O bom é que já temos nossa lista de suspeitos.
Essa foi uma das frases de introdução do caso no início do episódio. Após um pequeno hiato de duas semanas, Criminal Minds retornou lindo e maravilhoso. A direção do episódio foi do nosso amado Thomas Gibson. Incrível como os episódios dirigidos pelo elenco sempre nos dá um up – pelo menos pra mim – e, geralmente, nos traz algo diferente.
Por exemplo, adorei três passagens durante os 42 minutos: a trilha musical; close nos presos e, principalmente, nas tatuagens quando eram fichados e aqueles 126 minutos que Reid precisou para ler todos os relatórios dos presos.
Foi um deleite assistir esse episódio. Tanto a direção de Gibson quanto o caso da semana. Minha opinião é de que não houve o unsub da semana e sim uma história. E foi até simples, dentro de uma penitenciária com um número de suspeitos “reduzidos”. Fácil, fácil… Tão fácil que até eu consegui captar que os guardas eram os culpados.
Que gangue mais estranha aquela. Buscar os presos mais quietos para tentar modifica-los. Foi dessa forma que identifiquei essa “seita” pra lá de estranha. E chega a ser controverso, já que quantos guarda penitenciários gostariam de presos obedientes para ficar em segurança? Um ponto que Criminal Minds citou, ou deu aquela pequena cutucada, foi em como o sistema carcerário dos EUA está entregue ao capitalismo, em busca de dinheiro, sem pensar nas condições dos presos.
Confesso que é muita preguiça dos roteiristas colocarem a culpa nos guardas. Em outras séries policiais, com a temática parecida, sempre acaba da mesma forma. Poderiam ter ousado e ir além do óbvio. Alguém infiltrado ou o novo diretor – que por um instante até considerei culpado – como unsub.
E eu achei muito confuso o final do episódio. Os minutos finais foram corridos demais. Deu um tom de que perderam muito tempo com o calado Devon White e na esperança de encontrá-lo que o desfecho se perdeu. Mas, apesar dessa pequena reclamação, Lockdown foi uma delícia de assistir.
– Mais episódios com Thomas Gibson na direção.
– Por um momento, quando Rossi devolve os livros para Sam tive uma sensação que o presidiário pode ser o novo projeto do agente.
– J.J. foi figurante no episódio.














