
Spoilers abaixo:
Estou de volta com os reviews de Fringe e não poderia estar mais feliz com o momento. Após dois episódios apenas bonzinhos, “The Transformation” já começa quente com a transformação do homem-porco-espinho.
Sempre achei as aberturas de Fringe sensacionais e essa não foi diferente, principalmente quando comparamos o “nosso” monstrinho com as criaturas da série inglesa Demons, que são tosquíssimos. Eu fiquei imaginando se eu fosse aquele comissário de bordo, com certeza também iria pensar que era algum tipo de ataque de pânico… não mais.
A presença da irmã e sobrinha da Olivia, apesar de inútil no amplo aspecto da palavra, tem servido pra humanizar a personagem um pouco (fato esse que eu já vi muita gente reclamando) e, por enquanto, não tem incomodado. Pelo menos agora ela tem com quem conversar parte da loucura que vive diariamente.
Eu não tenho idéia de como eles irão explicar o fato da memória do John poder interagir com a Olivia (se é que eles irão explicar), mas só sei que me empolguei muito quando ele começou a falar com a ex-futura-esposa. Talvez seja o subconsciente dela tentando justificar os atos dele através de parte da memória dele em interação com a dela, entendeu? Pois é, nem eu.
A tensão durante a venda do vírus era palpável, mas a dupla Peter e Olivia é muito boa e conseguiram controlar a situação quando eu pensei que estava tudo perdido. Ele foi muito rápido ao pensar numa doença pro Ernesto e ela pegou a idéia dele ainda mais rápido, além de ter encaixado a palavra Natal naturalmente. Só não entendi a necessidade gigantesca de ter q esperar ela dizer a tal palavra pro FBI entrar em cena, eles estavam ouvindo tudo, afinal.
* O Observador pode ser encontrado no campo de futebol, segundos antes da queda do avião. Mais precisamente entre 5:09 e 5:13.














