O império contra-ataca.
A fase tribal de Winners At War teve como principal característica o grande derrubamento de sangue dos participantes mais antigos e também dos grandes nomes. As eliminações de Tyson, Rob, Parvati, Sandra e Yul pareciam ser o paraíso dos jogadores de menor expressão como Michele, Adam, Wendell e Nick. Entretanto, acho que era cedo demais para tanto alvoroço e as ameaças restantes no jogo se agruparam para contra-atacar. Não sei vocês, mas é justamente o que eu queria ver nesta temporada. Uma pena Sandra não estar viva para participar desse movimento, que eu tinha saudades por não ter vivido antes.
O episódio desta semana deixa claro que uma nova Game Changers não vai ocorrer e que Tony aprendeu muito com os erros do passado. Gostaria, inclusive, de destacar Tony como o grande jogador do episódio, mas, como outra pessoa se mostrou ainda mais inteligente e decisiva, preciso dedicar algum tempo para aclamar o seu desempenho estupendo em Winners At War.
Cagayan é uma temporada completamente atípica e o principal fator para isto é, justamente, a vitória de Tony. Jogadores tão agressivos, que não se escondem e que fazem grandes jogadas a todo momento, não costumam chegar ao final do jogo para defender o seu caso perante o júri. Tony, assim como Cagayan, é diferenciado.
Na minha opinião, todos os melhores jogadores e vencedores possuem sim pontos fracos e o overplaying pode ser considerado o de Tony. Normalmente, alguém que faz tudo que ele fez em Cagayan acaba por eliminado ou, principalmente antigamente quando os júris eram mais rancorosos, derrotado no Final Tribal Council. Passei as minhas reviews de Cagayan discutindo se Tony seria ou não o novo Russel Hantz e ali mesmo ficou provado que a comparação é completamente descabida.
Em Winners At War, Tony faz um jogo absurdo de bom, conseguindo não ter sido, nem mesmo, considerado para a eliminação depois de 10 Tribal Council no total e 4 em que ele participou. Isto não é nada pouco para alguém com a sua reputação, que tinha tudo para atrapalhá-lo como foi o caso de todos os que foram eliminados, bem como o de Kim, que até agora não conseguiu fazer muita coisa.
Tony foi muito inteligente ao conseguir mudar a percepção dos outros jogadores, algo muito difícil de fazer para alguém tão marcante e que já tinha estado em duas temporadas. Na minha visão, Tony se valeu de algo que poucas pessoas têm noção. Em Cagayan, ele já era um jogador extremamente social e que fazia de tudo para o bem estar dos seus aliados. Trish chegou a contar que, diante da sua magreza exagerada, Tony deixava de comer, doando a sua porção de arroz para a ela. Este tipo de coisa nunca foi destaque nos episódios e ajuda muito a todos entenderem o porquê ele conseguiu fazer um jogo tão ousado dar certo. O seu social explica como ele conseguiu ter aliados tão fiéis como Woo e Trish, ganhando num cenário em que deveria ter perdido.
Agora, ele está fazendo a exata mesma coisa, apostando na boa convivência, mas deixando este ser o seu principal destaque, com o objetivo de fazer um verdadeiro reposicionamento de marca. Vem funcionando muito bem. É claro que muitos jogadores estão de olho em Tony e nos seus movimentos, mas com o passar do tempo ele pode ir se sentindo mais à vontade para fazer as jogadas agressivas pelas quais ficou tão famoso. Não se enganem, a condicional de Tony tem prazo de validade e, se os demais não souberem disso, muito provavelmente será tarde demais.
A estratégia de juntar as maiores ameaças foi liderada por Tony, que é quem mais precisa disto acontecer para se manter no jogo. Até o momento, Tony foi perfeito em todos os seus movimentos e a imagem de doido varrido, que ficou em Game Changers, se desfez por completo. Para isto, ele precisava mostrar estabilidade e lealdade às suas alianças, o que vem dando muito certo até aqui.
