A falsa ilusão de uma tribo unida.

Nas últimas temporadas, falei muito sobre a evolução natural de Survivor e como o jogo vai moldando os novos participantes e se modificando ao longo do tempo. Vitórias como as de Tony e Natalie Anderson levaram o reality para um momento de extrema agressividade, enquanto vitórias como as de Jeremy, Michele e Adam levaram o programa para um momento em que se procura mais estabilidade e confiança. Millennials Vs. Gen X, uma temporada com muitas semelhanças com David Vs. Goliath, teve seu período de caça às grandes ameaças, que foram caindo uma após a outra até sobrar Adam, Hannah e Ken na final. Dessa maneira, estamos diante de um jogo em que se camuflar no meio da multidão é tão importante quanto fazer Big Moves.

Uma votação por unanimidade é algo que eu não lembro de ter acontecido num episódio de merge. O retumbante placar de 12×1 obviamente não significa que os participantes estão unidos, afinal ao menos uma pessoa deve se arrepender do voto em Elizabeth já no próximo episódio. Como na vida real, manter as aparências é essencial num jogo em que ninguém quer ser o próximo alvo.

Vi muito se falar na internet que os Davids erraram ao não, ao menos, tentar tirar Angelina junto com Elizabeth e não poderia discordar mais. Se a votação fosse 7×6, como em muitos Tribal Councils de merge, o David Vs. Goliath só seria reforçado, algo nada positivo para quem está na minoria. Votando em massa com os Goliaths, os Davids mostraram que eles não são os inimigos, muito pelo contrário, podendo ser de extrema serventia na guerra civil Goliath que é iminente.

Em Ghost Island, muitos elogiavam Michael por ser meio que a única faísca que poderia colocar fogo na resistência contra a supremacia Naviti. Entretanto, eu nunca achei o seu jogo realmente bom ou inteligente. Toda vez que Michael fazia algo, como por exemplo mentir numa ótima sacada que seu idol vindo direto de China poderia imunizar duas pessoas, ele só reforçava a rivalidade entre as tribos, sem ser capaz de fazer o básico. Idols e vantagens são ótimos em Survivor, mas a ideia básica do jogo é conseguir trabalhar com o adversário em busca de objetivos iguais. Michael fazia o oposto, usando seu idol aleatoriamente para tentar salvar alguém da sua tribo original, apenas reforçando a sua lealdade com aqueles com quem havia começado o jogo.

Os Davids foram pelo caminho oposto e percebo que o tema da temporada é muito pertinente para o momento atual do jogo, em que ser subestimado pelos demais é algo realmente valioso. Por mais que Wendell e Ben sejam os últimos vencedores, há um consenso de que as grandes ameaças precisam ser eliminadas, tanto que tanto Wendell quanto Ben só chegaram na final por conta de uma twist que para mim desvirtua completamente o jogo. Essas vitórias podem até inspirar jogos como o deles, mas também inspira a caça contra este tipo de jogador. Para mim, nunca foi tão evidente que todos precisam ser um pouco Sandra, o melhor caso de uma David que se tornou a mais poderosa entre os Goliaths. A ideia é ser subestimado, ou pelo menos, não chamar tanta atenção.

Este episódio e a votação unanime me lembraram muito a última temporada do Big Brother Canada, que para mim é o melhor reality da atualidade.  Diferente do que acontece com o Big Brother US, os canadenses sempre se destacaram por um jogo agressivo e inteligente, principalmente pela ótima seleção de grandes jogadores que conhecem bem a franquia. Contudo, isto levou o reality para um momento em que os participantes precisaram se esconder. A estrutura do Big Brother é muito mais feroz do que a dinâmica de Survivor, uma vez que nela praticamente todo o poder é do HOH (líder) da semana. Assim, estar em sintonia com o maior número de pessoas é muito mais crucial do que em Survivor, em que é mais fácil uma aliança Pagongar a outra.

Em busca de alguma segurança para não se tornar alvo, os participantes de David Vs. Goliath estão buscando algo muito parecido. Ninguém, com uma grande exceção, quer ser destacar precocemente. Mais uma vez Alec, o grande jogador do episódio, disse que ainda não é hora de mostrar as suas cartas. Ele sabe que precisa fazer um Big Move, mas está aguardando o momento certo para que não vire alvo precocemente Assim, ele e seus aliados já estão agrupados para dominar o jogo, mas estão esperando o momento certo para tornar isto oficial.

