Ted Lasso está encerrada, ou até o momento divulgado, a terceira temporada sim. No episódio anterior fiz questão de elogiar a escrita da série que parecia ter voltado à essência da série, mas talvez eu tenha azarado isso. A temporada teve seus altos e baixos, novos arcos de personagens, episódios longos, lágrimas e risadas, e muita história a ser concluída na última hora, o que faz pensar se não houve questionamento que as escolhas feitas poderiam prejudicar a série.
‘So Long, Farewell’ concluiu a história com foco no que vinha aos poucos sendo traçado, a volta de Ted para o Kansas. A primeira aparição dele no episódio é acordando na casa de Rebecca, enquanto ela ainda não está pronta para falar sobre “isso”, um momento muito ambíguo que só é esclarecido quando Beard e Jane também aparecem e Lasso agradece ter sido acolhido após o vazamento de gás no seu bairro. O assunto que Rebecca queria evitar é o Ted ir para casa e não voltar mais.
Ted não gosta de despedidas mas certamente o time não deixaria que seu último dia de trabalho fosse apenas mais um dia normal, eles fizeram um ato de despedida em forma de musical, performando ‘So Long, Farewell’, nome que dá título ao episódio e é originada do filme A noviça rebelde. Na versão tocada na série, quem canta são os atores, foi uma cena muito bonita como forma de agradecimento aos técnicos, porque Beard também vai embora e no final seca uma lágrima por baixo do óculos. Ted com certeza está orgulhoso, há pouco tempo era ele quem ensaiava uma performance com o time e dessa vez eles que organizaram a homenagem, ele não se permitiu ficar emocionado mas agradeceu a perfeição e gerou uma comemoração no estádio digna de uma grande vitória.

O clima de despedida e nostalgia foi também para quem está assistindo, com Keeley no Richmond entregando presentes para Ted e Beard, entrando no vestiário do mesmo jeito que fez na primeira temporada e orientando os jogadores nas coletivas de imprensa. A cena foi montada em um plano sequência que ficou bom, Roy viu quando Jamie foi conversar com Keeley e o chamou para uma cerveja, surpreendendo Nate com a alteração nas relações enquanto esteve fora, mas a sequência desse núcleo não foi tão boa assim. A dinâmica entre Roy e Jamie foi um dos triunfos da temporada, ambos pareciam ter amadurecido para construir uma amizade apesar de ambos já terem namorado Keeley, mas a conclusão foi que essa maturidade não chegou, porque os dois brigaram após a provocação de Jamie citando o vídeo de Keeley e foram parar na casa dela para que ela escolhesse com quem ficaria.
Se a intenção era ser uma cena engraçada, com briga de homem por ciúmes da ex-namorada, ou mostrar que os dois na verdade não abandonaram o lado imaturo, na verdade serviu para Keeley mais uma vez ter seu tempo de tela voltado aos seus relacionamentos. Ela coloca os dois para fora e não escolheu nenhum, depois do que fizeram, realmente é melhor não ficar com nenhum deles, mas Keeley que nessa temporada teve sua própria empresa e a chance de ser destacada no lado profissional, teve sua maior participação voltada aos romances e pouco aprofundamento na carreira. Ela é Keeley f*cking Jones e pode dar conta de ser uma girl boss incrível, sem precisar de um namoro para se completar, mas na série que escolheu criar um relacionamento respeitoso dela com Roy, um trajeto de melhor comportamento para Jamie e a reaproximação dela com Roy no dia a dia, colocar novamente esse enredo de triângulo amoroso parece regressão ao que eles viveram na temporada anterior e não condiz com o que foi apresentado nessa terceira parte.

Diferente de escolher seguir a carreira sozinha, quem não estava pronta para se despedir era Rebecca, que pela manhã não conseguia pensar em quem contratar para substituir Ted e estava com planos de vender ações ou até o time inteiro. Ela não se via mais na necessidade de continuar no comando do futebol porque aquilo começou para derrotar o ex-marido, que está se destruindo por conta própria com as acusações de assédio, mas durante o almoço com a mãe, ela foi lembrada de que sua liderança no time foi importante. No Crown & Anchor, Deborah contava como se sentiu quando seu marido morreu e Rebecca retrucou a comparação porque Ted não estava morrendo, mas a meu ver Deborah enxergava Ted como um parceiro de Rebecca e ausência dele no convívio da filha implicaria nela precisando se redescobrir.