A Melhor Jogadora do Episódio e da Temporada

Não, eu não me canso de enaltecer Sophie Clarke e seu jogo impecável em Winners At War. Diferente de Tony, Sophie não chegou à temporada com uma reputação capaz de atrapalhá-la, mas vem provando a cada episódio que não deve nada para jogadores como ele, Sandra, Parvati e Boston Rob. Estou ficando repetitivo, mas não tem o que fazer. Mesmo que não ganhe, Sophie já alçou o seu nome como o de uma das melhores jogadoras do reality e vem fazendo isso da maneira que eu mais admiro, com sutileza e elegância.
Pela primeira vez na temporada, ao menos pelo o que passa nos episódios, alguém notou que Sophie está jogando e instantaneamente tal pessoa foi eliminada. Além disso, o que mais impressiona no seu desempenho, é a leitura exata da situação. É muito fácil compreender o jogo e o que deve ser feito assistindo de casa. Num estado de paranoia e sem saber o que está sendo dito na sua ausência, é extremamente importante ter a lucidez necessária para enxergar tudo como é.
Sophie entendeu tudo. Viu a relação de Jeremy e Wendell e os esforços do vencedor de Second Chance para manter o aliado. Percebeu que as grandes ameaças se juntando estava significando também uma união dos machos, Jeremy, Ben, Tyson e Wendell. Entendeu que não fazia sentido para o seu jogo eliminar Nick ou Adam, que têm um perfil muito mais próximo do dela e com quem já tem alguma relação. Percebeu que podia agir para mudar o cenário sem se comprometer muito.
Além da grande capacidade de ler tudo o que ocorre a sua volta, Sophie não foi para Winners At War desavisada. Na premiere que aconteceu em Los Angeles, ela deu uma entrevista para Rob Cesternino e confidenciou a ele que se preparou para o jogo fazendo um grande dossiê sobre todos os participantes, suas características, seus pontos fortes e fracos, seus feitos e as suas relações dentro e fora do jogo.
Muito diferente dos Bolsominions, Sophie acredita na informação e no planejamento como instrumentos para tomar as melhores decisões no jogo. Honestamente, eu não acredito que fazer uma preparação assim faça de alguém um grande jogador por si só, mas se a pessoa já tem todas as características necessárias para isso, a informação só ajuda a aumentar ainda mais a qualidade e precisão das suas decisões.
Assim, já tendo noção de que Wendell tinha Jeremy como ídolo e que os dois tiveram algum contato pessoal antes do jogo, Sophie pôde perceber com tranquilidade os movimentos estratégicos que não eram de seu interesse. Jeremy disse que mais do que eliminar Nick, seu objetivo era ser o líder por trás deste movimento. Tinha uma Sophie Clarke no meio do caminho, que arruinou os seus planos e ainda manteve no jogo Adam e Nick, com quem pode ter um futuro promissor pela frente.

Antes da temporada começar, muitos apontavam Sophie como alguém de pavio curto, de pouca paciência ou que deixa as suas emoções tomarem conta em momentos de tensão. Na minha visão, esta concepção é completamente injusta com alguém que lidou muito bem com Coach e Albert por 39 dias. Se ela teve paciência para gerenciar esses dois, ela tem paciência para fazer qualquer coisa na vida. Para mim, esta ideia está muito ligada a estereótipos presentes na sociedade e em Survivor, em que o nerd é retratado como alguém ansioso, emocional e errático.
Para comprovar o que digo, basta olhar com calma a edição de Adam, que vem justamente para reforçar de modo caricato estas características. No caso de uma mulher nerd, o histórico de Survivor é ainda mais implacável, tendo como exemplos Aubry, Hannah e Gabby. Não estou dizendo que elas, assim como Sophie, não têm nenhum desses traços, mas estou refletindo de como esses comportamentos são sempre tão reforçados pela narrativa. Survivor se vale dos conceitos que já estão presentes no imaginário do seu público para contar uma história mais forte e assim acaba propagando estereótipos e preconceitos.
Sophie teve apenas um momento que deixou o emocional tomar conta em South Pacific, mas isto ficou cabeça de todos nós muito mais forte do que todos os outros dias em que ela foi racional e firme como uma rocha. Não atoa South Pacific é uma temporada tão chata, a vencedora trouxe para o jogo a sua estabilidade e pragmatismo, o que não rende muito entretenimento.