A grande exceção a este jogo mais escondido, mais nos bastidores e menos a luz do dia é Angelina. A única pessoa que não esconde de ninguém o quanto quer mandar e jogar de forma extremamente agressiva é ela. Angelina é maravilhosa, a maior vilã desde Abi, Kass e Tony, mas nesta altura do campeonato ninguém acredita na sua vitória, justamente por estar destoando do resto do grupo.

Angelina claramente é uma pessoa inteligente, bem articulada e que sabe ser estratégica. Entretanto, é bom lembrar que ela não assistia Survivor até o seu amigo Adam entrar no reality. Assim, ela maratonou várias temporadas e se inscreveu justamente por achar que se sairia muito bem. O grande problema é que ela não parece ter entendido que cada vencedor tem o seu sucesso dentro de um contexto específico e no contexto atual um jogo desta forma não a favorece em nada.

Precisamos também entender que Angelina talvez até saiba que não deve se expor demais e nem ser óbvia demais nas suas tentativas de fazer o jogo ir na direção que mais a favoreça. Contudo, a sua personalidade pode ser o que a impede de ser uma jogadora mais refinada, mais sutil e menos arbitrária. Angelina é uma Goliath raiz e realmente sabe que é inteligente e poderosa. Acredito que pensando em Cagayan, Angelina mira em Tony, mas acerta em Sarah, que nesta temporada foi eliminada na merge justamente por se achar a última bolacha do pacote e não ser capaz de entender que depende da soma de vontade de todos os aliados para compor um voto.

Angelina pode até ter tido razão de que Christian era uma ameaça maior do que Elizabeth, mas escolher as suas batalhas e recuar diante da reprovação dos aliados seria mais inteligente da sua parte. Se analisarmos bem a cena em que Angelina propõe o voto em Christian, a linguagem corporal de todos os outros Goliaths já deixava explícito que eles não estavam confortáveis com esta decisão. Sim, tirar Christian seria a melhor escolha para Angelina, mas não para, principalmente, Dan e John. Assim, Angelina precisava entender que não dá para forçar o voto, obrigando seus aliados a fazer o que ela quer.  É natural que todos queiram ser o mais beneficiado no voto e maneira com que cada um lida com isto é determinante no jogo. Ao invés de mostrar indignação, Angelina deveria ter lido melhor a situação, dando um passo para trás ao aceitar o voto em Elizabeth e procurar alianças que sejam mais benéficas pro seu próprio jogo.

Antes de fazer minha review sobre as minhas impressões de cada participante, eu tinha uma certa convicção que Angelina era uma das fortes candidatas ao prêmio e pensava em apostar nela como a provável vencedora. Entretanto, ao ver sua entrevista com Josh Wigler, percebi que a sua autoconfiança passa de um certo limite e vira até mesmo soberba. Para mim, ela sabe que é inteligente e que tem tudo para vencer um jogo como Survivor, mas faz um jogo agressivo e calculado, sem conseguir ser under the radar o suficiente ou passar verdade nas suas ótimas jogadas.

Strike Force, A Aliança Insurgente

O que Angelina não sabe e complica ainda mais a sua vida é que houve a formação de uma aliança que tem tudo para comandar o jogo, pelo menos, nos próximos episódios. Uma aliança formada por 3 Davids e 3 Goliaths e que concentra os melhores jogadores da temporada até aqui. Não estamos falando de uma aliança cheia de conflito, cheia de personalidades fortes e nem de jogadores com extrema agressividade. A Strike Force é a união, meio que natural, de pessoas inteligentes, tranquilas e que entendem que é preciso coesão e equilíbrio para uma aliança vingar.

Mais uma vez, temos uma semelhança com Millennials Vs. Gen X. Na merge da temporada de número 33, uma minoria composto por Michelle, Taylor, Jay e Will foi o alvo primeiramente, mas no restante já existia uma aliança mais forte, composta por 3 Millennials (Adam, Hannah e Zeke) e 3 Gen X (David, Ken e Jessica). Assim que esta aliança conseguiu ter os números necessários, ela se voltou contra os Gen X que estavam trabalhando com ela (Chris, Bret e Sunday), dando grande vantagem aos seus membros.

