
Hung começa a desenvolver sua premissa de maneira morna, mas ainda assim divertida.
Spoilers abaixo!
A Tanya está se mostrando uma cafetina muito melhor do que poeta. Mesmo não conseguindo passar a perna em seu prostituto ao tentar ganhar 50% de comissão, ela corre atrás do prejuízo e consegue um contato com grande potencial na aquisição de seu “produto”. Lenore é personal shopper de senhorinhas muito danadinhas, mas quis fazer um test drive antes de indicar esse novo “acessório”. Quantas aspas!
E, no fim, todo mundo sai ganhando. O próprio Ray diz que é um cara normal, que gosta de fazer coisas normais, então não há clientela mais normal que velhas senhoras. O teste drive pode até ter sido vagamente prazeroso para ele, mas quando o dinheiro estiver entrando o prazer aumenta. Ah, se aumenta! O engraçado na situação toda é que, mesmo sendo bem dotado, ele está longe de ser um Hank Moody da vida, de fato é uma pessoa normal.
As situações mais hilárias, porém, ficam na tentativa do Ray em desenvolver sua habilidades nas preliminares com a Tanya. O sexo deve vir tão fácil pra ele que nunca foi preciso gastar tanto tempo com esse tipo de coisa, até agora. A Tanya é até uma boa professora, mas talvez por vergonha ou por achar tais medidas desnecessárias, Ray acaba metendo (calma que esse é um blog de família!) os pés pelas mãos e fica todo desconcertado na presença da Lenore, sua primeira cliente. Primeira cliente que pode ter ficado com sua carteira. Que tipo de prostituto anda com documentos desse jeito? E com a onda de demissões na escola onde trabalha, é bom ele se desenvolver bem rapidinho nessa jornada dupla.
Damon e Darby continuam bem esquisitos e, muitas vezes, me pergunto se realmente são filhos do Ray. A mãe dos garotos, que esteve ótima no piloto, ficou demasiada caricata como mãe incompreendida pelos filhos. O dermatologista, seu novo marido, mesmo aparecendo pouco, pareceu deslocado na trama, já que não divide suas cenas com mais ninguém além da Jessica.


