Rebecca compartilha a vontade de vender o clube e a conversa chega no assunto Tish, que fez previsões que até o momento não tinham todas acontecido com Rebecca, faltava ser mãe e ter uma família. Quando pediu a conta para Mae, ela descobriu que já estava paga pelo trio de torcedores do Richmond, e eles agradecem o que ela fez pelo time como um trabalho de mãe, usando a palavra presente na previsão de Tish. A dona do Richmond teve a venda apoiada por Deborah, mas ela só conseguiria chegar a uma conclusão após conversar com Ted.
No fim do dia, Ted estava sozinho na arquibancada e Rebecca chegou pronta para conversar sobre sua partida. Eu gosto demais da dinâmica que criaram entre Ted e Rebecca e a evolução que foi feita ao longo da história, ela o contratou para destruir o Richmond e agora não vê sentido em continuar ali sem ele, por isso vai vender o clube mas antes faz o último apelo para ele ficar, dá possibilidades para o filho dele morar em Londres, uma possibilidade de emprego para Michelle não ficar longe. Sempre me vejo na necessidade de destacar a atuação de Hannah Waddingham porque ela entrega as emoções de Rebecca de uma maneira tão verdadeira que é difícil não se emocionar junto e muito fácil entender o motivo da sua tristeza com a partida de Ted, a gentileza dele foi tão importante para sua trajetória pessoal e para o clima otimista no clube que não é possível imaginar o Richmond sem ele.
Mas ao contrário de Rebecca, que expôs seus sentimentos e perguntou pela última vez se ele iria ficar, Ted sequer respondeu. Pela primeira vez vemos o Ted apenas ouvindo um monólogo, seu comportamento é de quem não está disposto a se envolver muito para não sentir muito, ele está decidido a ir embora e não quer comentar sobre possibilidades de ficar ou opinar no que Rebecca irá fazer com o clube, ele já tem a resposta definida. E mais uma vez como a série veio mostrando que as pessoas ao redor de Ted absorveram algum traço positivo dele, Rebecca tenta quebrar o gelo do momento mais difícil, que foi reconhecer que ele realmente vai embora, comentando que pretende viajar e eles fazem trocadilhos sobre Comer, Rezar, Amar. A cena terminou com risadas deles e a tristeza que os momentos dos dois estão perto de acabar.

No caminho de saída do clube, Ted encontra Nate encarando o vazio na parede do vestiário e uma conversa entre os dois finalmente acontece. O arco do Nate era um dos que mais causava curiosidade e agora que encerrou, concluo que deixou a desejar. Essa temporada de Ted Lasso quis utilizar um recurso não habitual para a série, de momentos importantes para a narrativa serem citados em diálogos e não mostrados em cena, e isso foi feito principalmente na história do Nate, que deixou a impressão de ter sido rapidamente concluída. Como a série teve a duração de seus episódios quase dobrada, tempo para mostrar as histórias não faltou, e tendo noção que nem todas as cenas presentes ao longo da temporada eram cruciais para o desenvolvimento, a escolha feita para o arco de Nate não foi a mais satisfatória.
Nate sentia a necessidade de se desculpar para Ted e mesmo o técnico já tendo perdoado, aceitou o perdão de Nate com um abraço e foi um momento esperado por mim, ele ainda lembrou do believe escrito na parede, se culpando por ter rasgado. Porém, a normalidade do seu retorno ao clube foi a parte mais estranha. Com a notícia que Nate saiu do West Ham, os jogadores já estavam prontos para tê-lo de volta e no seu retorno como ajudante, o clima já estava muito amigável entre todos, que até fizeram piada que ele devia pagar a maior multa por má comportamento com o time. Gostei que ele foi bem recebido e naquela altura não era mais preciso guardar rancor, mas a decisão de não mostrar nem o seu primeiro dia de volta deixou o clima um pouco forçado.