Por mais que o episódio não tenha mostrado com clareza, me pareceu que o grupo que realmente está no controle da situação é o formado por Sophie, Sarah, Tony e Kim. Foi para, justamente, para Tony que Sophie mostrou como a relação de Jeremy e Wendell poderia ser perigosa e foi ele quem foi propagar a sua mensagem pela tribo.
É importante também perceber o quanto a eliminação de Yul foi fundamental para o desdobramento do jogo. Em última instância, Sophie foi capaz de vingar Yul pela traição do episódio passado, que com certeza abalou a sua confiança com Wendell e Nick, com quem tinha uma aliança antes da Swap. Ademais, a presença de Yul poderia mudar completamente o cenário, visto que ele é um jogador old school e uma grande ameaça, o que motivou as maiores ameaças a se unir neste momento.
Tudo isto só reforça a impressão que eu já tinha tido no episódio passado e dito na review anterior, a jogada de eliminar Yul não foi boa, principalmente para Nick. Se uma aliança pré game entre os underdogs ficou evidente para mim, que fui impactado pela trama que Survivor tentou nos transmitir de que Yul saiu porque fez um plano muito malicioso, imagina para quem está no jogo e não viu os acontecimentos da tribo editados desta forma.
A Sele da Swap tinha Parvati, Michele, Yul, Wendell e Nick, 3 aliados em maioria, mas mesmo assim quem foi eliminado foram os dois maiores nomes, os dois que começaram a sua carreira em Survivor na temporada de número 13. Assim, Nick, Wendell e Michele deram muito na cara a formação de uma aliança para perseguir os maiores alvos, o que claramente foi um erro, uma vez que um deles foi eliminado e os outros dois ficaram de fora da votação.
O Survivor atual é muito frenético e dinâmico, mas exige também muita sutileza. É extremamente importante não deixar os demais perceberem quem são os seus aliados. Neste sentido, mais uma vez Sophie dá show, visto que se aproximou bastante de Adam e ninguém vê esta relação como uma ameaça.
A Eliminação de Wendell

Acho que todo mundo concorda que Wendell era um dos nomes mais dispensáveis deste elenco e que a maioria preferia ver vencedores como Earl, Todd, Mike ou Richard Hatch na sua vaga. Isso não quer dizer que ele não tenha feito um jogo muito merecedor em Ghost Island, que é uma temporada ruim, mas completamente dominada por ele e Domenick, que era o meu favorito para ganhar. A questão é que ninguém imaginava que ele traria muitas novidades em Winners At War e foi mais ou menos isso que aconteceu mesmo.
Por não ser uma ameaça tão grande como as demais ao mesmo tempo que é conhecido por ter um excelente jogo social, Wendell tinha ótimas chances para vencer. Todavia, acabou caindo por reforçar demais, através das suas decisões, as suas vantagens para seguir forte. Se Michele tivesse sido eliminada no episódio passado, a mensagem que ficaria no ar seria a que a Dakal original se manteve unida e poderia se manter forte na merge. Ao eliminar Yul, Wendell e Nick escancaram que as alianças construídas nesta temporada podem não ser o suficiente diante de reputações tão intimidadores no elenco. Não importa o quanto Yul fez por eles em Winners At War, mesmo assim acabou eliminado.
Como eu disse anteriormente, fiquei com a impressão de que foi o grupo de Sophie, Sarah, Kim e Tony que teve força para destruir os planos de Jeremy, justamente as pessoas que começaram o jogo com Wendell e Yul. Assim, a quebra de confiança foi essencial para que eles preferissem manter Adam e não ele. Pesou também a questão do perfil e a sua proximidade com Jeremy, enquanto Nick e Adam são pessoas com quem Sophie tem bem mais afinidade e possibilidade de união.
Na minha opinião, a decisão foi a mais acertada para a maioria dos jogadores. Adam tem um escopo de relações bem menor do que Wendell e já parece ser alguém que não terá muita força num Final Tribal Council mesmo que chegar até lá. É um pouco prematuro para fazer este tipo de avaliação, mas acredito que faz sentido. Eliminando Wendell, o grupo conseguiu enfraquecer Jeremy e isolar Michele e Nick. Uma jogada muito boa para todos que não esses 3.
