SHALL WE BEGIN?

Sim Daenerys! Estamos todos prontos para começar!

Nunca ficamos tanto tempo sem Game of Thrones desde que a série começou. Nunca houve uma ansiedade coletiva, uma expectativa compartilhada e um hype tão grande como o visto nas semanas, dias, horas que precediam a reestreia de GoT. Uma catarse coletiva que crescia conforme o Domingo, 16/07/2017, se aproximava. E nunca os fãs da série iniciaram uma temporada tão às escuras. Se a temporada passada foi a primeira a ultrapassar os livros de GRRM, ainda assim restavam algumas tramas que os leitores conheciam ou deduções que pareciam quase palpáveis de tão bem construídas. O fim está cada vez mais próximo e nunca soubemos tão pouco.

Então convido vocês leitores do Série Maníacos a embarcarem comigo em mais uma temporada da nossa série preferida. Um texto de fã para fã que pretende dissecar o episódio, suas tramas, as motivações dos personagens, relembrando o passado e trazendo teorias e divagações sobre o futuro.

Exatos 385 dias depois, voltamos a ouvir o ruído da HBO precedendo a melhor abertura de série e sua música… NÃO, CALMA! Esse ano a série optou por um início diferente com uma cena impactante, que já se torna memorável, antes mesmo da abertura começar.

O melhor momento desse episódio de estreia foi justamente a sua primeira cena…

ARYA, A STARK SEM ROSTO

Walder Frey está discursando no Salão nobre de seu castelo em uma cena que muito nos faz lembrar as imagens que precederam o massacre do Casamento Vermelho. Sabendo que Arya o assassinou no finale da última temporada havia a expectativa de estarmos diante de um flashback ou da Stark demonstrando em Westeros como aprendeu a trocar faces do outro lado do Mar Estreito.

O tom do discurso do Lorde Frey vai modificando-se e a exaltação dá lugar a ironias e indiretas finalizadas em um brinde envenenado servido a todos da família. O vinho da morte. A morte assinada por Arya, a Stark sem Rosto. Arya pode não ter conseguido ser ninguém, mas aprendeu o suficiente para ser quem ela quiser e essa habilidade dos assassinos sem rosto abre um leque de possibilidades maravilhosas para o destino da lobinha. As Gêmeas são palco de um novo massacre, mas se antes o sangue Stark nos fez chorar, agora sorrimos junto com Arya enquanto ela derramava sangue Frey no chão do castelo.  “Diga que o Inverno chegou para a Casa Frey”

Confesso que vê-la utilizando o rosto de alguém conhecido era uma das minhas maiores expectativas para essa temporada que acaba realizando-se já na sua primeira cena.

Talvez um dos maiores problemas de Dragonstone tenha sido justamente pelo episódio ter começado em seu clímax, como se tivéssemos feito o contrário do caminho habitual (quando o episódio é construído para alcançar o apogeu em suas cenas finais) e por isso encerramos o episódio menos extasiados do que o começamos.

Depois de exterminar Freys, Arya segue seu caminho rumo a Porto Real com o objetivo de cortar mais um nome de sua lista: a Rainha Cersei Lannister. As expectativas de mais um reencontro Stark ficam então adormecidas (por enquanto). Nesse caminho Arya surpreende-se com um pocket show do Ed Sheeran a presença de soldados Lannister enviados pela Coroa para manter a ordem nas Terras Fluviais após o massacre que ela causou.

Essa conversa traz um contraponto importante à psicopatia crescente de Arya: humaniza aqueles homens que lutam pela causa inimiga de Arya, mostrando-a que nem todos que lutam pelos leões são pessoas odiáveis como Cersei e Joffrey. Arya está sedenta por vingança e acaba de adicionar a morte de dezenas de homens às suas costas, ensaiando um caminho sádico, violento e pouco racional.

Ali vemos soldados comuns que esperam voltar para casa, tem famílias e são apenas peças nas mãos de seus líderes sem nem saber ao certo porque lutam. De uma forma ou de outra, eles estão ali, distantes de casa, porque ela orquestrou uma chacina.

