Terminei o episódio desta semana com vontade de assistir à série com alguns amigos homens para ver se eles curtiriam tanto quanto eu. Os comentários deixados por rapazes na review do episódio piloto já me deram indícios de que não, eles não curtiriam. A explicação para isso pode ser o fato de que o contexto das piadas faz realmente mais sentido para as mulheres.
Posso estar viajando, mas tenho a sensação de que só morro de rir das pataquadas de Rebecca porque consigo entender o sentimento e até me colocar no lugar dela em diversas situações. Para mim, essa identificação é que deixa os absurdos divertidos. Que mulher nunca ficou toda dengosa enquanto o boy lhe ensinava algo? Ou inventou desculpas para se livrar de um cara grudento? Ou deu um jeito de colocar um abusado em seu devido lugar?
É claro que a gente faz tudo isso de forma mais discreta. Ninguém sai desmaiando pretendentes ou dando chave de perna nos outros por aí, mas a gente acaba agindo que nem ela em diversas situações. Eu mesma sou a rainha de não lembrar o nome das pessoas e vivo passando vergonha por conta disso. E já dei tapa na mesa para que meus amigos parassem de olhar a gostosona que entrou no bar e voltassem a conversar comigo. Enfim, eu tenho um quê de Rebecca Wright e é por isso que me divirto assistindo Bad Judge.
Achei este episódio mais engraçado que o anterior e continuo curtindo bastante a relação entre Rebecca e Tedward. Gosto do jeitão dele e me divirto quando ele faz a juíza encarar seus defeitos. O destaque de “One Brave Waitress”, porém, foi Billy the Chilli com sua aparição escandalosa no tribunal e com seu fora homérico no bar. A frase “se você começar a ler menos livros, me liga” foi genial, vai!
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P.S: o que tem feito você gostar de assistir Bad Judge?






















