Todo mundo quer uma estatueta.

Vamos continuar a explorar o que as distribuidoras têm a oferecer esse ano. É importante mencionar que muitos filmes não serão abordados aqui, simplesmente porque a quantidade é absurda. Se eu sentir que são relevantes para o Oscar e seus derivados, falarei sobre eles. Se não, esperem por minhas recomendações na área de atualizações quando eu assistí-los.

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A Focus Features, divisão alternativa da Universal, sai de uma vitória no Oscar com Eddie Redmayne para outro filme com a presença do ator em um papel que é das maiores iscas de prêmios que já vi no cinema. The Danish Girl, novo filme de Tom Hooper (The King’s Speech, Les Misérables), conta a história da primeira pessoa na história a tentar realizar uma cirurgia de mudança de sexo na Dinamarca dos anos 20. O longa ainda conta com, adivinhem, Alicia Vikander interpretando a esposa auxiliadora (*) naquele que é provavelmente o papel que lhe trará mais chances de prêmios esse ano. Ainda no elenco estão Matthias Schoenaerts (fantástico) e Ben Wishaw. É interessante olhar para o que o time da Focus Features pode fazer para seus atores: em 2014 (Dallas Buyers Club) e 2015 (The Theory of Everything) o estúdio conseguiu estatuetas nessas categorias. Isso me leva a crer que o ano será mesmo de Alicia Vikander. A não ser que Redmayne faça um milagre no nível Forrest Gump, conseguir dois Oscars consecutivos será muito difícil.

(*) Quanto mais tempo passo cobrindo o Oscar mais abomino esse papel estereotipado que ocupa boa parte das posições nas categorias femininas da premiação. Keira Knightley, Naomi Watts, Rachel McAdams, Amy Ryan (duas vezes em pouco mais de um ano), Felicity Jones e Elizabeth Olsen são algumas das atrizes que interpretaram esse tipo de papel há pouco tempo atrás ou irão fazê-lo daqui a pouco.

Além desse longa a Focus Features conta com Suffragette, sobre o qual já discutimos. Apesar de ter pouquíssimos títulos, o estúdio apresenta dois fortes concorrentes.

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Dentro da Fox Searchlight as coisas não parecem tão positivas quanto no ano passado, embora seja cedo para dizer. Mesmo assim o leque de opções do estúdio parece mais vasto. Depois de arrasar o Oscar 2015 com The Grand Budapest Hotel e Birdman o estúdio tem várias opções, embora nenhum dos longas a seguir tem cara de frontrunner como Bridge of Spies, The Danish Girl, Steve Jobs ou The Hateful Eight.

Boa parte dos títulos já forram comentados aqui anteriormente. Youth e Brooklyn parecem ser os mais promissores: um deles com atores consagrados e uma trama envolvendo a vida em Hollywood, o outro com jovens promessas e uma ambientação nos anos 50. Além de Brooklyn o estúdio tem mais dois filmes que saíram de Sundance com uma ótima recepção. Me and Earl and the Dying Girl é o longa que foi amado no festival, mas após seu lançamento nos cinemas as críticas azedaram um pouco e detratores do projeto, dizendo que é apenas uma repetição de estereótipos dos filmes “indies”, são facilmente encontrados. Mistress America conta com a colaboração entre Noah Baumbach e Greta Gerwig, mas é impossível saber se o filme engrena nas premiações.

Uma das principais apostas do estúdio ainda não elencadas nessa coluna é Demolition. O diretor Jean-Marc Vallée vem de dois sucessos em premiações no quesito atuação com Dallas Buyers Club e Wild, e considerando a presença de Jake Gyllenhaal e Naomi Watts é fácil antever a indicação ao Oscar dos dois atores. Uma das minhas apostas mais precoces para o Oscar 2016 é a vitória de Gyllenhaal pela sua atuação em Demolition: prever que ele será indicado chega a ser fácil. O longa envolve o personagem de Gyllenhaal perdendo sua esposa, destruindo sua vida e encontrando por acaso uma pessoa que lhe ajuda a superar isso tudo. Parece chato e repetitivo, mas é válido dar um voto de confiança nos dois ótimos atores. UPDATE: Saiu uma notícia que acaba de anular tudo que eu disse acima sobre Demolition. Confiram no final do artigo.