O Óbvio mas Satisfatório Retorno da Edge of Extinction

Estava bastante óbvio que Tyson seria o retornante da Edge of Extinction, mas acabei gostando de tê-lo de volta, uma vez que vejo potencial para fazer coisas interessantes, ousadas e divertidas. Tyson é alguém bastante criativo e que pode fazer algum estrago no jogo ainda, muito diferente da grande maioria dos demais eliminados, que provavelmente ficariam em perigo mais uma vez.
Sinceramente, eu não consigo me empolgar muito com nenhum retorno. Nem mesmo para a Parvati, eu torci muito. Não gosto da Twist e não consigo achar legal nem mesmo a vencedora de Micronesia ou Natalie retornando assim. Tyson tem chance de me fazer esquecer que ele já foi eliminado, mas, de qualquer forma, não consigo torcer muito a seu favor por conta disso. Eliminado tem que ir para casa ou para a Ponderosa.
Outro ponto que precisa ser debatido é em relação ao impacto dos Fire Tokens no challenge. Contrariando a lógica da justiça, o formato privilegia muito quem passou mais tempo na Edge of Extinction e teve mais oportunidades de conseguir os Fire Tokens. Natalie por ter sido a primeira eliminada conseguiu muitos Tokens, enquanto Parvati e Yul tiveram uma desvantagem enorme por terem acabado de sair do jogo. No final, o jogo recompensou quem foi pior nele e foi eliminado antes, em detrimento daqueles que duraram mais dias no jogo que vale de verdade.
Esta situação toda realmente é injusta, mas nem precisamos debater muito esta questão, uma vez que Jeff Prosbt parece estar convencido a abandonar a Edge of Extinction por um tempo. Tenho medo que ela volte justamente quando for ter temporada com retornantes, visto que o produtor do reality nem esconde mais que o objetivo da twist é sim manter os maiores nomes por mais episódios. Não atoa só tivemos a Twist em temporada com retornantes.
A verdade é que nem mesmo a Edge of Extinction vem sendo capaz de tirar o brilho desta temporada que já está épica e tem tudo para ficar ainda mais.
Ranking Após “This is Where the Battle Begins”:
1- Sophie. Já enalteci e aclamei Sophie Clarke muito nesta review, mas nem cheguei a falar que fico impressionado com as suas respostas nos Tribal Councils. Meu deus, Sophie dá sempre respostas muito inteligentes. Seu jogo é tão bom que o seu destaque nos episódios talvez não indique que ela ganhe, mas que fez um jogo a ser aplaudido de qualquer forma. Torço por ela e sinto até que estou traindo Sandra com Sophie de tanto amor envolvido no momento. “Estou fazendo amor com outra pessoa, mas meu coração…”.
2- Sarah. Vem um pouco mais discreta do que Sophie, mas muito competente também. Não tenho dúvidas de que até este momento fez um jogo muito bom, apesar da promo indicar que ela pode estar em risco na semana que vem.
3- Tony. Quer saber? Vamos parar de colocar Tony numa posição ruim só porque ele é a maior ameaça no jogo. Não, ele não merece ficar nas últimas posições porque vem fazendo um jogo incrível. Como ninguém quis tirar ele ainda? É difícil explicar, mas vamos dar crédito ao vencedor de Cagayan. Depois de Sophie é a minha maior torcida com certeza e cada vez mais a ideia de tê-lo como vencedor me parece menos impossível. Go Tony.
4- Ben. Acredito que, apesar de todo o ódio, é muito injusto não reconhecer Ben pelo bom jogador que foi na maioria de Heroes Vs. Healers Vs. Hustlers e também neste início de Winners At War. Não dá para negar que ele foi um dos que fez acontecer a união que culminou na eliminação de Wendell. Vi muitas pessoas também renegando a ele o título de grande ameaça. Para mim, ele faz jus sim a este título, uma vez que teve uma vitória bombástica, derrotando 6 pessoas que estavam completamente fechadas no objetivo de tirá-lo do jogo. Eu realmente não gostei de como aconteceu a sua vitória, mas aconteceu e Ben é um dos vencedores mais adorados nos Estados Unidos nos últimos anos. Pela quantidade de idols que ele encontrou na sua temporada original, se eu estivesse no jogo, tentaria eliminar Ben o quanto antes. Contra as suas chances de permanecer por muito tempo, vejo a sua conturbada relação com Adam como o maior obstáculo. A edição dá muito destaque para este conflito entre eles e a impressão que dá é que Adam dará a volta por cima contra Ben.
