Momentos que nunca esqueceremos…
Quando eu vi que teríamos um episódio envolvendo uma sessão de terapia, isso já havia me deixado animado. Mas o resultado apresentado superou as minhas expectativas, e acabou fechando 2014 (creio que o próximo episódio só chega em 2015) da melhor maneira possível. Mas antes dele, falemos do episódio anterior.
E lá vamos nós revermos alguns momentos de Gabriel e Rudy. Não sei quanto a vocês mas para mim as cenas no restaurante são bem parecidas, e cabe sempre à Christy dar um fôlego a cada uma delas.
Dessa vez foi com a ex-colega de escola, que numa simples conversa foi de um perdão a um casamento desfeito. Agora eu pergunto: Qual a necessidade disso? Tudo o que vimos depois ao longo do episódio se desenvolveria sem a necessidade dessa cena.
O restaurante é um tema que vem sendo discutido nas reviews aqui, e alguns de vocês também expressam suas opiniões. Acredito que a conversa com Marjorie poderia ter começado de outra forma, sem a necessidade disso tudo.
Ou seja, estamos num dilema: ou o restaurante volta com ótimos plots, assim como os demais cenários da série, ou vai embora de uma vez.
Uma sitcom tem pouco mais de vinte minutos para apresentar um episódio, e ele poderia ter sido melhor construído dessa vez. A temporada continua bem mais forte que a anterior, mas por ser o último episódio do ano, bem que poderia ter sido um pouco melhor.
Os temas da semana envolveram Chirsty de duas maneiras. Primeiro, sobre a tentativa de Baxter levar Roscoe para morar numa casa onde ele tenha um quarto de verdade. Creio que de tudo o que esse pedido gerou, o mais interessante foi a conversa entre ela e Violet, que lembrou como teve uma mãe ausente.
Gostaria de saber mais sobre esse passado, que nos é relembrado toda vez que assistimos à abertura da série. E é o que acabou acontecendo no episódio seguinte. Já iremos para ele!
Foi bacana ver o pedido de desculpas no final, e eu até torço para a nova vida de Baxter, mas algo ainda me diz que isso não vai durar muito tempo. Ano que vem saberemos um pouco mais.
E ainda tivemos a volta do dono da antiga casa das protagonistas, que rendeu bons momentos. Destaco o sonho de Christy sem mão, e o interesse dele em Marjorie. Diferentemente do restaurante, esse personagem contribuiu para as piadas do episódio, além de criar um mistério sobre um possível novo romance na série. Percebem a diferença?
Já Bonnie resolveu revelar todos os seus segredos, e os produtores poderiam ter usado o tempo gasto com o restaurante nessa cena, para que pudéssemos nos divertir com outras revelações dessa bisavó depravada que dormiu com gente que não acaba mais.
Quem acabou não gostando tanto da verdade foi Alvin, que deu uma titubeada, mas acabou perdoando a namorada no final. Assim como é bem trabalhada a questão do peso dos protagonistas em “Mike & Molly”, gosto de como a diferença de altura entre os dois é usada. O detalhe da caixa de ferramentas foi muito bom.
Agora sim vamos para o oitavo episódio dessa excelente temporada, que focou totalmente em Violet. Enquanto Baxter teve mais umas horas de pai e filho com Roscoe, a garota aceita a sugestão de sua mãe e de sua avó após a conversa com o ex-padastro.
Aqui já deixo claro a minha surpresa: eu não sabia que Baxter não era pai de Violet. Eu realmente não devo ter prestado atenção nesse detalhe, e pode ser que tenha sido pelo fato de eu não conseguir assistir a todos os episódios com legenda, o que leva a uma compressão menor dos diálogos e seus detalhes.
Muito engraçado vê-la convocando Christy e Bonnie para se juntarem no papo com o profissional de vinte e três anos e meio, que foi o máximo que elas conseguiram através de um serviço gratuito.
E aí fui surpreendido novamente com o fato do pai de Violet bater em Christy. A forma como momentos sérios são inseridos nessa série sempre foi um dos grandes diferenciais da mesma, mas a impressão que fica é de que eles estão cada vez mais afiados nesta arte de chocar, e depois assoprar, mas não ao ponto de tornar o assunto banal.
A partir do momento em que um novo fato nos é colocado à mesa, várias possibilidades começam a pipocar. Os verdadeiros motivos que levaram a protagonista ao alcoolismo, assim como o que de fato é verdade ou não no passado de Bonnie.
Creio que pelo fato delas mentirem sobre a morte do pai de Violet mostra o quanto nós podemos estar vivendo uma ilusão. Quando menos a gente esperar, boom! Algum personagem vai e revela um segredo. E é isso que deixa tudo ainda mais interessante.
E assim terminamos o ano de 2014 para “Mom”. É notável o crescimento da série, e não precisamos nos preocupar com números da audiência por enquanto. Parece que isso anda deixando a equipe criativa bem à vontade, o que vem sendo ótimo para gente.
Como já dito em reviews anteriores, teremos mais participações especiais nessa temporada, e isso já me deixa ansioso para 2015. E quanto a vocês? O que esperar de 2015?






