Por último, o projeto que mais me chamou a atenção. A Bigger Splash conta com um elenco espetacular composto de Ralph Fiennes, Tilda Swinton, Mathias Schoenaerts e Dakota Johnson. Os três primeiros são pérolas comprovadas e possuem talento de sobra para impressionar. A última é uma incógnita, e acho importante não julgá-la por 50 Shades of Grey. Vamos ver do que ela é capaz fora de um blockbuster fedorento. A premissa do longa envolve um casal que passa as férias em um local recluso e sossegado (Schoenaerts e Tilda Swinton, que interpreta uma rockstar HOW COOL IS THAT??) e é perturbado por um antigo amor da cantora (Fiennes) que chega ao local com sua filha (Johnson), propagando uma cascata de inveja, desejo e discórdia. O potencial para as categorias de atuação é grande, mas fica a questão se a Fox Searchlight não deixará o filme de lado para divulgar filmes como Demolition e Youth.

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Estúdios menores como a Lionsgate também parecem promissores nesse ano. Além de contar com Sicario, o novo longa do prolífico Denis Villeneuve, a companhia tem em suas mãos o retorno de Juliane Moore logo após sua primeira vitória no Oscar com um longa que não poderia ter chegado em melhor momento.

Freeheld é sobre o casal formado por Moore e Ellen Page que luta na justiça pelo direito de uma pensão alimentícia para “companheiros domésticos”, também conhecidos como casal que não pode se casar porque a lei homofóbica não permite. A personagem de Moore é uma policial que descobre ter câncer terminal e tenta estender seu benefício dado pelo Estado à companheira. O filme chega em momento estupendamente perfeito. A Suprema Corte acaba de legalizar o casamento entre pessoas do mesmo sexo nos EUA, enquanto que a própria Ellen Page há pouco tempo atrás veio a público assumindo sua homossexualidade (obviamente especula-se que rodar Freeheld a inspirou de alguma forma). Steve Carell e Michael Shannon também estão no elenco e o potencial do filme é alto. UPDATE: Temos um trailer!! Confiram abaixo.

Outra aposta é Genius, longa que retrata a vida de um famoso editor de livros em seus dias lidando com figuras famosas da literatura. Thomas Wolfe, Ernest Hemingway e F. Scott Fitzgerald serão todos interpretados por, respectivamente, Jude Law, Dominic West e Guy Pearce. Colin Firth é o editor, e o filme ainda conta com Nicole Kidman e Laura Linney. Alguém se lembra de Midnight in Paris? O projeto é dirigido por um cineasta de primeira viagem, mas com esse elenco é impossível ignorá-lo.

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Menor ainda que a Lionsgate, o estúdio Open Road oferece alguns títulos surpreendentemente grandes. Dope é outro sucesso de Sundance que apesar de não ter ido muito bem nas bilheterias conseguiu boas críticas e muitos elogios ao novato protagonista Shameik Moore. Difícil dizer se fica para trás ou surpreende a todos como alguns títulos do festival fizeram no passado. Ponto positivo por colocar Kendrick Lamar no trailer.

Trailer sem legendas:

Spotlight por sua vez é um título ainda sem muito buzz, mas que me deixou interessado desde a primeira vez que ouvi falar sobre. O elenco é simplesmente espetacular: Rachel McAdams, Michael Keaton e Mark Ruffalo no mesmo filme, também contando com Liev Schreiber, Stanley Tucci e John Slattery. A premissa também é impressionante, envolvendo uma investigação jornalística sobre pedofilia dentro da Igreja Católica que é baseada em fatos reais. Tenho a impressão de que a principal chance aqui é para McAdams, que pode aproveitar suas várias aparições em projetos de renome esse ano para conseguir sua primeira indicação.