Arya é tocada por aquelas palavras e talvez esse momento tenha sido crucial para ela ser invadida por uma nostalgia que a faça diminuir a obsessão por sua lista e voltar-se ao norte onde outros lobos de sua matilha resistem. A sombra da honra Stark sempre acompanhou seus passos (vale lembrar que ela desistiu de assassinar Lady Crane, alguém que pouco conhecia, por não entender porque aquela mulher merecia morrer).

Game of Thrones 7x01: Dragonstone [Season Premiere]
Game of Thrones 7×01: Dragonstone [Season Premiere]
A honra e empatia de Arya são essenciais para contrabalancear seu prazer em matar, colorindo em tons de cinza um personagem que está longe de ser preto ou branco.

WINTERFELL

Game of Thrones 7x01: Dragonstone [Season Premiere]
Game of Thrones 7×01: Dragonstone [Season Premiere]
Desde que as notícias sobre um provável embate entre Sansa e Jon começaram a pipocar na mídia eu fiquei apreensiva. Tudo que não precisávamos (ou desejávamos) a essa altura do campeonato era ver rusgas de desconfianças nascendo justamente entre os Starks, enfim reunidos depois de tanto tempo. Mas se analisarmos cuidadosamente, essa divergência entre os dois pode fazer sentido.

Primeiro, é importante pontuar que era justamente a dos dois a relação mais frágil entre os irmãos Stark. Entretanto depois de tanto sofrimento, decepções e violências a que Sansa foi submetida, não é difícil entender que ela tenha reconhecido em Jon um porto seguro em meio ao caos.

O caminho que ambos percorreram até esse momento também não poderia ser mais diferente, com Jon triunfando batalhas e Sansa conhecendo as engrenagens políticas de Porto Real. Então não é improvável que surjam discordâncias entre eles e elas já estão aparecendo desde a temporada passada. Sansa queria juntar mais homens antes de enfrentar Ramsay, mas Jon quis lutar. Jon teme os White Walkers tanto quanto Sansa teme a obstinação de Cersei… E como julgá-los, quando ele viveu a violência gelada dos mortos e ela conheceu a frieza obsessiva de Cersei em destruir seus inimigos?

Diante dos lordes nortenhos na reunião pós Batalha dos Bastardos, eles evidenciaram mais uma discordância – visões opostas, mas igualmente pertinentes – e o problema não está exatamente nesse fato, mas no momento em que ele veio à tona: diante de seus vassalos e não nos bastidores políticos.

O problema foi o momento em que Sansa optou por falar e não, não é por ser mulher ou jovem, afinal Lyanna foi respeitosamente ouvida pelos nortenhos ao colocar-se em concordância com o que Jon promulgava. Sansa não se opôs ao irmão, mas ao Rei do Norte diante de seus súditos em uma posição em que Jon não é um Stark legítimo e acaba de vencer uma Batalha graças a sua ajuda. Não é que ela não possa emitir sua opinião, mas as circunstâncias em que emitiu podem fragilizar a união nortenha que eles acabam de conseguir, despertando uma ruptura entre aqueles que concordam com a menina e os que desejam seguir Jon.

Jon também poderia ser mais aberto a ouvi-la antes de se colocar discursando aos lordes, de forma a valorizar a opinião da irmã sem colocar-se em uma posição desconfortável.

Entendo Sansa quando ela ressalta que o lorde deve punir seus traidores, mas entendo igualmente Jon quando ele observa que filhos não devem pagar pelos erros dos pais. Nesse contexto, diante de dois lordes que eram crianças (Alys Karstark e Ned Umber) amedrontadas, acredito que Jon acerta ao dar uma 2ª chance às famílias. Uma escolha que corrobora seu discurso que a Guerra que devem lutar é contra os White Walkers e não entre si e condiz com sua ordem de reunir força máxima (homens e mulheres) para lutar contra o exército dos mortos.

Ainda que tenha havido esse desacordo entre Sansa e Jon, fico aliviada ao vê-los conversando abertamente sobre isso, tentando resolver seus problemas internamente. Espero que Sansa mantenha-se hostil às investidas de Mindinho, pois vê-la sendo manipulada novamente por ele será um retrocesso para a personagem e para a série.