O próximo passo a ser finalizado é a Premier League. Tenho primeiro que me corrigir sobre uma fala do episódio passado, quando disse que o Richmond estava na final do campeonato, quando deveria ter dito que o time vai disputar a partida final do campeonato. A Premier League é classificada por pontos, por isso mesmo com a vitória do Richmond na partida anterior, o Manchester City ainda estava em primeiro lugar com um ponto a mais. A chegada dos torcedores no estádio Nelson Road também parecia um grande tributo de encerramento contando com a presença de muitos personagens que apareceram ao longo da história, a menina que jogava bola com o Ted perto do campo, o casal que deu depoimento na arquibancada, o namorado de Colin, Henry e Dra Sharon assistindo pela televisão, Bárbara no camarote junto com Julie e Sassy.
Antes de começar a partida, Ted está indignado com os nomes que as ligas de futebol recebem, como funciona para ser classificado, alguns traços do Ted confuso com o esporte não mudam. Nate entra na sala para desejar boa partida de um modo desajeitado como Nate sabe fazer bem, e no meio do clima constrangedor Roy pede para ser um Diamond Dog. O momento que eles sempre quiseram está acontecendo, com Higgins e Beard na sala, Nate de volta e Trent como recente integrante, a nova formação do Diamond Dogs está completa. Roy está incomodado com seu comportamento e se acha incapaz de mudar, mas ele é lembrado que só de aceitar ser um Diamond Dog já é uma evolução, ele não aceitava falar sobre seus sentimentos ou pedir conselhos, e a conversa sobre mudança nas pessoas chega a conclusão que não é sobre atingir a perfeição, mas estar em busca de ser alguém melhor. Essa fala ter sido feita por Higgins foi a cereja do bolo!
O último pré-jogo não teve o discurso de Ted, mas sim um vídeo de retrospectiva do time com momentos especiais que eles viveram com direito a trilha sonora que foi composta para a série, A Beautiful Game – Ed Sheeran. O vídeo inclui trechos de jogos, filmagens no vestiário e até dos próprios atores fora da série enquanto se divertiam juntos, foi emocionante assistir mas certamente para os jogadores foi mais. Eles estavam prontos para iniciar a partida aos prantos, até mesmo Roy. O primeiro tempo não foi nada bom para o Richmond, perdeu uma chance de gol, West Ham marcou dois gols e na outra partida que acontecia simultaneamente, Manchester City também fez gol, e na hora do intervalo mais emoção aconteceu no vestiário.
Dessa vez, Ted começa a fazer o discurso agradecendo o que viveu com os jogadores e no estilo Lasso de ser, traz a motivação que o time precisa e por força do hábito aponta para o sinal que não está mais na parede. Todos entendem o que ele queria dizer mas não acabou por ali, porque ao perguntar se alguém quer acrescentar algo, Sam retira do seu armário o pedaço do cartaz que guardou e todos os jogadores começam a colocar no banco um recorte do believe que guardaram, surpreendendo os técnicos com o gesto. No episódio 7 que Ted fala para o time os quatro pilares do futebol total mas só apresenta três, condicionamento, versatilidade, reconhecimento, porque acreditar é o quarto pilar e ele só falou agora porque o cartaz estava de volta. Claro que era isso, quem seria Ted Lasso sem propagar o discurso de acreditar. E para o último grito do time, Ted diz que não há lugar como estar em casa mas também não há lugar como o Richmond, como pode um time de futebol fictício causar tanto aconchego?

O segundo tempo é decisivo para o Richmond, o primeiro gol é marcado por Jamie. Ele está sendo muito marcado pelo West Ham e a falta que sofreu é um pênalti para seu time. A hora de escolher quem vai fazer o pênalti é confusa para eles, tem muita pressão para fazer esse gol, e como o futebol total traz a versatilidade dos jogadores, o escolhido foi o capitão Isaac, que nunca tinha marcado um pênalti antes. A torcida estava apreensiva e os adversários comemorando, mas Isaac que em um treino de escanteio quebrou o vidro do escritório, na hora do pênalti estourou a rede e garantiu o segundo gol.
