Sim, só temos mais 2 episódios até o fim.
Mas calma, gente, é o fim da primeira temporada rs! O que me lembra que a segunda temporada [ainda] não foi confirmada e isso me deixa um pouco ansiosa, daí eu me lembro da Análise de Audiência do Gabriel e fico tranquila pois, segundo essa pessoa com poderes de clarividência, a renovação já é garantida. Então tá tudo certo, né? Né?
“The President’s Fitness Test” foi um episódio um pouco abaixo da média dos episódios anteriores, mas que cumpriu seu papel de entreter por 20 minutos. O plot principal foi o do nosso fofo Adam e seus problemas nas aulas de ginástica. Amei o fato de o Adam narrador ter falado dos shorts curtos e colados dos anos 80, pois sempre que vejo essa peça de vestuário que, com a graça divina, ficou nessa década mesmo, não acredito que de fato houve pessoas utilizando essa aberração do bom gosto em algum período histórico da raça humana. Além disso, eu amo quando a série faz esses comparativos entre hoje em dia e 30 anos atrás de forma inteligente e irônica. Esta reviewer que vos fala entende bem a agonia de precisar participar de aulas de ginástica (ou, em terras tupiniquins, “Educação Física”) sem querer/ter aptidão para tal/entrando em pânico pois os boyzinhos da sua sala lhe veriam usando uma bermuda lamentável e mostrando toda a sua desenvoltura nos esportes, que, no meu caso, era zero. Lembro-me com clareza do dia em que participei de um Campeonato de Vôlei e quando minhas companheiras foram loucas o suficiente para me entregar a bola, eu errei o saque. É, Adam, eu te entendo completamente, só que eu não tinha uma mãe sMotherloucaneurótica que se propôs a mandar um recadinho para o presidente pedindo a minha ausência nas aulas. Gostei novamente de ver o Murray tendo mais participação no episódio, embora continue sentindo MUITA falta da rabugice, das reclamações e dos gritos. No final das contas, Adam mandou um beijinho no ombro pro técnico anticomunista e pros seus coleguinhas de sala e fez o pull-up (como é o nome disso em português mesmo?) mais absurdamente bizarro que a televisão americana já viu. Muito bem, fio.
O plot entre Erica, Barry e Fanny ficou em segundo plano mas não deixou nada a desejar. Lógico que a irmãzinha Goldberg sacana não iria perder a oportunidade de acabar com a reputação do irmãozinho em francês, não é verdade? O Barry realmente deveria saber desde o início que não era amor, era cilada, e óbvio que o episódio acabou e ele ficou acreditando na grande paixão que a Fanny definitivamente sentia por ele. Ah, Barry, como alguém pode ser tão sem noção e adorável ao mesmo tempo? Dentro desse aspecto do Pen Pal (que sempre me faz lembrar do Pay Pal), é interessante notar que, atualmente, a coisa mais fácil do universo é você ter amigos em qualquer canto desse planeta, enquanto que naquele tempo a coisa toda era mantida via cartas e um telefonema, caso você estivesse disposto a pagar 33309430439 reais só com uma ligação. É bem louco isso, né? Eu falo com minha colega americana de Nashville pelo Facebook como se ela estivesse no mesmo bairro que eu e skypeio com minha amiga que tá morando na Califórnia como se ela ainda morasse na minha cidade. É impressionante como a Internet e a CMC (Comunicação Mediada por Computador – hello, TCC) fizeram o impossível: eliminaram as distâncias. Podem me quotar no próximo trabalho de vocês sobre Globalização, tá certo, queridos leitores?
