
Depois do espantalho, mostrado na semana passada, Fringe apresenta mais um personagem do Mágico de Oz: O homem de lata. E as referências não param por aí. Confira mais, abaixo.
Spoilers Abaixo!
O mais novo colaborador da Olivia se mostrou eficiente, usando técnicas bem conhecidas. A agente já estava começando a perder a cabeça com Sam Weiss quando eu percebi que, na verdade, ele colocou em prática as lições deixadas por Karate Kid. Fazendo a Olivia de Daniel San, ele a fez pensar que só estava “pintando a cerca”, quando, na prática, as tarefas fizeram muito mais por ela.
Outra ponto fundamental apresentado por essa dupla está numa conversa aparentemente sem maiores significados. Sobre o modo de amarrar os sapatos, Sam diz que prefere o método das “duas orelhas do coelho” que a do “laço único” (“bunny ears method to the one loop wrap”). Essa pode ter sido uma ótima referência a William Bell, que já foi identificado como o Coelho Branco de Alice No País das Maravilhas. O que faria bastante sentido, já que Sam foi recomendado pela Nina Sharp, a mão direita de Bell.
Além disso, as orelhas de coelho lembram coisas duplas – como em duas realidades. Claro, esse método “requer mais coordenação”, mas a Olivia “chegará nesse ponto”, falas do próprio Sam. O que eu entendo disso é uma sutil referência ao que deve ser o objetivo central da Olivia para essa (ou futura) temporada, ou seja, voltar para o outro lado. Os flashbacks em vermelho (como sinal de perigo?) foram bem colocados e espero que a consciência dela volte logo para sabermos tudo o que aconteceu do lado de lá.
O projeto “Homem de Lata” nos apresentou o coronel Raymond Gordon, que usava os poucos homens-bomba que tinha para tentar recuperar as maletas carregadas pelos Observadores antes dos mesmos a possuírem. Fiquei com a impressão de que o primeiro “entregador” morreu quando o policial explodiu, foi isso mesmo? Se foi, é certo que há cópias (de outras dimensões, talvez) dele por aqui, já que o que apareceu no final tinha a mesma aparência do primeiro.
Por um mintuto pensei que não o veríamos, mas a aparição do Observador no final foi colocada da melhor maneira possível, a forma com que ele analisava as fotos do Walter foi de arrepiar. Principalmente depois de ouvirmos o coronel, já preso, dizer que “o que estiver naquela maleta irá destruir a todos nós!”. Seria o Walter culpado pelo fim do mundo como o conhecemos?
Parte do obscuro passado do Peter foi mostrado e parece que o rapaz não foi nenhum santo lá para os lados do Saddam Hussein, não. Apesar disso, seus contatos parecem permanecer fiéis. O que o Bishop mais novo aprontou? E qual seu(s) real(ais) objetivo(s)? Afinal, não deve ser muito comum uma pessoa ter tanto contato especializado em tantas áreas diferentes e com tanta lealdade como ele tem.
Mais uma vez o Walter esteve forçando a memória do filho mas, para a nossa surpresa, com sucesso. O Peter se lembrou do quebra-cabeça da coelhinha da Playboy que fez com o pai quando criança. Não sei se faz muito sentido, mas será que o Walter está alterando a memória do filho? Seria por isso seu real interessa de permanecer no apartamento onde vive? Apesar de ser pouco provável, fica a possibilidade.
Momentos que marcaram o episodio:
- A vaca mugindo ao ver o Peter comendo um cheeseburguer, hilário.
- Momento ternura: Walter concordando em mudar de apartamento, só pelo filho.
- Momento ternura 2: A troca de histórias de vida entre o Walter e a Astrid.
- Walter lambendo a orelha do homem-bomba e achando salgado.
- O experimento do Walter com a melancia e o desabafo da Astrid por ter que limpar tanta fruta.
PS: Algumas informações desse post são traduções livres de textos do site Fringe Bloggers.














