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Intenso. Essa palavra define muito bem o retorno desse fenômeno chamado Lost, e principalmente, o seu quarto episódio que como já era de se esperar, não deixou a bola cair.

Spoilers Abaixo:

A Partir de agora vamos dividir em partes a review para não ficarmos tão perdidos alternando entre flashbacks, flahsforwards, jumpbacks, jumpforwards e espaços alternativos.

Fora da ilha:

Confesso que a Kate não é uma das minhas personagens preferidas e geralmente recebo a notícia de que um episódio será centrado nela com um bocejo. Fiz o mesmo com esse e admito que mordi minha língua.

Uma das melhores cenas do episódio é a inicial, em que vemos Kate tendo a “idéia” de mentir sobre ser a mãe de Aaron, e a frase final dela consegue acionar no nosso cérebro rapidamente momentos significantes entre os dois, desde ela costurando o machucado no Piloto ao épico “We Have to Go Back” no final da terceira temporada.

Três anos depois, Kate está em Los Angeles e tem Sun como sua cúmplice. Falando na coreana, só eu que ainda estou um pouco confuso em relação às verdadeiras intenções dela? E Pensando mais alto, será que a morte do marido seria suficiente para tudo isso? Não sei, acho que veremos mais sobre isso na reta final da temporada (afinal, três anos se passaram em ambos os mundos e isso não pode ser esquecido, muita história pra contar).

Outra história que continua de onde terminou na premiere é Sayid com Jack no hospital. Depois dos maus bocados que ele havia passado devido ao dardo, outro homem é enviado e como já se esperava Sayid não teve trabalho  para derrubá-lo e extrair um misterioso endereço que poderia levar ao paradeiro do executor, tal endereço é da casa de Kate. Está bom pra você? Calma, ainda tem mais.

Depois de uma fracassada tentativa de acordo com Dan Norton, Kate o segue para determinar quem havia descoberto a mentira juntamente com Jack, que havia ido de encontro a ela. Em vão, Carole Littleton nem suspeita que a filha esteja na cabana bizarra de um ser que não gosta de eletricidade.

Por fim, tudo conduz a maioria dos Oceanic Six a um mesmo lugar, em que se é revelado que Ben enviou Dan Norton à casa dos Austen. O Cara vai ter que usar todas as suas habilidades para conseguir convencer Sayid, Kate e Sun a ir para a ilha ali mesmo, fazendo o problema de o retorno ficar 90% resolvido. E Para terminar ainda mais arrepiante, Sun vai ao encontro do pessoal com uma arma. Colleen manda lembranças.

Não vejo a hora da continuação desse ápice em This Place is Death.

Pontos que merecem destaque:

– Hurley com camisa de prisioneiro foi muito engraçado, deveriam ter dado para o Dude uma camisa mais longa.

– O Nome na caminhonete de Ben, Canton-Rainie é um anagrama com a palavra “reincarnation” (”reencarnação”).

Na ilha:

O Drama no final de Jughead em torno de Charllotte foi finalizado nos primeiros minutos e aparentemente é só um efeito colateral dos flashes. Sawyer e Locke têm a costumeira argüição sobre qual caminho trilhar e por fim decidir-se ir até a Orquídea, o que se subentende como mover a ilha novamente.

Penso eu que essa é a solução ou o fator X que vai fazer tudo ficar um inferno como alertado por Jeremy Bentham, porém o interessante seria um meio termo entre os dois e como já disse em reviews anteriores, acho que os roteiristas não vão desapontar.

Aliás, se depois de quatro temporadas eles não o fizeram, por que iria começar agora?

Outro momento nostálgico foi ver novamente maravilhosas cenas que nos fizeram amar Lost, como um dos melhores momentos de Locke, batendo desesperado na escotilha e o difícil parto de Claire longe de Jack e do “conforto” do acampamento.

Infelizmente, a pergunta sobre o que aconteceria se Sawyer falasse com Kate permanece.

Decididos a evitar movimentações inconvenientes entre o tempo e chegar o mais rápido a estufa, eles pegam uma canoa que aparece misteriosamente na praia e no meio do trajeto, são atacados e em seguidas salvos por um jumpback.

De volta a praia, os destroços de um barco são encontrados fazendo Locke repetir uma velha frase do piloto.

Pontos que merecem destaque:

– Seria o encontro entre pessoas pelo tempo o motivo dos famosos sussurros?

– Além de Charlotte, os narizes de Juliet e Miles têm sangramento. Possivelmente uma questão de tempo até isso afetar a todos. Ou não.

– É Encontrada uma garrafa de água da Ajira Airways na canoa e já lanço minha aposta: O Bote foi usado pelos Oceanic Six em alguma parte da história futura na ilha dessa temporada.

Na expedição francesa
Finalmente, depois de quatro temporadas o momento que todos os fãs esperavam: O Passado de Danielle Rousseau. Os membros da expedição (em um bote) encontram um corpo na água e…tcharam! Jin não morreu. Fico feliz por isso. Sou um grande fã do personagem e não gostei do modo como ele tinha “morrido”, só os personagens chatos merecem explodir, vide Michael.

A jovem Rousseau é bem diferente da velha e é a única pessoa que parece não estar incomodada com o fato de estar encalhada numa ilha deserta, grávida e junto de um coreano desorientado.

Devemos ver mais sobre eles em This Place is Death, que promete ser um episódio que vai mudar tudo.

Pontos que merecem destaque:

– A Equipe capta a mensagem que o amigo louco de Hurley ouviu, sim! Aquela que fica dizendo os bad numbers repetida vezes.

– Como Jin se salvou e por que ele parece ter saído ileso da explosão do cargueiro?

Conclusão:
Não vejo a hora de a próxima quarta chegar. E Você?
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E Se você estiver tão ansioso quanto eu, dê uma olhada na promo de This Place Is Death logo abaixo:

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