Não me estenderei falando sobre a chegada de Bran e Meera a Castelo Negro, pois as implicações disso certamente serão abordadas nos próximos episódios e teremos mais espaço para discuti-las. Por ora é interessante ver mais um Stark aproximando-se de Winterfell.

MIL NAVIOS E DUAS MÃOS BOAS 

Game of Thrones 7x01: Dragonstone [Season Premiere]
Game of Thrones 7×01: Dragonstone [Season Premiere]
Cersei é Rainha, mas agora precisa reconstruir um reino para governar e para isso é necessário muito mais do que pincéis e tintas.

As notícias sobre a chegada de Daenerys e sua Mão, Tyrion, já chegaram aos seus ouvidos, mas Cersei parece ainda não compreender o tamanho da ameaça que a aguarda. O descontentamento e apreensão de Jaime frente a ambição desenfreada da irmã é bastante evidente e ele parece cada vez mais desconfortável com as atitudes da amante.

Sem aliados , com uma força infinitamente menor que o poderio de Daenerys, o embate entre as rainhas louras parece extremamente desproporcional e é imprescindível que algo aconteça para que essa Guerra tenha alguma dose de imprevisibilidade e emoção para o público.

Com Theon e Yara aliando-se àquela que pretendia se casar, faz bastante sentido que Euron procure em Cersei o seu plano b. O personagem está bastante diferente do que vimos na temporada passada, mas eu fiquei satisfeita com o tom que o ator deu a esse Euron repaginado, trabalhado em ironias.

É previsível que a aliança entre os dois se concretize e os questionamentos ficam mais na forma como ele vai fazer isso acontecer do que na expectativa de sua realização propriamente dita.

Ao prometer um presente para a Rainha como prova de sua lealdade, a expectativa é que o Greyjoy entregue algo substancioso para Cersei e acredito que esse ‘presente inestimável’ será essencial para tentar equilibrar o embate Lannister x Targaryen. Dentro das opções cabíveis podemos pensar na cabeça de algum dos inimigos da Rainha, tais como Ellaria Sand, Olenna Tyrell, Sansa Stark, Daenerys ou Tyrion. Desde que o anão fugiu de Porto Real, Cersei promete recompensas para quem lhe trouxer a cabeça do irmão, então seria bastante significativo que Euron lhe presenteasse dessa forma.

Porém, nesse momento, as chances dele alcançar Daenerys ou Tyrion são bem pequenas, uma vez que os dois mantém-se longe dos campos de batalha. Então tudo indica que veremos Ellaria ou Olenna sendo derrotadas. Ou, algo maior. Será Euron capaz de destruir um dos dragões de Dany?

O COVEIRO

Game of Thrones 7x01: Dragonstone [Season Premiere]
Game of Thrones 7×01: Dragonstone [Season Premiere]
No final da temporada passada o Cão juntou-se a Irmandade sem Bandeiras rumo aos ventos frios do norte. Afinal, tal como Melisandre, Thoros de Myr também é um Sacerdote Vermelho que enxerga na luta contra o Inverno, a Grande Guerra que eles devem enfrentar.

Sem perder tempo, essa temporada já começa colocando-os a trotar na neve por caminhos gelados. Em uma ótima conexão com os eventos passados da série, constatamos a evolução do personagem Cão ao deparar-se com a pequena casa a qual ele e Arya visitaram há tempos atrás, quando o Inverno ainda parecia distante, e o destino que os moradores dali tiveram ainda soava como palavras ao vento. O mesmo personagem no mesmo local enfrentando a realidade do que profetizara. Mas ele está mudado e o mesmo homem que desprezou aquelas vidas, agora sofre ao deparar-se com a realidade de suas palavras.

Para quem não se recorda, pouco depois do Casamento Vermelho, o Cão e a Stark passaram uma noite nessa mesma casa e fugiram ao amanhecer roubando-os para contrariedade de Arya e a sentença de Sandor Clegane: ‘eles não estarão vivos até o Inverno’ (veja aqui).