A possibilidade de perda do West Ham fez Rupert descer no campo para exigir que seu técnico obrigasse os jogadores a atacarem Jamie, mas ele se recusa e no ato de raiva, Rupert perde a noção e o empurra no chão. A cena foi humilhante para o treinador e vergonhosa para Rupert, que saiu do campo vaiado e xingado. Que o Rupert é tudo de ruim que um homem pode concentrar, já era claro na série, e esse final dele foi apenas para concluir que ele errou muito e continua errando, ele pode desagradar muitas pessoas mas ele é seu próprio inimigo porque consegue se destruir sozinho.
A continuação do jogo teve um gol marcado pelo West Ham que preocupou todos menos Ted, que estava rindo. Ele finalmente aprendeu a regra do impedimento e sabia que o gol não estava válido, ganhando uma nota de Beard que deve ser fruto de alguma aposta feita por eles. Perto de acabar o tempo, Ted sinaliza o time da jogada ensaiada para fazer, Jamie distraiu os adversários, deixando Sam livre para receber a bola e marcar o gol. O jogo foi encerrado com placar de 3 a 1 e a maior comemoração na história do Richmond aconteceu, Rebecca muito emocionada, os torcedores invadindo o campo, os casais se beijando e Colin também fez essa comemoração com seu namorado. O time se reuniu e Ted fez a dança de comemoração que apareceu no vídeo que Rebecca assistiu na primeira temporada, ele comemorando no vestiário com o time de futebol americano que era técnico.

A passagem de cena vai direto para Ted no aeroporto, comprando o jornal que Rebecca está na capa, informando a venda de 59% das ações para os fãs. Ele encontrou o mesmo rapaz que estava com ele no avião indo para Londres no piloto, e nessa conversa descobrimos que o Richmond não ganhou a Premier League mas terminou em segundo lugar, chegou perto de ganhar a p*rra toda!
Ted entra na fila do embarque e quando olha para o lado, vê Rebecca virando em sua direção. Na última conversa que eles tiveram, Rebecca estava disposta a vender o time e ir viajar, mas pelo destaque no jornal já dava para perceber que ela mudou de ideia. Ela foi se despedir apropriadamente de Ted, ele até brinca que é uma despedida no nível de comédia romântica e para mudar de assunto, mostra o artigo do jornal, ele a todo custo não querer entrar no assunto despedida, mas isso é inevitável porque essa é a última conversa que eles terão antes de Ted partir. Rebecca sabe que ele tem que ir ficar com a família dele e ela escolheu ficar com a dela, e no meio de tanta emoção e palavras não ditas, o que resta a eles fazerem um pelo outro é agradecer.
A volta do Ted para o Kansas não foi uma surpresa mas uma decepção em como foi executada. O técnico sempre citava seu amor e fazia referência de onde veio, era notável que em algum momento ele voltaria para lá e desde a fala de sua mãe, ele sentiu maior necessidade disso. Estava disposto a fazer tudo para estar perto do filho, se isso significasse a felicidade de Henry, mesmo que abrisse mão da sua própria. Se esse foi o objetivo, é difícil não sentir tristeza por Ted terminar nessa situação, porque todo o processo de autoconhecimento e recuperação que ele fez durante a terapia não foi o suficiente para ele reconhecer que pode se certificar que as pessoas ao seu redor estão felizes, mas que sua felicidade também importa. Durante todas as despedidas ele não parecia entregue ao momento, ele não estava disposto a se permitir sofrer pelo adeus para se convencer que está decidindo o caminho correto, e eu vejo isso principalmente na sua despedida com Rebecca.
