
Fringe retorna com um episódio não exibido da primeira temporada. Não fez o menor sentido e nem foi bom. Se vão utilizar o episódio como uma visão de uma outra dimensão eu já não sei, mas foi bom rever um velho amigo.
Spoilers abaixo!
Estou tão desatualizado que só descobri (ou lembrei, não sei ao certo) que esse era apenas um episódio não exibido da primeira temporada somente horas após assistí-lo e criado inúmeras teorias com a volta do agente Francis. Foi bom porque imagino que muita gente assistiu o capítulo da mesma forma e, consequentemente, se decepcionou ao descobrir a irrelevância desses 43 minutos.
Um caso simples e muito mal contado que não acrescentou em nada na mitologia da série ou na profundidade e desenvolvimento dos personagens. Um filler, de fato. Mas um filler da primeira temporada, completamente sem propósito.
A menina possuída realmente me convenceu, mas a falta de conexão entre o russo e a garota soou aleatório demais, mal explicado. Era por proximidade? Pelo tempo aproximado de morte? Se ninguem tivesse morrido próximo a ele o “espírito” vagaria até encontrar um recipiente? E como o envenenamento por radiação + o tratamento o transformou num espírito “ermitão”? Eu entendo que não da pra explicar tudo cientificamente como (pelo menos eu) gostaria, mas não precisava ser tão vago…
John Noble, sem dúvidas, foi o MVP com seu intocável Walter. Se dependesse de mim, haveria um spin-off só com ele conversando com aquele padre, foi sensacional. Sua ternura ao voltar a falar de fé, no fim do episódio, mostrou a amplitude de atuação do ator… e não foi pouca coisa não.
Já disse e repito: alguém da uma arma logo para o Peter parar de falar nisso. Sério, o menino já está “aguando” (como dizemos aqui em Minas). Uma citação direta a um possível relacionamento entre ele e Olivia também foi desnecessário, as indiretas e sublinearidades davam um charme à relação dos dois.
Agent Francis? -q