A dinâmica aqui deve ser bem parecida. Incialmente o alvo foi colocado nos chamados easy votes, sendo Elizabeth a primeira e Carl e Davie podem ser os próximos. Com a saída de Elizabeth, a Strike Force já tem números para, pelo menos, empatar a votação e já está muito perto de estar pronta para se voltar contra os Goliath. Acredito que isto irá acontecer em breve e que, após esta jogada, os grandes alvos saíram um atrás do outro.

Para mim, Alec foi o grande destaque estrategicamente neste episódio, mas não sei se tudo isso foi o suficiente para colocá-lo numa situação confortável. Sem medo de ser feliz, Alec se jogou na estratégia e logo foi mostrar para Christian, Gabby e Nick o seu plano de formar uma aliança híbrida entre Davids e Goliaths. A ideia é sim acertada e acredito que os integrantes para formar esta nova força foram naturalmente muito bem escolhidos. Mike e Nick se juntaram na tribo roxa, enquanto Alison, Gabby e Christian também se aproximaram na tribo anterior. Engraçado que Alec, o maior entusiasta desta nova aliança, não trouxe ninguém da sua tribo laranja. Assim, de todos os membros da Strike Force, Alec é quem, teoricamente, está na pior situação. É claro que isto é só teoria e Alec pode muito bem construir grandes alianças com todo mundo que não tinha contato até a merge.

Contudo, na minha opinião, Mike e Alison saem na frente estrategicamente. Os dois são Goliaths, assim como Alec, e podem resolver não levar a Strike Force a diante caso o juízo de conveniência e oportunidade apontem mais vantagens em seguir com os Goliaths. Caso a Strike Force vingue, o que eu acho que vai acontecer, Alison tem um grande vínculo com Gabby e uma boa convivência de dias com Christian, enquanto Mike tem uma aliança muito forte com Nick. Alec, por sua vez, está começando agora e sai atrás dos seus aliados no sentido de ter pessoas dispostas a leva-lo ao F3.

A posição de Alec fica ainda pior no jogo uma vez que ele é o mais atlético da aliança, o mais Goliath entre todos eles e ainda quem se mostrou ousado ao dar um blindside em Natalia. Assim, o mais provável de acontecer é que Alec vire o grande alvo assim que Dan, Angelina e John saiam ou percam o poder. Mesmo assim Alec teve um ótimo episódio não apenas por costurar esta aliança e ainda mantê-la secreta, mas também por como lidou com os Goliaths.

Em mais uma conversa com Elizabeth em que ela precisava do seu voto, Alec mostrou como é bom, sabendo concordar com tudo que a vaqueira falou, mas deixando claro que ele não poderia ajudá-la. Normalmente Survivor mostra a sinceridade como algo ruim, mas ela pode sim ser utilizada em prol do jogo. Alec soube ser honesto e transparente com Elizbeth sem fazê-la se virar contra ele. Como se já não fosse o bastante, Alec foi até Dan e contou tudo o que Elizbeth disse, fazendo Dan pirar por ter seu nome ventilado como possível alvo. Assim, além de reafirmar seus laços tanto com Elizabeth quanto com Dan, Alec conseguiu plantar a sementinha necessária para que nenhum David da sua aliança fosse o alvo do primeiro voto da merge.

Ao se deparar com a arbitrariedade de Angelina que cravou o voto em Christian, Alec foi sutil e conseguiu que John e Dan flipassem o voto sem fazer precisar se expor. Na cabeça de Angelina, o voto em Christian não vingou por conta de Dan e John, que se aproximaram muito de Christian na tribo verde. Dessa forma, ela nem desconfia que quem resgatou o plano de votar em Elizabeth foi Alec. Achei bem impressionante como os Goliaths da Strike Force conseguiram tirar o alvo de Christian sem nem mesmo levantar suspeitas acerca da aliança. Toda a discussão ainda colocou Angelina e Dan em lados opostos, o que significa que caso um deles queira fazer algo diferente no jogo irá precisar de Mike, Alison ou Alec para a execução, o que coloca os três numa posição muito confortável.

