show de vergonha alheia é a mãe do nosso nerd, seja com um carro ou com uma máquina de lavar.
Novamente tenho que frisar as participações marcantes de Lily e Miles. A baixinha já vinha dando espetáculo com suas frases e insinuações há algum tempo, mas a história da bandeira e a as iniciais nos cabelos “dos países baixos” foram o supra-sumo pra mim. E Miles que deu mais uma amostra da sua capacidade de fazer dublagens risíveis e continuar praticando as mesmas loucuras de sempre.
Sobre o Clube de Castidade, tenho que dizer que não pus muita fé na história contada por Miles, e quando RJ estava lá já pressentia a “furada” em que ele havia se metido. Felizmente, ocorreu o que o gordo havia dito, mas na “hora H” RJ caiu fora, novamente graças aquela maldita consciência que ele possui.
O tema castidade na adolescência é bem comum lá pelos EUA, tendo sido tratado em outras séries recentemente. Particularmente achei um tanto ofensivo tratar o Clube de Castidade do colégio como um reduto de vadias em pele de santinhas, mas a série é uma comédia, não um tratado de sociologia. Justamente por isso abri o mesmo sorriso safado de RJ na hora que as garotas começaram a passar os batons coloridos.
Falta realmente saber até onde irá essa história de RJ e Claire. Por mim, ela pode se estender até o fim da temporada, já que, suponho, seríamos agraciados com várias tentativas de Lily para romper este relacionamento, além de sabermos como Jenny reagirá ao ver RJ com outra.
E vocês, gostaram do episódio? Acham que RJ fez o certo? Preferem ver RJ com Claire ou Jenny? Comentem e participem. Até a semana que vem.