Snowden é com certeza o maior título da Open Road. Dirigido pelo consagrado Oliver Stone o filme é, obviamente, um relato do escândalo envolvendo o vazamento de documentos feito pelo então empregado da CIA Edward Snowden. O assunto é recente (tão recente que alguns questionam o filme por seu imediatismo) e polêmico, o que certamente garantirá ao longa um lugar nas discussões. Mesmo assim muito se questiona do diretor, que não chama a atenção da Academia e dos críticos há muito tempo. Joseph Gordon-Levitt e Shailene Woodley são os protagonistas, e embora não tenham experiência com o Oscar são novatos com muito potencial. Nicolas Cage, Timothy Olyphant e Zachary Quinto também participam. Um pequeno teaser foi revelado durante essa semana, e muitos não gostaram porque ele não mostra nada. Eu particularmente sou a favor disso, assistam e decidam o que acham.

Teaser legendado:

https://www.youtube.com/watch?v=vuyA7eMxOak

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Ainda mais diminuto que a Open Road Studios, Bleecker Street é uma distribuidora fundada a menos de um ano atrás pelo ex-CEO da Focus Features. O estúdio adquiriu alguns filmes em Sundance e Toronto, mas o único que parece ter bom potencial para o Oscar é Trumbo. O filme conta a história de um dos roteiristas que nos anos 40 entrou para a lista negra de Hollywood por suas supostas conexões com o comunismo. Dalton Trumbo é interpretado por Bryan Cranston em seu primeiro grande papel depois de Breaking Bad, e o longa também conta com a presença de Helen Mirren, Diane Lane, Elle Fanning e Louis C.K. O assunto é extremamente apetitoso para uma Academia que adora quando filmes falam de si mesma. Trumbo fez o roteiro de filmes como Spartacus de Stanley Kubrick e venceu dois Oscars após o término de seu expurgo hollywoodiano.

Outro filme nas mãos da Bleecker Street é também um potencial competidor na temporada de premiações, mas sua história é mais complicada e será explicada abaixo.

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Embora a Bleecker Street seja responsável pelo lançamento nos cinemas (apenas nos EUA, é claro) de Beasts of No Nation, é uma companhia irrelevante chamada Netflix que irá distribuí-lo no mundo inteiro por meio de seu serviço de streaming. Esse lançamento marca a primeira vez em que a ambiciosa empresa tentará contrabandear-se para dentro do Oscar, e considerando as várias notícias envolvendo a compra dos direitos de outros longas é possível que esse seja só o começo do investimento da Netflix no mercado cinematográfico. Irá conseguir? São muitas incógnitas. Que tipo de campanha ela irá empreender? Quando dinheiro está disposta a gastar? A Academia irá torcer o nariz ou acolher o novo competidor na área?

Em quesitos puramente relacionados ao produto as expectativas são boas. O filme narra a experiência de uma criança-soldado que se envolve em uma guerra civil de um país africano desconhecido. O diretor Cary Fukunaga acabou de provar indiretamente na segunda temporada de True Detective que sua presença era o elo que mantinha a mente deturpada de Nic Pizzolato em controle e produzindo bom conteúdo. Se tivermos cenas de ação, o que é provável, Fukunaga também tem qualificações de sobra, tendo dirigido aquela obra-prima de 6 minutos em True Detective que lhe garantiu um Emmy. O protagonista Idris Elba já ultrapassou o título de “estrela esperando para brilhar” e está mais para “estrela esperando que os idiotas de Hollywood notem seu brilho” (*). O restante do elenco é totalmente desconhecido e africano, algo que tomo como um ótimo sinal. Houve um pequeno alvoroço em razão do lançamento do filme na Netflix logo após sua exibição nos cinemas, com alguns deles recusando-se a passar o longa por “quebrar as regras” do negócio. Difícil saber se isso terá influência nas chances de Beasts of No Nation nas premiações.

