Com “Idol Search Party”, chegou a tão aguardada hora de ver Millennials e Gen X tendo que conviver, aceitar e, principalmente, se aproveitar das diferenças da outra geração. No contexto atual de Survivor, a produção está mais do que convencida que twists e swaps são extremamente necessários para que a temporada não perca em emoção e imprevisibilidade no final da fase tribal e também na merge. Ao embaralhar as cartas, novas relações se formam e o embate entre os contatos iniciais e posteriores deixam a fase seguinte do jogo muito mais dinâmica. As duas últimas temporadas em que não ocorreu uma mistura de tribos foram justamente as últimas duas temporadas que foram realmente ruins e abaixo do esperado, Redemption Island e South Pacific. É óbvio que o erro na seleção do elenco também pesou bastante, mas a falta de uma mistura de tribos na etapa inicial também reforçou a tendência das alianças originais permanecerem unidas até o fim, nos fazendo aguentar dois Pagongs horríveis e sonolentos. Para quem não sabe, Pagong é o termo utilizado para quando todos os membros de uma tribo são eliminados em sequência ininterrupta na merge, em homenagem a primeira tribo que foi dizimada dessa forma. Se numa temporada boa a produção precisa intervir para manter as coisas interessantes, imagina numa temporada ruim.
As primeiras vezes que vi ocorrer swaps, em Guatemala, China e Gabbon, eu, um iniciante em Survivor, achei a princípio que a twist favorecia justamente aqueles jogadores que não foram tão bem em se colocar numa situação confortável e também as tribos que não venceram tantos challenges no começo. É fácil, por exemplo, após um swap, perder de propósito e eliminar os membros da tribo que estava na maioria para garantir os números na merge. Eu também considerava um tanto quanto injusto que um bom jogador era retirado de uma posição de conforto, que ele alcançou com trabalho e esforço, por pura falta de sorte, pela aleatoriedade de um sorteio. Entretanto, depois de assistir mais temporadas, passei a entender que a arte de sobreviver não tem nada a ver com justiça e que se adaptar é uma característica fundamental tanto para um animal na selva quanto para um participante de Survivor. O nosso mundo mesmo é maluco, cheio de aleatoriedades e temos que constantemente nos adaptar para seguir a vida. Survivor é um jogo individual que muda constantemente na sua essência e enxergá-lo desta forma pode facilitar o processo de adaptação a novos cenários.
A grande surpresa foi uma divisão em 3 tribos, justamente, quando tínhamos um número ímpar de participantes, que facilitaria a divisão deles em duas tribos com o mesmo número de membros. Gostei muito do que a produção fez, deu muito certo em Second Chance e tem tudo para continuar funcionando. Em tribos pequenas de 5 ou 6 membros, não existe para onde correr ou como se esconder, fazendo com que todos tenham que elevar o nível do jogo com o objetivo de fugir da eliminação.
Em Second Chance, me pareceu realmente injusto uma tribo ter que começar do zero e por cima sem comida nenhuma por um simples sorteio, mas em Millennials Vs. Gen X fica claro que a Angkor de Cambodia foi a tribo que mais perdeu muito mais pela inferioridade física dos seus membros do que por ter que começar do zero. Sendo que começar uma nova tribo do zero apenas contribuiu ainda mais para a o insucesso de uma tribo que já seria a mais fraca de qualquer jeito. Aqui temos um cenário um tanto quanto diferente e, por contar com o homem e a mulher mais fortes da temporada (Jay e Mikayla), a nova tribo, Ikabula, foi justamente aquela que destruiu as outras duas no primeiro Immunity Challenge nesta configuração.
