Se aos três minutos do episódio você não sentiu o coração apertado, volte três casas e pegue seu coração.

Caramba, comecei achando que durante a perseguição o Roman ia cair no chão e a Burgess teria que dar os pulos dela para prender o suspeito, mas eis que eu estava errada. Olha, eu não sei porque escolheram a Burgess para sempre encontrar crianças ou mortas ou mantidas presas em condições sub-humanas (como aconteceu lá na primeira temporada, se não me falhe a memória), mas a Marina Squerciati faz um ótimo trabalho porque eu sempre me sinto comovida como a personagem.

O caso dessa semana foi pra lá de instigante pelo modo como foi construído desde o início. Primeiro a Burgess encontra o corpo do garoto, depois a Inteligência descobre que a vizinhança gosta de resolver os problemas com as próprias mãos, outro garoto é sequestrado e então descobrimos o real motivo de toda aquela vingança. A cena da irmã entregando um cofrinho ao Voight para que as pessoas ajudassem se tivesse uma recompensa, realmente partiu meu coração. Casos com crianças são sempre complicados então fico feliz por ter sido bem sucedido em termos de construção, desenvolvimento e conclusão.

Graças ao caso pudemos enfim ver Antonio de volta ao jogo e pra mim foi o destaque do episódio. Foi muito bom vê-lo tão envolvido com o caso a ponto de negociar a vida do garoto com Hollister e conseguir salvá-lo. Pra mim, o único problema do personagem é a vida dele, o plano de fundo que a gente fica querendo saber mais um pouquinho a cada episódio. Nesse, diante do caso, era mais que óbvio que colocariam um contato entre ele e o filho, mas isso ainda é muito superficial. Ainda temos que lembrar da academia de boxe que inventaram para ele na season finale da temporada passada… vai dar em que?

Gente, o que é essa filha do Alvin? A cada aparição da garota, alguns dólares são acre$cido$ nos encontros hahaha. Olha, eu fico com raiva e dó dos dois ao mesmo tempo. Raiva porque o Alvin fica com aquela lentidão para dar um sermão, raiva dela porque aparentemente tudo envolve dinheiro e dó porque ela não sabe como faz para deixar o pai fazer parte da vida dela e por ele também não saber como fazer isso acontecer. Essa filha parece ser mais interessante que a outra por isso aos poucos ela vem ganhando minha atenção. Tomara que não demorem muito para aproximar realmente os dois.

Por último, mas não menos importante, temos Roman. O que dizer desse policial gente boa que adora um drama como a própria Kim disse no episódio? Acho essa gentileza e cuidado para com os outros à sua volta muito bonito especialmente para um homem, já que geralmente são as mulheres que são postas com essas características. Teve gente que chutou que as agulhas poderiam ser por causa de diabetes se ele estivesse mesmo com diabetes, mas acho que isso seria um baque e tanto para a dupla de patrulheiros preferida do Distrito 21. Felizmente é tudo para uma boa causa!

{Não, não esqueci da Bunny e suas exigências. Quando eu penso que ela já era baixa o bastante a infeliz faz o que? Baixa ainda mais o nível e resolve cutucar Hank com a vara bem curta, por isso já fiz um lembrete para assistir o próximo episódio com um balde de pipoca para esperar a visita do Hank na casa dela. Espero que seja bem amoroso, com aquelas palavras de carinho sendo trocadas e todas aquelas coisas que rolam entre eles. há-há.}

Até a próxima semana, folks!

Ps1: o que é aquela conversa fofura do Adam incentivando a Kim a conversar com o Roman? Gente, é muito amor por essa cumplicidade!

Ps2: quero mais momentos do café da manhã do Hank com a Erin + copinho de plástico.

Ps3: e o Mouse? Até de coadjuvante o cara consegue chamar a atenção.

Ps4: e os irmãos Halstead conversando sobre a vida amorosa do Jay? Estou, é morta!

 

Se liga na promo de “Actual Physical Violence”, o próximo episódio:

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