O dia de hoje mudará tudo.
Chegamos ao fim da 11ª temporada de Criminal Minds. Por ser uma série procedural, considero normal ter uma oscilação durante os 22 episódios. Mas confesso que aqueles que mais chamaram atenção valeu a pena. Fora que Derek Morgan foi embora e deixou uma marca nos fãs. Porém, somos fortes, já fomos abandonados outras vezes e continuamos a acompanhar essa série maravilhosa.
Quando assisti ao episódio passado, esperava que a season finale fosse arrebatadora, que me provocasse arrepios. Estava ansiosa por alguém entre a vida e a morte, uma sessão de tortura, algo que mexesse comigo durante 42 minutos. Mas eu não consegui sentir nada além de confusão. Eu me senti de volta a temporada passada, em que o último episódio da temporada tinha tudo para ser impactante, mas falhou na execução. Tive novamente esse sentimento durante The Storm.
Por mais que a cena final seja o gancho para a próxima temporada – a renovação só foi confirmada após o término da atual, alguém achava que CM seria cancelada? – eu não posso aceitar que somente aquilo deva valer o episódio inteiro. Posso estar exagerando na minha crítica? Talvez. E acredito que o fato de não ter gostado foi a confusão que eu achei, mas principalmente, o anúncio de uma tempestade que, pra mim, nunca chegou.
Pensava que, mais uma vez, Antonia Slade ia protagonizar o episódio. Fiquei frustrada por ela aparecer somente uma vez. Entendi que ali, sua função foi ser mãe, a leoa preocupada com o filho que nunca teve chance de cuidar, proteger seu filho autista. Mas nada daquilo fez diferença no episódio. O fato de Asher ter conseguido manipular a voz de Hotch para ele parecer culpado foi só um ponto. Não precisava ser o filho de Antonia, poderia ser qualquer personagem avulso.
Incriminar Hotch foi inteligente e colocar Mr. Scratch no meio também. Só me incomodou foi o motivo de Peter Lewis ter ressurgido das cinzas. Digo, o porquê de esconder a consequência da droga para a alta cúpula do Departamento de Justiça foi evidenciado agora. Fora que nem nos episódios seguintes mostraram Aaron com alguma ‘sequela’ do que presenciou, foi preciso uma temporada inteira para isso? Considero como um erro de planejamento. E também eu não engoli o Dep. de Justiça comprar tão facilmente o chefe da equipe da BAU ser um maníaco.
Quem é Eric Rawdon? Um doido qualquer que gosta de explodir coisas. E aí? Porque ele não foi introduzido durante a temporada. Faria mais sentido do que ele aparecer do nada para incriminar Hotch. Mas mesmo com tanta crítica devo dizer: que jogada de mestre, hein?! Por mais que a bomba tenha sido destruída, essa era somente UMA das intenções de Rawdon. Tinha um plano maior por trás disso.
O único momento que fiquei realmente tensa foi quando vi os agentes no presídio. Naquele momento temi pela vida de alguém, ainda mais com Dra. Lewis cercada, sozinha, de serial killers. Para mim havia duas opções: ou ela ia ser morta ou ia ser torturada. MEH PRA MIM! Nada disso aconteceu. E nem quando JJ e Reid esbarraram nos presos aconteceu nada. Senti uma vibe bem brasileira, ao vê-los cavando um túnel.
E foram os minutos finais que valeram a pena. A quase fuga dos prisioneiros não foi só em uma unidade. Depois que eles salvaram o dia, enquanto comemoravam, outras 3 prisões, em estados diferentes, sofreram ataques. E adivinha? Treze, isso mesmo, TREZE serial killers conseguiram fugir, dentre eles, Mr. Scratch. Acho que já temos o nosso plot da 12ª temporada em mãos. Até a fall season!
– Dra. Lewis já é do elenco regular agora?
– Filhos de A.J.Cook ganhando mais um dinheirinho para a poupança da faculdade hehe
– Toda vez que Mr. Scratch aparecer, por favor, que a direção seja de Matthew Gray Gubbler.















