Algo que reclamei na Review do último episódio foi a falta do pinguim, que é um dos melhores e mais queridos personagens da série. Pois se esse era um problema no episódio anterior, aqui com certeza não é. Com seu próprio nome no episódio, ele tem aqui o maior protagonismo. Toda a trama de sua ida ao “Heaven” para pegar de volta seus escravos foi bem interessante, rendendo ótimos momentos, como a cena em que seus “empregados” lhe-cantam a música que dá título ao episódio, só mostrando o quão excêntrico é.
E apesar de continuarmos sem Cameron Monaghan, Jeremiah aparece nesse episódio quase que “espiritualmente”, o que já é suficiente, visto que sua presença não é necessária nesse episódio, isso porque temos a apresentação oficial da Arlequina. Interpretada por Francesca Root-Dodson (Private Life), achei a personalidade até bem fiel ao que já conhecemos, mas a caracterização foi alvo de algumas críticas. Eu achei um pouco estranho aquela sombrancelha de cabeça pra baixo, poderia definitivamente ter ficado melhor, mas também não ficou nada horrível como alguns dizem. O papel de Ecco aqui é “pregar a palavra de Jeremiah”, e é aí que Bruce e Selina entram.

Sobre o núcleo dos dois, acho toda a dinâmica entre eles muito boa, enquanto Bruce é mais sério, Selina sabe como provocá-lo, fazendo deles uma boa dupla, e a cena dos dois lutando contra aquela gangue foi bem decente, os criminosos são exatamente iguais aos vilões apresentados nas HQs do Cavaleiro das Trevas escritas por Frank Miller, uma baita referência!
Quando Bruce e Selina vão até o local onde ouviram estar Jeremiah, e encontram Ecco/Arlequina, as cenas de ação foram bem divertidas, mas o vício que Gotham têm em frases de efeito realmente me tiram da história. Quem no meio de uma briga para pra chamar o outro de “pudinzinho” ? Pode até ser marca da personagem, mas o roteiro errou em onde colocar a fala.

Outro ponto meio nebuloso do episódio foi a própria Selina, que agora entrou no “modo Full Mulher-Gato”, o que é bom por um lado mas ruim por outro. Selina protagoniza cenas bem mal feitas e “vergonha alheia” quando do nada começa a dar o que eu gosto de chamar de “as piruetas da vergonha”, o que pelo menos tira algumas risadas.
Outra parte divertida do episódio foi toda a dinâmica entre Jim Gordon e Pinguim que tiveram que se ajudar quando ambos foram presos. O melhor foi que Pinguim foi preso logo após ter prendido Gordon, o que foi bem engraçado. Mas é inevitável, Gotham apesar de ter suas qualidades, têm muitos problemas, e nós fãs sabemos disso, mas é melhor rir do que não funciona do que ficar levando a sério.
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A cada semana Gotham chega mais perto de seu fim, e o terceiro episódio dessa última temporada foi bem satisfatório. Com um bom ritmo e plots interessantes, “Penguin, Our Hero” se apresenta como o melhor da temporada até o momento.














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