Sandor cavou suas covas quando os roubou e agora enterrou-os definitivamente. Um deleite para os leitores do livro que acreditam na teoria do Gravedigger.

O maior trauma do Cão reside no fogo que marcou seu rosto para sempre. Mas quis o destino que ele visse o poder do Deus do Fogo trazer um homem de volta à vida e, agora, imagens profetizadas em suas chamas. Já vimos na série Stannis tendo visões nas chamas, quando acompanhado de Melisandre, e, aparentemente, quis R’hllor que Sandor fosse capaz de enxergar junto a Thoros de Myr.

Eis aqui a descrição do que Sandor viu nas chamas (confesso que forcei os olhos para enxergar algo também, mas pelo visto R’hllor não me acha muito importante):

“Gelo. Uma muralha de gelo. A Muralha. É onde a Muralha encontra o mar. Tem um castelo lá. Tem uma montanha. Parece uma ponta de flecha. Os mortos estão passando por ela”.

A Muralha encontra o Mar em um dos Castelos da Patrulha da Noite: Atalaialeste do Mar (Eastwatch), justamente o castelo o qual Jon ordenou Tormund e seus selvagens a ocuparem. A montanha pode referir-se às regiões do extremo oeste da Muralha. Se nossas interpretações das visões das chamas estiverem corretas, o exército dos White Walkers – que agora tem gigantes – marcha para os extremos da Muralha evitando atravessá-la para chegar ao sul.

Game of Thrones 7x01: Dragonstone [Season Premiere]

SEÇÃO RESTRITA DA BIBLIOTECA DE HOGWARTS DA CIDADELA

Game of Thrones 7x01: Dragonstone [Season Premiere]
Game of Thrones 7×01: Dragonstone [Season Premiere]
No season finale da 6ª temporada vimos Sam chegar à Cidadela, local onde são formados os novos meistres de Westeros.

Em uma sequência nojenta e extremamente bem montada, acompanhamos o passar dos dias do Patrulheiro em um ciclo sem fim de limpar merda, servir sopas, limpar merda, servir sopa, limpar sopa, servir merda… PERA!

O Professor Slughorn Arquimeistre Ebrose é introduzido como um provável mentor de Sam que vai dialogar com ele e com a audiência explicando o que é a Cidadela e qual a importância dos meistres dentro da história. Ao afirmar que os meistres são os guardiões do conhecimento e da história e que a Longa Noite é narrada em múltiplas fontes, o personagem funciona como a ferramenta para evidenciar ainda mais a importância de Sam estar ali e como a partir de seus estudos podem surgir revelações que desvendem questões do passado e os auxiliem na guerra contra os WW.

Os meistres são a ciência e magia convivendo em harmonia em Westeros, por isso sua figura é de tanta importância nos castelos, tal como vimos Meistre Luwin em Winterfell, Meistre Aemon na Muralha e Meistre Pycelle em Porto Real.

O relato de Sam a respeito de ninguém acreditar em suas histórias sobre o que viu além da Muralha é importante para aumentar a verossimilhança da série, uma vez que ele encontra informações importantes e cruciais com bastante facilidade. Dessa forma o problema não é a ausência de conhecimento no mundo sobre os White walkers e possivelmente de como combatê-los, mas o fato de, atualmente, todos acreditarem que essas histórias não passam de lendas.

Com uma saída fácil e bastante previsível, Sam burla a dificuldade de conseguir acesso aos livros que lhe interessam e rouba a chave da seção restrita da biblioteca da Cidadela. Eu gostaria que, de alguma forma, o meistre pudesse estar sendo propositadamente descuidado (talvez a mando de Ebrose) e assim a facilidade no acesso de Sam a biblioteca não fosse uma simples saída do roteiro. Mas isso é extremamente improvável e nos resta embarcar em mais essa conveniência de roteiro na trama de Sam (alguém lembra que ele roubou a espada de aço valiriano de seu pai e não foi perseguido?)