A dinâmica entre Ted e Rebecca foi construída na série de uma maneira tão sutil que foi ruim ver o distanciamento entre os dois na segunda temporada, mas a reaproximação nessa última aumentou a expectativa de que a relação entre os dois poderia ser um slow burn. Afinal de contas, o protagonista inúmeras vezes falava sobre sua paixão por comédia romântica e a série diversas vezes fez referências a comédias românticas entre seus personagens, incluindo explicação de autores e editores quanto aos detalhes que são minimamente escolhidos, não é surpreendente que exista uma torcida de um romance para os dois.
Caso esse fosse o objetivo para a história dos dois, ocorreria mais desenvolvimento ao longo da temporada quanto a isso e o modo como escolheram finalizar, entendo que não quiseram fazer um casal, mas ver produtores da série afirmando que não tiveram a intenção e acusando a audiência de interpretar errado é desonesto, ainda mais pela ambiguidade do começo da cena que Ted acorda na casa de Rebecca. Se você é como eu, que gosta de saber mais informações das séries vindas dos escritores ou editores, seja gentil com você mesmo e evite decepção, não procure.
É difícil enxergar que o final foi tão satisfatório para Ted quando ele faltou ao casamento do próprio melhor amigo. Beard, que se chama Willis, escolheu ficar em Londres porque está apaixonado por Jane e é muito válido que ele busque viver a própria felicidade com quem ama, apesar desse relacionamento ser muito problemático e não ser saudável, mas não consigo enxergar uma circunstância que faça o Ted não estar presente no casamento dele. E por sinal o orçamento para o casamento foi baixíssimo, os efeitos visuais foram terríveis e eu vou gostar de saber caso isso tenha sido intencional, porque feio é.
O episódio teve um andamento até a partida do jogo e outro muito acelerado após Ted entrar no voo, porque as histórias precisavam de conclusão e tiveram, mesmo que corrido e de pouco desenvolvimento. Rebecca na saída do aeroporto viu uma menina tropeçar que era filha do barco, que continua sem nome, e terminou sua história com ele. Roy virou o novo técnico do Richmond, Nate virou o técnico assistente e colaram o believe com o dourado, da mesma forma o vaso de kintsugi de Tish. Sam entrou na seleção da Nigéria, Keeley focou no trabalho e sugeriu um time feminino para o Richmond, Jamie fez as pazes com o pai, Roy começou a fazer terapia e Trent lançou o livro “The Richmond Way”, porque a pedido de Ted, a história do time nunca foi apenas sobre ele.

Depois de mostrar o desfecho de cada um, Ted acorda do cochilo com o livro ‘How to Change your mind – Michael Pollan’ em suas mãos, um livro que fala sobre pesquisas com alucinógenos e os efeitos na mente, uma temática curiosa para o momento que o Ted está vivendo ou até mesmo o nome do livro, que se completa com a música de encerramento do episódio.
Ted chega no Kansas e encontra o filho, eles dão o abraço tão esperado de quem vai poder estar junto novamente. A seguir é mostrado Ted como técnico de futebol do time de Henry, ele dá conselhos ao filho para ter a memória curta e esquecer o que ficou ruim, da mesma forma como fazia com Sam. O episódio encerra a expressão de Ted em tela cheia, dessa vez não tão devastado como no início da temporada, mas também não tão satisfeito porque há uma hesitação com ‘Fight Test – The Flaming Lips’ tocando de fundo, música que fala sobre não saber qual decisão é certa a se fazer.

Até o momento que escrevo, ainda não foi confirmado se essa é a última temporada de Ted Lasso ou não, Jason Sudeikis sempre falou que projetava uma história a ser concluída em três partes, mas não houve a divulgação que essa seria o fim da série mas também não houve confirmação de renovação ou spin off, o que eu enxergo como mais uma fala porque Ted Lasso que atrai muita atenção e não é comum essa incerteza durar tanto tempo em séries de grande sucesso.
É um final que deixa dupla opinião porque se for apenas da temporada, posso considerar bom, mas se for da série toda, enxergo mais defeitos. Agradeço a companhia de quem esteve até aqui, quem deixa seus comentários e quem tem interesse em ler meus pensamentos sobre os episódios. Obrigada Série Maníacos e até a próxima!