1×20: You’re Not Invited
O 1×20 conseguiu recuperar o ótimo ritmo da temporada e nos entregou um dos episódios mais legais até agora. O plot do Adam poderia ter ocupado o episódio inteiro sem maiores problemas, o que de fato aconteceu, já que a coisa toda da abertura do cofre de Al Capone foi só uma desculpa para a reviravolta que aconteceu com o Murray no final das contas. Nosso querido e fofo Adam Goldberg, que só queria uma festa com laser tag (um negócio que eu só fui conhecer na série e que acabei de descobrir que tem aqui na minha cidade rs), acabou sendo persuadido pelos conselhos sempre eficazes do Barry a fazer uma make-out party, ou festa da pegação em bom português. Mais uma vez, destaque para Troy Gentile sendo o Barry da sem-noçãozice que todos amamos. Absolutamente hilária essa ideia do que é uma festa da pegação, afinal, eu não iria me sentir nem um pouco à vontade em uma festa com travesseiros marroquinos, lamparinas de lava e tamborzinhos de bongo. Baixou a Bevy na Erica e finalmente podemos ver um relance de maturidade na menina, que queria terminar com aquela baixaria adolescente (e eu também, afinal, criança tem que tar brincando, não se pegando). Falando em adolescentes, não é simplesmente lindo quando todos da Adam’s Gang se juntam? Eu já amo aquele grupinho e espero ver mais aventuras vindas da parte deles, principalmente se tiverem a presença de Dave Kim, o personagem mais aleatório de todos os universos, e Emmy Mirsky, a badass na qual um dia eu quero me tornar. Lógico que Bevy não iria ficar de fora dessa zuera e, como já era de se imaginar, foi inventar de segurar vela na hora errada, acabando com os 7 minutinhos no paraíso de Adam e Dana, que estava apaixonada pelo Adam Goldnerd de verdade, não aquele com festas de pegação e ostras e roupa de veludo. E quando o Adam de verdade se revelou, as coisas aconteceram naturalmente, afinal, qual menina de 12 anos não vai ficar caidinha por um cara que se atira na frente de um laser para salvá-la? Eu casava no segundo seguinte! Eu particularmente tenho uma visão bem chata sobre crianças de 12 anos já começarem a namorar e tudo mais, mas preciso admitir que a cena foi bem bonitinha. Estranha, mas fofa.
Murray e Pops tiveram uma historinha pra chamar de sua, mas que no final acabou se interligando com a festinha do Adam e deu origem a um dos momentos “pai e filho” mais legais da série até agora. Muito bonita mesmo a cena em que Murray deixa de assistir ao programa que queria tanto só pra observar o brilho no olho do filhinho, brilho esse que ele, como pai, pode proporcionar. Ai gente, me segura que é muita emoção! E vale mencionar o fato histórico de Pops finalmente ter dado um bom conselho, não é verdade?
The Goldbergs está completamente em sua reta final e já podemos fazer alguns panoramas sobre essa 1ª temporada, mas deixarei vocês curiosos e guardarei essa análise mais completa para a última review desta Fall Season. Estou plenamente (ou quase isso) certa de que nossa família amada terá mais uma chance na ABC e a renovação acontecerá, portanto, embora seja estranha a ideia de só haver mais 2 episódios, estou convencida de que não será um “adeus”. Torçam comigo, comecem a se despedir dos Goldbergs e até as últimas reviews!
Em tempo de Segunda Guerra Mundial: Destaque para a cena em que Pops fala pela 5950594049ª vez que lutou na Guerra e Erica pergunta se isso foi real. Isso mostra que 40 anos após a Segunda Grande Guerra todo mundo já tinha se esquecido do fato e ninguém valorizava mais quem tinha lutado nela. Triste.
Em tempo de Guerra Fria: Amei as referências aos comunistas. Sempre bom lembrar que mesmo tudo sendo colorido e feliz e animado, os anos 80 foram uma época de guerra nos Estados Unidos. Ah, e eu amo História também, vale dizer.
Em tempo de 11 de setembro: GENTE, o que foi a cena em que o Barry passa pelo detector de metais do aeroporto com uma FACA e o segurança o deixa continuar de boa na lagoa? Mais uma vez a série investindo em mostrar como tudo mudou em 30 anos. Adoro.
Em tempo de coerência: A cena final do episódio 20 mostrou o Barry efetivamente agindo como presidente do Grêmio da escola. Legal que o roteiro se lembre desse fato que aconteceu láááá no episódio 13, inclusive acho que poderiam abordar mais esse aspecto e, quem sabe, permitir alguns avanços do sem-noçãozinho em relação à Lecky Bloom, a guria da qual ele é a fim e que só tem 1 fala a cada 3 episódios. Bichinha, gente!
Em tempo de I’m sexy and I know it: Colher: o mais sexy dos talheres.
Em tempo de eighties 1: “GOLDNERD!”
Em tempo de eighties 2: “Hmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmm…” Alguém dê um Emmy pra Wendi McLendon AGORA, pfvr.
Em tempo de eighties 3: “Mami nunca, NUNCA vai deixar qualquer coisa remotamente desconfortável acontecer a você.” Beverly, me adota?
Em tempo de eighties 4: “Eu vi uma foto da sua amiga francesa SEXUALMENTE CARREGADA.” Barry, te aquieta, homem (aquele momento em que você percebe que The Goldbergs não é uma série tãããão infantil assim)!
Em tempo de eighties 5: “Eu sei que a placa diz que não pode estacionar aqui, mas tudo bem, porque eu tô apaixonado!” (GOLDBERG, Barry) <3
Em tempo de eighties 6: “QUE DANADO TÁ ACONTECENDO AQUI? Parece um calabouço do amor na casa de um serial killer!” FESTÃO HEIN















