Depois de uma ótima leva de episódios, A Million Little Things continua forte e mantendo um ritmo muito agradável! Twelve Seconds trouxe revelações não só pra nós mas também para os personagens, o que já estava mais do que na hora de acontecer.
Partindo do ponto deixado pelo episódio anterior, Maggie que está na quimioterapia, vêm tendo até o momento resultados positivos, e como de praxe a relação dos dois é sempre um ponto alto a ser mencionado, com uma química muito visível, Maggie e Gary sempre protagonizam ótimos momentos em tela.
Porém, Maggie e Gary não são o único casal com histórias interessantes aqui. Rome e Regina também estão com um plot sendo desenvolvido de forma calma e bem natural. Toda essa história sobre a depressão de Rome e os antidepressivos vêm sendo muito bem trabalhada, pois como a própria Regina diz, não é porque hoje o dia está sendo bom, que os próximos também serão. Alguns dos melhores diálogos presentes na série são entre esses dois personagens incríveis, que sempre agregam à narrativa.
Mas o principal plot do episódio foram as revelações em torno dos mistérios deixados por Jon. Delilah, que estava com sua família em risco, descobriu tudo (ou quase) sobre os negócios de John com Ashley, e isso inclui a famosa pasta azul, que vem sendo mostrada desde o piloto, e agora finalmente nós sabemos o que ela diz. E falando sobre isso, foi satisfatório e emocionante a cena da família lendo a carta de despedida de Jon, essa é uma situação muito difícil e complicada, mas que foi muito bem traduzida para a tela.
Já um núcleo que não me traz tanto interesse é o do Eddie e Katherine, que parece que não vem trazendo nada de muito relevante para o enredo, e ainda tem a questão do Theo. O ator mirim Tristan Byon simplesmente não me convence, o garoto parece ter somente uma expressão facial e só uma maneira de falar, ele usa a mesma entonação em tudo que diz, o que me tira um pouco da série. E ser uma criança não é desculpa, pois o próprio Chance Hurstfield, que interpreta o Danny, tem uma interpretação bem consistente, diferente do colega de elenco.
Uma relação também bem trabalhada nesse episódio cheio de assuntos, foi a de Maggie com Sophie, as duas estão passando por situações parecidas e apesar de ser uma adolescente, foi bem legal ver as duas se apoiando como amigas de verdade.
Falando agora sobre o fim do episódio, achei que a Ashley iria se matar assim como John quando ela ligou para Gary, mas felizmente a série jogou uma “bola curva” e ela estava apenas usando o presente deixado pelo amigo e viajando para Barcelona. E mais uma “bola curva” foi feita quanto a mulher até então misteriosa conta pra Delilah que seu nome é Jeri Huntington, e não Barbara Morgan como esperado. Esse vai ser mais um mosteiro que vai ser desenvolvido durante o resto da temporada.
> SMALLVILLE, uma série que me MARCOU!
Em conclusão, “Twelve Seconds” continua com a qualidade dos episódios anteriores, com um episódio esclarecedor, interessante e muito bem dividido.