É óbvio que mostrar insatisfação com a sua nova tribo nunca é algo inteligente de se fazer. Entretanto, o motivo para tanta revolta de Michaela foi o fato deles terem que fazer um novo acampamento e não ter a comida inicial que as outras tribos ainda têm do início do jogo e não por conta das pessoas com quem ela divide a nova tribo. Assim, Michaela pode até ser beneficiada pela sua falta de habilidade em esconder os seus sentimentos de frustração, uma vez que ela é percebida pelos outros concorrentes como alguém que não está tão ligada ao aspecto estratégico do jogo, o que pode levar muita gente a subestimá-la. Diferente de Jay, que a todo tempo mostra como é inteligente e focado no objetivo final do reality, Michaela passa a ideia de que está mais preocupada com a sobrevivência do que com o fato de estar numa posição confortável, já que está numa tribo com 4 Millennials contra 2 Gen X. É engraçado como Survivor é um jogo maluco e complexo e algo negativo pode funcionar em favor de Michaela, enquanto algo positivo pode acabar prejudicando o bom jogo de Jay. Em Survivor, fraquezas viram forças e forças viram fraquezas num piscar de olhos.

A dinâmica de Survivor, em que os próprios concorrentes escolhem quem vai ser eliminado, precisa impactar no jogo de cada um. Não adianta fazer um jogo incrível, mandar bem no acampamento, nos challenges e tomar todas as decisões da tribo. O importante é encontrar o equilíbrio entre fazer um bom jogo e não se expor demais diante dos seus rivais. Existem vários confessionais extras de gente como Hannimal, Zeke e Michelle dizendo que estão impressionados com o quanto Jay é bom em Survivor, sendo forte, hábil no acampamento, inteligente e, especialmente, querido por todos. Apesar de todas estas qualidades, fica difícil imaginar em alguém que já está no radar de todo mundo consiga vencer a porra toda. Precisamos imaginar um gráfico, em que os jogadores devem fugir das extremidades e encontrar um ponto ótimo do jogo em que ele garante uma boa posição ao mesmo tempo em que não fica tão exposto aos seus concorrentes. Assim, é muito mais fácil concluir que Ken, Michelle e Adam possuem chances maiores de ganhar do que Jay ou até mesmo David.
A dinâmica da Ikabula é muito interessante para a discussão das gerações, que está dando uma identidade interessante para a temporada, longe da chatice que eu imaginava quando o tema foi anunciado. Os Gen X cansaram de dizer que são trabalhadores, fazem as coisas acontecerem e não esperam nada dado de mão beijada, porém, o que vemos, especialmente na Ikabula, são os Millennials trabalhando duro e mostrando o caminho das pedras para os mais velhos. A temporada é longa e vejo boas chances de termos um vencedor Gen X, mas, até o momento, o que vemos é um verdadeiro 7×1, em que os integrantes da Geração X são o Brasil e os integrantes da Geração do Milênio são a Alemanha. A comparação com a última Copa do Mundo não me ocorreu apenas porque é sempre engraçado rir do papelão da nossa seleção de futebol, mas também porque foi a derrota do tradicionalismo, da arrogância, da soberba, do ultrapassado pelo o novo, o moderno, o profissional. Outra coincidência entre as situações é que enquanto os Gen X estão se destacando individualmente, os melhores participantes Millennials brilham de forma coesa dentro do grupo, trabalhando bem em equipe. O coletivo Millennial vem dando um show no individualismo Gen X.
A formação da nova Takali não poderia ser mais interessante e propícia para uma reviravolta no jogo com Ken e Jessica de um lado, Taylo e Figgy do outro e Adam gravitando no meio. Acredito que o casal teve uma certa sorte de permanecer juntos, uma vez que, se estivessem separados, seria muito fácil apontar para um dos dois e dizer que eles precisariam sair por ter um laço muito forte na outra tribo. Entretanto, eles também tiveram azar, já que caíram com Adam, alguém que já estava mirando em ambos e fazendo planos de eliminá-los para sair do bottom da aliança. Se Figgy e Taylor tivessem caído com Michelle ou Jay, o cenário seria completamente diferente e seria muito difícil que um deles saísse antes da merge ou de um novo swap.
Fiquei extremamente feliz com a aproximação de Adam e Ken e torço para que eles realmente sejam capazes de construir uma aliança sólida e de sucesso. Acredito que possa parecer fácil que a decisão certa para Adam é ir para o lado de Ken e Jessica, porém as coisas não são tão simples assim. Estamos num momento em que existem 6 Gen X vivos no jogo contra 9 Millennials. Dessa forma, trair os Millennials e ir para o lado de Ken pode também fazer com que ele acabe na minoria e seja visto como um traidor por aqueles com quem começou o jogo.
