Renovada para uma 4ª temporada mesmo depois de sucessivos fracassos de audiência e de muitas críticas sobre a qualidade da série, Gossip Girl retorna, após longo hiatus, numa espécie de recomeço. Apesar de não ter sido um episódio memorável (o que não é nada bom para quem precisa começar do zero), novas e interessantes possibilidades se desenvolvem, especialmente nas tramas de Chuck e Jenny.

Spoilers Abaixo:

Nem sei explicar o medo que eu tinha da volta de Gossip Girl. Simplesmente não queria mais uma decepção, depois de tantos fiascos e tanta apelação na primeira metade da 3ª temporada. Agora já posso dizer que não me decepcionei e até me animei, mas ainda não achei que tivemos um episódio realmente empolgante.

Uma das coisas positivas foi a folga que ganhamos de Dan e todo aquele drama de “três é par”, seguido da brilhante descoberta de que ele ama Vanessa. Ela, aliás, não deu as caras no episódio e a aparição de Dan se limitou a uns conselhos furados para Nate e Rufus.

Esse último, até agora não tinha escutado as explicações de Lily sobre a noite com o ex-marido e, quando resolve escutar, é sem paciência alguma para enrolação e uma pressa incrível de compartilhar a dor de corno com a vizinha do andar de baixo. Como não é novidade para ninguém que o pai de Serena está para aparecer, o balanço no casamento recente e tão esperado pelo público, parece inevitável. A pergunta é se Rufus e Lily vão sobreviver a tudo isso e eu sinceramente espero que sim.

Blair está uma chata. Ainda obcecada em fazer parte de sociedades secretas e ascender socialmente, ela parece um disco riscado. Enquanto isso, Chuck investiga sobre o passado de Bart e descobre, com muita dificuldade, a existência de Elizabeth. Depois da cena final, acho que está mais do que óbvio que Chuck vai poder aposentar a cara de “pobre menino órfão”. Elizabeth é mesmo a mãe dele e farei uma aposta positiva no desenvolvimento dessa história, que continua a toda na próxima semana.

Milagrosamente, Nate teve mais do que duas falas no episódio, embora eu ainda ache que ele é o homem-samambaia da série e sirva só para enfeitar as cenas. Aliás, Serena que o diga. Ela não se fez de rogada e apalpou a bunda de Nate com muita vontade nos momentos de pegação que agitaram o episódio.

No entanto, a nova faceta de Jenny é realmente o grande destaque. Linda e aparentemente uma doçura de menina, ela ataca como uma personal drug dealer. Jenny é criativa demais e até inventa um casaquinho com pílulas nos apliques. Isso que é exclusividade! Damian que é tão parecido com Nate Samambaia que até me assustou, também continua na trama, trazendo muito mais do que inocentes balinhas para alegrar os episódios de Gossip Girl.

Renovada para uma 4ª temporada mesmo depois de sucessivos fracassos de audiência e de muitas críticas sobre a qualidade da série, Gossip Girl retorna, após longo hiatus, numa espécie de recomeço. Apesar de não ter sido um episódio memorável (o que não é nada bom para quem precisa começar do zero), novas e interessantes possibilidades se desenvolvem, especialmente nas tramas de Chuck e Jenny.

Nem sei explicar o medo que eu tinha da volta de Gossip Girl. Simplesmente não queria mais uma decepção, depois de tantos fiascos e tanta apelação na primeira metade da 3ª temporada. Agora já posso dizer que não me decepcionei e até me animei, mas ainda não achei que tivemos um episódio realmente empolgante.
Uma das coisas positivas foi a folga que ganhamos de Dan e todo aquele drama de “três é par”, seguido da brilhante descoberta de que ele ama Vanessa. Ela, aliás, não deu as caras no episódio e a aparição de Dan se limitou a uns conselhos furados para Nate e Rufus.
Esse último, até agora não tinha escutado as explicações de Lily sobre a noite com o ex-marido e, quando resolve escutar, é sem paciência alguma para enrolação e uma pressa incrível de compartilhar a dor de corno com a vizinha do andar de baixo. Como não é novidade para ninguém que o pai de Serena está para aparecer, o balanço no casamento recente e tão esperado pelo público, parece inevitável. A pergunta é se Rufus e Lily vão sobreviver a tudo isso e eu sinceramente espero que sim.
Blair está uma chata. Ainda obcecada em fazer parte de sociedades secretas e ascender socialmente, ela parece um disco riscado. Enquanto isso, Chuck investiga sobre o passado de Bart e descobre, com muita dificuldade, a existência de Elizabeth. Depois da cena final, acho que está mais do que óbvio que Chuck vai poder aposentar a cara de “pobre menino órfão”. Elizabeth é mesmo a mãe dele e farei uma aposta positiva no desenvolvimento dessa história, que continua a toda na próxima semana.
Milagrosamente, Nate teve mais do que duas falas no episódio, embora eu ainda ache que ele é o homem-samambaia da série e sirva só para enfeitar as cenas. Aliás, Serena que o diga. Ela não se fez de rogada e apalpou a bunda de Nate com muita vontade nos momentos de pegação que agitaram o episódio.
No entanto, a nova faceta de Jenny é realmente o grande destaque. Linda e aparentemente uma doçura de menina, ela ataca como uma personal drug dealer. Jenny é criativa demais e até inventa um casaquinho com pílulas nos apliques. Isso que é exclusividade! Damian que é tão parecido com Nate Samambaia que até me assustou, também continua na trama, trazendo muito mais do que inocentes balinhas para alegrar os episódios de Gossip Girl.



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