Jane e Rafael vão cada vez mais se aproximando. Cedendo aos impulsos e reatando tudo aquilo que já havia acontecido nas primeiras temporadas da série. O grande problema é que agora eles não estão sozinhos nessa aventura impulsiva. Existe uma criança para que as preocupações sejam ponderadas e postas em primeiro lugar. Vale a pena cair de cabeça e estragar a vida de Matelio ou esperar mais e ver se realmente é algo que dessa vez vai até o final? Essa semana Jane the Virgin foi sobre escolhas.

E elas não poderiam estar mais espalhadas ou problemáticas. Não vou nem me aprofundar muito na validação do casal Jane e Rafael, porque isso já foi discutido a exaustão em reviews anteriores, só que agora com o flagra do filho de ambos o caldo entornou e deixou as coisas complicadas. Mais uma vez foi interessante ver Rafael tomando uma atitude sensata e não indo com tanta sede ao pote, assim como tirar o foco (por hora) da recuperação do drama “dinheiro/hotel/herança”. Foi legal ver ele se preocupando genuinamente com Matelio. Já Jane foi acometida pelo pior inimigo dos escritores: o bloqueio criativo. A recepção morna (quase parando) do seu primeiro livro fez com que o sonho da nossa protagonista fosse protelado. Ficando ainda mais difícil sair com alguma solução criativa quando o filho a tinha como a vilã da vida perfeita em família ou Petra como possível nova concorrente no ofício.

Falando nela, já tivemos uma pequena resolução em partes da querela entre ela e Jane e Rafael. Gosto que a série consiga resolver essas disputas e discussões de maneira rápida, sem tantas reviravoltas. Só não gosto que isso se torne uma muleta criativa para momentos de falta de criatividade (será que está rolando bloqueio criativo entre os roteiristas também?). Ainda tivemos a reafirmação da amizade de Petra e Jane, que não precisa de Rafael para ser concreta, tornando a interação entre as duas personagens ainda mais importante para a série. Já a outra Jane… Continua um tanto quanto nebulosa. Claramente alguém está direcionando seus passos, mas quem? E claramente ela começa a se envolver pelo charme da nossa “não tão” vilã e já aparece uma possibilidade de que esse plano para quebrar nossa tcheca favorita não siga em frente.

Já Rogelio mais uma vez embarcou em um devaneio de grandiosidade que não conseguiu manter por nem um episódio direito. É outra atitude bacana, essa dele ser um pai integral (#Danny), mas a verdade é que os primeiros anos de vida de uma criança é uma rotina bem modorrenta (e estressante). Sem poder postar no Instagram cada passo da filha (achei ótima a piada com as celebridades que fazem isso), sobrou realmente cuidar dos pormenores mais comuns. Quando ele resolve desistir da ideia, vem Xo e joga mais uma pilha gigante ao dizer que a mudança dela foi pensada por muito tempo (ele decidiu em um dia). Quero ver até onde vai isso.
Só que mesmo depois daquele discurso de Jane e Rafael, de dizer que iriam com mais calma, eles se entregam ao impulso e jogam tudo para o alto. Todas as escolhas foram desfeitas (momentaneamente pelo menos). Até quando esse eterno puxa-encolhe vai continuar? Isso são cenas dos próximos capítulos… Até a próxima semana!
PS 1: Alba descobriu que era o “rebote” de Jorge. Levantou, sacudiu a poeira e deu a volta por cima;
PS 2: A propaganda de laxante japonês de Rogelio: hilária;
PS 3: Já quero ver esse livro da Petra escrito por Jane.












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