Ao menos teremos uma excelente fonte de informações e a primeira revelação vem nesse episódio quando Sam lê sobre algo que Stannis já havia comentado: Em Pedra do Dragão há uma mina de vidro de dragão, a arma que combate WW (e também aquela que o criou) e quem acaba de desembarcar no local? Ela mesma, Daenerys Melo Targaryen!

Mas não é só Sam que está na Cidadela em busca de respostas. Vemos através do braço ainda mais tomado pelo escamagris, da voz inconfundível e do desejo em saber de Daenerys, que Jorah Mormont é o homem que parece em uma espécie de quarentena. Na última temporada Daenerys o ordenou a desbravar o mundo em busca de uma cura para sua doença e como evidenciado ao longo do episódio, não há melhor lugar no mundo para ele procurar sua cura do que ali. 

TEORIA SOBRE O ESCAMAGRIS

Uma das teorias que mais repercutiu após a exibição de Dragonstone diz respeito a Sam ser o responsável por encontrar uma possível cura para o escamagris que afeta Jorah.

Um usuário do Reddit conseguiu a imagem de uma das páginas que Sam estava lendo e um trecho parece dizer que o vidro de dragão seria uma importante cura à doenças quando ingerido, à despeito dos danos que poderia causar. Sabendo que o vidro de dragão foi capaz de interromper a transformação de Benjen Stark em um wight e que a princesa Shireen sobreviveu ao escamagris interrompendo seu avanço e ela cresceu em Pedra do Dragão (onde há uma mina da substância), essa teoria está bem embasada e muito me agrada.

Teria Daenerys mandado Jorah correr o mundo em busca de uma cura, quando era ela quem estaria indo justamente para o local que poderia curá-lo?

PEDRA DO DRAGÃO 

Dragonstone também trouxe aquele que é talvez o momento mais aguardado desde que a série estreou: a chegada de Daenerys Targaryen à Westeros, o momento que a khaleesi toca à terra onde nasceu, o território que pretende governar.

A antiga sede da família Targaryen em Westeros é grandiosa e incrivelmente bela. Foram lindíssimas as imagens de Daenerys adentrando seu lar desconhecido, conhecendo seu belo e imponente trono. A bandeira de Stannis Baratheon com o cervo no coração flamejante ainda estava erguida, suja e desbotada, esperando apenas alguém para derrubá-la e erguer outra em seu lugar.

Aliás aqui reside minha maior crítica ao episódio: Não havia um castelão, um camponês, um popular qualquer em Pedra do Dragão? Diante de um castelo de tamanha importância vazio, abandonado, completamente desguarnecido, ninguém pensou em tomá-lo? Nem mesmo a Coroa?

Se Cersei pintou um grandioso mapa de Westeros em Porto Real, Daenerys já tem a mesa esculpida por seus antepassados onde vimos Stannis e Melisandre planejando seus atos desastrosos. O poderio militar de Daenerys é gigante mas lhe falta tato político e conhecer as nuances das engrenagens políticas de Westeros. Nesse contexto, Tyrion e Varys serão essenciais para que ela mais do que começar, possa terminar essa Guerra também.

SUSPIROS FINAIS

– Entre Cersei ou Daenerys, a dificuldade é mesmo em escolher quem é mais rainha, Arya ou Lyanna?

– Desejo que alguém olhe para vocês como Tormund olha para Brienne.

– Eu não sabia que Thoros de Myr tinha inventado o coque samurai.

– Sansa compara Jon a Joffrey e Jon a compara à Cersei… Um pouco assustador, não?

– Masterchef Stark segue firme e forte: Depois da ração Ramsay e da Torta Frey, Arya retorna servindo um vinho mortal.

Teoria do valonqar: A saber, a profecia de Cersei nos livros diz que o valonqar (irmão mais novo) enrolará as mãos em sua pálida garganta branca e a estrangulará até matá-la. Na imagem abaixo enquanto discorre sobre estar rodeada por inimigos, Cersei está na região conhecida como Neck no mapa enquanto Jaime está próximo da região conhecida como Dedos. Estamos diante de um easter egg?

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REVISÃO GERAL
Nota:
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