5- Tyson. Voltou ao jogo trazendo a mensagem que ele já tentava transmitir antes de ser eliminado. As grandes ameaças precisam se unir. Acho que Tyson dura bastante ainda, lembrando que a edição já sugeriu alianças dele com Nick, Sarah, Kim e Tony. Narrativamente, Tyson ganha uma edição que ressalta a sua jornada como pai que precisa passar por muitos obstáculos para vencer. Gosto de Tyson e acho bom tê-lo de volta, é alguém capaz de render.
6- Kim. Mesmo muito aquém das nossas expectativas e com pouquíssimo espaço nos episódios, Kim agora está numa posição boa. Não vejo chances de vitória, mas quem sabe ela não vai longe ou até mesmo chega à final. Na minha opinião, mesmo com a diferença dos alvos de cada um, ninguém deve vencer no F3 apenas pela sua reputação. Sandra se chegasse no final talvez merecesse de qualquer forma, mas no caso do resto imagino que as ações nesta temporada é o que devem fazer de alguém o vencedor. Assim, acredito sim na possibilidade dela perder mesmo chegando à final. Contudo, Kim me parece mais alguém que vai longe e sai um pouco antes do fim.
7- Denise. Cometeu um erro enorme ao se vangloriar de como eliminou Sandra. Talvez deveria guardar esta história para o Final Tribal Council. Duvido muito que conseguirá resistir por muito tempo com este feito em seu currículo. Denise é muito forte e já venceu um challenge, porém o fato do vencedor da prova levar um Fire Token na vitória pode colocar ainda mais um alvo nas costas de quem vai bem neste aspecto. Assim, não competir para valer nos challenges pode ser uma boa estratégia.
8- Jeremy. Foi o grande derrotado do episódio, uma vez que não conseguiu impor a sua vontade. Em Second Chance, Jeremy já tinha mostrado que faz de tudo para manter um aliado, quando argumentou muito e até usou um idol para salvar Stephen. Imagino que os Voting Blocks virão em breve e que desta vez isto não será uma boa notícia para Jeremy.
9- Adam. Está bastante over na temporada, principalmente nos seus confessionais. Parece muito que ele estava morrendo de medo de ser invisível numa temporada com nomes de tanta expressão e exagerou nas suas reações em confessionais para ganhar algum airtime. Apesar de ser meio irritante, está funcionando uma vez que Adam é quem tem mais confessionais na temporada, 28 no total, um número bem expressivo enquanto Kim Spradlim tem apenas 9. Continuo imaginando que Adam vai de alguma forma sair da posição em que se encontra. Até o momento, Sophie parece ser a sua melhor alternativa. Além de Ben, imagino que Denise possa ser sua vítima no futuro.
10- Nick. Pagou caro com o bottom por ter traído Yul. Sei que Wendell era o seu principal aliado, mas para o seu jogo individual eliminar Michele era sim o melhor a fazer. Só não fica na última posição porque a edição sugeriu a possibilidade dele se aliar com Tyson e com Sophie no futuro. Sem dizer que a melhor jogadora da temporada lutou para mantê-lo no jogo, o que é algo bom. Nick venceu uma temporada em que o fluxo de informações foi essencial para se dar bem no jogo. Dessa forma, é normal vê-lo como uma hiena tentando entrar no maior número de conversas possíveis. A sua reação à saída de Wendell, também lembrou bastante David Vs. Goliath, quando ele perdeu aliados importantes como Carl e Davie.
11- Michele. Como eu suspeitava, o seu arco com Wendell foi meio que uma farsa. Uma história meio fake que não se sustentou a longo prazo para diminuir a obviedade das eliminações de Parvati e Yul. Mais uma vez ficou no lado errado dos números e foi apontada como uma vencedora Low Profile, que é motivo de alvo do momento. Tem chances de ir longe, mas também vejo a possibilidade de sair em breve, principalmente se o lado de Jeremy continuar sendo o mais fraco.