(*) Sério, quando alguém irá perceber que Idris Elba é um gênio? Ele já deveria ter tomado o lugar de Daniel Craig como o próximo 007, pelo amor de Deus.

A festa da Netflix como o primeiro e único serviço de streaming a disputar o Oscar estava garantida, mas semana passada alguém resolveu estragar as celebrações.

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Sem ter o mínimo de vergonha na cara a Amazon anunciou que lança ainda esse ano o novo filme de Spike Lee, Chiraq. Isso significa que a empresa, teoricamente, também irá apostar no Oscar 2016. Nesse caso fico bem mais cético: o lançamento do filme parece ter sido adiantado somente para caber na janela de eletividade e dar algum tipo de “resposta” à atitude da Netflix, sem falar que Lee não lança um filme que chama a atenção da Academia já fazem alguns anos. Para complicar mais as coisas houve polêmica em torno da escolha do nome do longa. Chiraq é um filme que tem como premissa mostrar a crescente violência na cidade de Chicago, e Lee decidiu fazer um trocadilho infame com Iraque (Iraq, em inglês) no título. Os habitantes da cidade não gostaram. O elenco pelo menos parece promissor: Samuel L. Jackson, John Cusack, Wesley Snipes e possivelmente Angela Bassett. Coloque alguns rappers no meio e dois atores de The Wire (*).

Atualizações

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Spy é uma delícia de filme. Paul Feig e Melissa McCarthy combinam perfeitamente e a atriz tem ótimas oportunidades de mostrar seu talento nesse projeto, que por acaso passa no teste de Bechdel chutando bundas e com louvor. McCarthy interpreta uma agente da CIA que é o braço direito de um dos espiões mais importantes da agência mas que nunca realiza missões de campo. Quando as circunstâncias mudam ela é forçada a assumir uma série de identidades secretas para evitar que um míssil nuclear caia nas mãos erradas. Felizmente o diretor Feig não finge que essa é a maior preocupação do filme e cria um dos roteiros mais divertidos do ano, espalhando diversos personagens hilários pelo longa. McCarthy brilha mais do que todos com facilidade, mas Rose Byrne e principalmente Jason Statham são incríveis surpresas. O roteiro acaba exagerando na plot da espionagem em seu desfecho, apostando em diversas reviravoltas que nem sempre são necessárias ou até mesmo explicáveis. Mesmo assim o núcleo centrar da história é irresistível e Spy é com certeza uma das melhores comédias do ano (What We Do In The Shadows ainda é o campeão). Fãs de Ghostbusters devem ficar de olho nesse filme, já que Feig e McCarthy se reúnem no remake feminino da franquia ano que vem.

Trailer legendado:

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– Boa parte de 10.000 Km consiste disso que você está vendo acima: um ser humano interagindo com um computador. Alex e Sergi são um casal unido e lutam para sobreviver no mundo atual. Quando Alex recebe uma bolsa de estudos para estudar fora do país eles tem que lidar com um longo período de tempo longe um do outro, e a premissa do filme espanhol é acompanhar esse relacionamento à distância e suas esquisitices. O longa começa com um plano-sequência de 23 minutos e depois se fragmenta propositalmente para nos mostrar a imensa mudança pela qual o casal passa. Pelo menos um quarto do filme é observado através de uma web cam. O diretor Carlos Marques-Marcet não faz julgamentos e nos deixa mergulhar em um cenário absurdo e perigosamente real. A história de Alex e Sergi é a de muitos casais por esse planeta, e esse sentimento de realismo dá um peso muito bem-vindo a 10.000 Km. Fãs de Harry Potter e Game of Thrones irão reconhecer Natalia Tena, que assim como seu parceiro David Verdaguer oferece uma atuação realista e livre de excessos. Vale muito a pena a reflexão. Disponível na Netflix.

