
Será que ele é?
Spoilers Abaixo:
Aqui no Brasil vendas de jardim são coisa rara ou inexistente (se você já presenciou esse fenômeno, parabéns), mas nos Estados Unidos, terra do furacão Sandy (Irene e Katrina, ainda lembramos de vocês!) e outros desastres, as tais Yard Sales ainda não foram impedidas pelas autoridades, pelo menos, é esse o pensamento exato de Jay, sobre o tem do episódio dessa semana. Mais uma vez, ótimo, para dizer o mínimo.
Essa situação é potencial porque, convenhamos, esse tipo de evento atrai gente estranha e que gosta de velharia. Na venda de jardim você colaca suas tralhas na espera de que algum trouxa te ajude a se livrar do lixo e ainda te pague para isso. Gente normal, portanto, não é atraída por esse tipo de coisa, muito embora, às vezes, uma ou outra preciosidade possa ser encontrada em meio aos cinzeiros lascados (quem quereria isso?) e calças jeans gigantes.
O exemplo perfeito disso é Uncle Grumpy, ou Tio Ranzinza, como preferirem. Um dos plots mais absurdos já vistos na série, que acabou sendo genial pela comparação do boneco com Jay e pelas artimanhas de Luke. O ventriloquismo de Gloria foi tão ruim que ficou provado o motivo pelo qual todos queriam tanto um puppet show.
O menino Luke, vale reforçar, tem se mostrado um pequeno manipulador. Adoro que os roteiristas potencializam a doideira dele, com a ideia de uma cabeça na mala (dia desses ele vai acertar!) e fazem de Luke o articulador da história, inventando a conversa de que Manny precisa sentir orgulho da mãe novamente, pegando exatamente no ponto fraco de Gloria.
Falando em pontos fracos, eis que conhecemos o de Alex: gaydar defeituoso. Esse namorico dela já estava absurdo na época do baile, mas agora que tem “ação debaixo da blusa” (dele, diga-se de passagem), Claire tem razão em se preocupar. O garoto continua negando e dizendo que se beija garotas é o mais hétero do mundo, enquanto lê a nova edição da Elle Decoração. Ok, então. Nem mesmo Mitchell e Cameron, em meio ao impasse das calças puderam ajudar.
Claro que, mais uma vez, a cereja do bolo é Phil Dunphy e sua aventura sobre duas rodas (e lataria que prende na calça quando a moto cai). Ele encara muito bem esse papel de desajeitado e medroso, mas nunca sem tentar provar sua masculinidade. Honestamente, aquela bicicleta bizarra era bem legal (mas eu não usaria por motivos de: não ser suicida social), mas Phil encarou bem o estilo jaqueta de couro, sozinho na estrada. A situação só ficou feia quando ele viu sua vida toda passar diante de seus olhos e aquele vídeo de despedida foi algo absurdamente bom. Se algo assim acontecer com vocês não esqueçam de avisar que a caixa de DVDS suspeitos que está escondida no quarto pertence a um amigo e você só estava guardando como um grande favor.