Cry Baby

Outro destaque no episódio foi Gabby, que, além de se colocar numa posição bem interessante, ainda se aproveitou da situação para queimar a já muito queimada Angelina. Muitos criticam Gabby ferozmente por ser uma pessoa emocional e não se controlar antes de chorar, mas até o momento isso não vem necessariamente prejudicando o seu jogo. Para mim, Gabby é a pessoa com mais chance de chegar à final, mesmo que suas chances de vitória não sejam as ideais. Antes do jogo, a menina se intitulou uma mistura entre Aubry, de Kaoh Rong e Game Changers, e Dawn, de South Pacific e Caramoan. Eu não imaginava que esta analogia seria tão precisa. Gabby é alguém inteligente, focada no jogo e que sabe o que deve ser feito, como não ficar passível, mas ao mesmo tempo ela muitas vezes entra numa tempestade de emoção e descontrole.

Survivor é um jogo que não existe fórmula para o sucesso, tudo o que o vencedor tem que fazer é chegar na final e ser o mais votado, não importando como isso é feito. Assim, insisto em dizer que as pessoas tem que jogar sendo elas mesmas, sabendo potencializar suas qualidades e diminuir o efeito dos seus defeitos. Gabby pode continuar chorando, se emocionando ou se sentido paranoica e isso não quer dizer que ela não pode ganhar por ser assim. Quer dizer que ela precisa usar essas suas características em seu benefício.

Acabei de dizer que Sarah foi eliminada na merge de Cagayan justamente por ser uma pessoa teimosa e que tem sede por controle. A mesma Sarah, com as mesmas qualidades e defeitos, soube usar as suas próprias características em seu benefício quando venceu Game Changers. Num contexto diferente, o que foi a sua queda em Cagayan foi a chave do seu sucesso em Game Changers, principalmente porque ela soube usar as mesmas características de forma mais sutil, tanto que foi capaz de escolher a merge toda quem ficava e quem saia sem ser crucificada por tal. O importante é saber ler os adversários e entender quando as suas características devem ser minimizadas ou maximizadas.

Neste episódio, Gabby soube usar a sua racionalidade incentivando Elizabeth a entregar Angelina no Tribal Council, mesmo sabendo que o voto já estava definido. Gabby usou toda a sua emoção no TC e contribuiu muito para o linchamento público em Angelina, mas sem deixar de votar com a cabeça. Para mim, nada foi encenado ou planejado. O que vimos foi Gabby expressando sentimentos reais, mas sabendo separá-los da razão por trás do seu voto.

Entendo a atitude de Angelina ao contar para Elizabeth que ela iria ser eliminada como um misto de dois fatores. O primeiro é frustração por ser contrariada pela sua tribo, que na visão de Angelina deveria seguir suas palavras, já que ela é mais inteligente e fodona que todo mundo. Por outro lado, vejo também que Angelina realmente queria manter Elizabeth no jogo. O seu sentimento, para mim, realmente foi genuíno, mas Angelina é maquiavélica e só expressou o seu sentimento de compaixão por Elizabeth por interesse no seu voto no Final Tribal Council.

Desta história toda, concluo que Angelina queria também o voto de Elizabeth na final, mas quem chegou mais perto disso foi Gabby. Mesmo votando em Elizabeth, Gabby deu motivos reais, concretos e que não parecem em nada calculados para ter o voto da vaqueira. Angelina, por sua vez, acabou questionada e atacada pela tribo toda, se complicando ainda mais no jogo.

Na minha opinião, faz todo sentido eliminar Elizabeth, que neste momento era um voto fácil e manter alguém como Angelina, que é perigosa, mas nem tanto porque todos já sabem disso. Não vejo a menor chance de Angelina dar a volta por cima. É bem verdade que seu amigo Adam, também esteve num momento difícil nos primeiros votos da merge, mas isso foi algo pontual, diferente da constante e crescente falta de confiança de todos em Angelina.

Elizabeth, Minha Vaqueria Querida

Foi bem triste ver Elizabeth saindo, afinal ela é incrível e foi uma das melhores e mais cativantes personagens da temporada. Acredito que conviver com pessoas com realidades extremamente diferente das suas foi o que deixou Elizabeth numa posição tão complicada, em que ninguém realmente tinha interesse na sua permanência.