Trailer sem legendas:

– Notícias importantíssimas e até mesmo surpreendentes podem bagunçar a próxima temporada de premiações. O longa de Jake Gyllenhaal e Naomi Watts Demolition, que era minha aposta de vitória para o Oscar de Melhor Ator, foi adiado pela Fox Searchlight para 2016. Difícil entender porque: o potencial na temporada de prêmios era óbvio e Gyllenhaal aproveitaria de forma perfeita o buzz que criou nos últimos anos. Sem esse filme em 2015 eu não vejo como o ator pode sair vitorioso no Oscar 2016, e se Demolition acabar sendo lançado na primeira metade de 2016 também não vejo muitas chances para o Oscar 2017. Talvez esperem um ano inteiro? Enfim, pelo menos nesse ano, esqueçam da existência desse longa.

– Outra notícia que está mais para rumor não confirmado é o possível lançamento de Silence, novo projeto do mítico Scorsese que tem no elenco Liam Neeson, Andrew Garfield e Adam Driver, ainda em 2015. Aparentemente as filmagens terminaram antes do tempo previsto, mas considerando a fama do diretor em demorar no processo de pós-produção é difícil dizer o que irá acontecer. A distribuidora Paramount pode querer, obviamente, um lançamento antecipado para qualificar-se no Oscar 2016. Sendo o diretor Scorsese, entretanto, acontecerá o que ele quiser. Há uma certeza: se o filme sair nesse ano dificilmente ele não fará estrago nas premiações.

– O último artigo foi atualizado de última hora com o lançamento do trailer de The Revenant, e caso ainda não tenha visto confira aqui. De qualquer forma, algumas informações interessantíssimas sobre o filme emergiram na rede. Lubezki filmou o longa inteiro com luz natural, algo que fica aparente (espetacular também) no trailer e com toda certeza será berrado pelos sete continentes para garantir Oscars. O que dizer? Lubezki merece, mesmo já tendo ganhado dois em sequência. Além disso The Revenant foi filmado em ordem cronológica. Isso foi um tormento de logística: a produção foi extendida, o preço foi para o espaço (de 60 milhões para aproximadamente 130 de orçamento), câmeras congelaram, a equipe brigou e um dos extras foi arrastado nu pelo cenário numa cena de batalha envolvendo mais de 200 pessoas. A recusa de Iñárritu em usar efeitos especiais no filme parece ter sido uma das fontes de tantos problemas, além do clima e as restrições óbvias que envolvem filmar com luz natural e em ordem cronológica. Inclusive, as cenas finais do filme ainda estão sendo gravadas num processo de filmagem de mais de seis meses que forçou Tom Hardy a desistir do filme do Esquadrão Suicida. O verão chegou e o set de filmagens no Canadá simplesmente derreteu. Nesse fim de semana a equipe viaja para a Argentina a fim de gravar o final do filme, mesmo com a data de lançamento perigosamente próxima. A matéria completa em inglês você confere aqui.

– Saiu o trailer de The Good Dinosaur! O novo filme original da Pixar contrasta um cenário hiperrealista com personagens cartunescos, uma ideia diferente que me deixou bastante curioso. Prepare-se para chorar mais alguns baldes. Notei também uma semelhança com o novo jogo da Sony, The Last Guardian, que parte da premissa de uma amizade entre um homem e um desengonçado animal.

Trailer sem legendas (dispensáveis):

– Aqui está o trailer de Freeheld. Nada muito inovador, mas me impressionei com as boas piadas.

Trailer sem legendas:

– Mais um trailer, dessa vez do elogiadíssimo Son of Saul.

Trailer sem legendas (dispensáveis):

– Semana passada o leitor Delson compartilhou uma lista que montou no Letterboxd de filmes mencionados nessa coluna (você pode acessá-la aqui). Conferi o site e gostei tanto que criei uma conta. Sintam-se à vontade para acessar minha lista em ordem de preferência dos filmes que já vi em 2015 e ver minhas notas. Infelizmente, como a conta é nova não tenho todo o catálogo de longas que assisti durante a minha vida inteira e prefiro rever os filmes do que avaliá-los pela memória de anos atrás.

Na próxima coluna, minhas primeiras previsões para o Oscar 2016. Vamos brincar de prever o futuro!

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