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“Can you get me Carrot Top’s autograph?”. Com essa pérola, estamos diante de mais um dos “episódios-continuação” de Prison Break. É como os quatro primeiros episódios – os produtores querem explicar muitas coisas e fazer muitas reviravoltas, mas não têm tempo. Por isso a correria.

Spoilers Abaixo:

O quinto cartão foi copiado e, com isso, temos por aí uns nove episódios para que o último cartão seja adquirido (tendo em vista que o aparelhinho do Roland agora está nas mãos do cassino em Vegas) e para que haja a decodificação e o encerramento da série.

Bem engraçada a twist do Scuderi ser heterossexual, ao contrário do que se pensava. Se eu tivesse, no entanto, que apontar problemas no episódio, diria que não curti o – pela enésima vez – aprisionamento do T-Bag, pois preferia que tivessem dado cabo dele de uma vez. Também não gostei muito do amontoado de informações que esmagaram num episódio só, sem dar muita explicação.

No entanto (e a review de hoje termina por aqui), o que me leva a assistir Prison Break hoje em dia, além da qualidade da atuação do William Fichtner e, em alguns momentos, do próprio Robert Kneeper, é o fato de que eu já passei três temporadas vendo. Quero ver o desfecho de toda a história, o Series Finale a que corajosos cinco milhões de telespectadores ainda almejam assistir.

P.S.: Uma última coisa sobre esse episódio. Quão idiota é o Roland pra usar o dispositivo dele na mão, tranqüilamente à vista de tudo que é câmera, ganhando seguidas vezes num caça-níqueis? Pela madrugada, produtores.

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