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Ao ver a sua Ponderosa, podemos perceber que Elizabeth é uma pessoa realmente genuína. Claramente, não foi fácil para ela expor Angelina no Tribal Council, mesmo sabendo que esta poderia ser a sua única chance. Para mim, Elizabeth é o tipo de personagem que Survivor tanto precisa, uma pessoa naturalmente interessante e que não precisa forçar para entregar bons momentos. Alguém que tem boas chances de retornar ao jogo, mesmo estando longe de ser uma jogadora brilhante.

Com a saída de Elizabeth, tivemos mais um ótimo episódio de Survivor, que não ofereceu grandes reviravoltas, mas continuou muito consistente. Mesmo num episódio em que o eliminado sai por unanimidade a emoção não ficou de fora. Continuo muito feliz com a temporada e muito empolgado para o que está por vir.

Ranking Após “There’s Gonna Be Tears Shed”:

1- Nick. Voltou ao topo por estar numa posição ótima, tendo alianças fortes com Christian e Mike, ao mesmo tempo que consegue fugir do alvo. É o grande favorito à vitória neste momento.

2- Mike. Acho que não estamos valorizando o jogo de Mike como deveríamos. Além de conseguir driblar as dificuldades de ser uma pessoa famosa em Survivor, ele naturalmente conquistou uma situação de estabilidade. Mike é alguém fácil de lidar e que tem um certo carisma, o que facilita muito o seu jogo. No momento, acho que tem tudo para ir para a final, mas não acho que ganhe.

3- Gabby. É a outra pessoa que tem tudo para chegar a final, justamente porque é subestimada por todos. Gabby é a grande David da temporada e precisa crescer ainda mais para ser levada a sério pelo júri.

4- Christian. Cai bastante no ranking por já estar sendo alvo. Christian é ótimo, um personagem extremamente carismático, mas que dificilmente conseguirá chegar na final justamente por conta do seu carisma.

5- Alison. Nos últimos dois episódios, emergiu como uma das grandes forças. Alison é inteligente e focada e está numa ótima posição. Só não dá para colocar muita fé na sua vitória porque ficou muito apagada nos primeiros episódios.

6-Alec. Como disse ao longo da review, Alec foi o grande jogador do episódio, mas não sei se foi o suficiente para garanti-lo numa boa posição. Para mim, Alec será um grande alvo e duvido muito que consiga chegar na finale ainda no jogo.

7- Davie. Despenca no ranking por ficar invisível num episódio tão importante como a merge e também por estar no bottom. Tenho um forte pressentimento que Davie usará bem o seu idol, mas não sei se será o suficiente para mudar o seu status no jogo.

8- John. Assim que a Strike Force atacar, John tem tudo para ser um dos primeiros alvos e sua associação com Angelina não deve favorece-lo em nada.

9- Kara. Faz um péssimo jogo ao ficar de papinho com o crush na madrugada, mas não é o alvo prioritário do momento. Acredito que Kara tem boas chances de sobreviver, principalmente se Dan for eliminado.

10- Carl. Criou uma obsessão pela eliminação de Elizabeth, que não o ajuda em nada. Tem grandes chances de ser o próximo eliminado, mas fico desconfiado que talvez Carl e Davie estejam numa posição melhor, principalmente com Nick.

11- Dan. É o grande idiota da temporada, mas Angelina roubou a sua lanterna. Dan é burro, nem disfarça a sua relação com Kara, fica transtornado porque a pessoa que vai sair pensa em votar nele e ainda conta do seu segundo idol para Kara. Vem nullifier.

12- Angelina. Eu adoro Angelina, essa vilã maravilhosa que já quero em Heroes Vs. Villains 2. Entretanto, a cada semana ela piora ainda mais o seu status. Não está sabendo ser sutil e seus dias estão contados.

PS: Primeiramente achei que tinha um idol ou vantagem neste sinal:

Mas depois entendi que na verdade deve ser uma pista de algo enterrado aqui:

Provavelmente, alguém vai aparecer dando um confessional dizendo que esta palmeira lembra muito a plaquinha da merge com os dizeres “Everything you need for a perfect merge is right here…!”

PS2: Eu quando lembro quem é o presidente eleito.

REVISÃO GERAL
Nota:
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survivor-david-vs-goliath-37x07-theres-gonna-be-tears-shedTivemos mais um ótimo episódio de Survivor, que não ofereceu grandes reviravoltas, mas continuou muito consistente.