A nova Vanua também teve uma formação bem interessante e um tanto quanto imprevisível, uma vez que tanto Chris quanto Zeke estavam no bottom anteriormente e tomaram blindsides de seus companheiros que continuam na mesma tribo agora. Zeke e Chris usaram uma arma muito comum em Survivor para se aproximarem, o fato de serem do mesmo local e esta poderosa ferramenta ficou ainda mais forte uma vez que Chris jogou pelo time de futebol americano que Zeke torce. Assim, Chris pode dizer bem cedo para Zeke para que ele não preocupasse, uma vez que sua intenção era ir com ele e Michelle em detrimento de Cece e David, que além de tudo foram um engraçado desastre no Immunity Challenge.

O que fez Chris ser o grande jogador de “Idol Search Party” foi a sua ótima leitura do jogo ao entender que ele ainda pode precisar de David, Ken e Jessica, o que o fez contar o plano todo para David e incluí-lo. Gostei muito do que Chris fez e acho que ele deixou a vingança e o revanchismo de lado, pensando de forma racional. Se pensarmos bem, o fato do participante nunca saber o que ocorre na outra tribo deveria ser o suficiente para que nunca alguém que continua no jogo leve um blindside, é sempre melhor ter um aliado do que um inimigo na sua tribo. É óbvio que tudo é muito mais complexo do que isso, especialmente pensando no poder de reação de alianças rivais e, principalmente, em idols, que podem arruinar tudo. Entretanto, fazer aliados e criar relações de confiança é sempre melhor do que fazer inimigos ou ter que dar explicações no dia seguinte de um blindside. Assim, Chris foi muito bem ao entender que pode usar David a seu favor e até mesmo ir bem longe junto com ele.
Se Chris deve continuar confiando em David, é uma pergunta que será respondida pela continuidade do relacionamento entre eles, mas, de qualquer forma, o gigante pensou muito bem ao manter a opção de trabalhar com David em aberto ao invés de aliená-lo. Um primeiro passo que pode ou não ser continuado, mas que foi realmente o melhor que ele poderia fazer para o seu jogo. Minha professora de Direito internacional diz (várias vezes ao dia) que sempre precisamos encontrar maneiras (através do direito ou não) de construir pontes de comunicação, afim de encontrar objetivos em comum a serem atingidos ao invés de cavar um foço e se isolar nele e foi justamente o que Chris fez. Traçando objetivos mútuos para dois lados, inimigos podem se beneficiar e até mesmo virarem amigos. Outra coisa que ela fala sempre é “dividir para conquistar”. Não é muito difícil de entender que Chris e David são muito mais fortes juntos do que separados.

Na perspectiva de David, acredito que ele fez o certo ao ir com os números e, desta vez, manter o seu novo idol no bolso. Diferente da semana passada, usar o idol não garantiria David na maioria da tribo e ele e Cece garantiriam no máximo um empate na continuidade. Sem dizer que, como a Vanua ainda é a tribo mais fraca desta nova etapa do jogo, com Cece seria extremamente difícil que eles não voltassem ao Tribal Council em breve. No caso de uma nova derrota, acredito que David precisará usar o seu idol, a não ser que ele, Chris e Zeke consigam formar uma aliança confiável, mas acho que é muito complicado dele acreditar em qualquer coisa e não usar o idol. Vejo uma boa possibilidade de vermos David, Ken, Jessica, Chris, Zeke e Adam em uma aliança na merge. Assim, ao usar o idol em Cece, David arruinaria as possibilidades de Chris e Zeke se aliarem a ele, que ficaria sem para onde correr na próxima etapa do jogo. Um aliado vai embora, mas David pode conquistar outros dois.
Michelle com certeza foi quem menos teve sorte no sorteio, saindo de uma posição de poder para uma de perigo constante. Como a Vanua, para mim, é bem inferior fisicamente às outras tribos, vejo que Michelle é uma das favoritas à próxima eliminação. Gostei de como ela não confiou 100% em Chris e procurou ao máximo fazer alguma coisa que a garantisse viva no jogo, porém declarar o voto em David foi uma jogada no mínimo arriscada e me faria no lugar dele repensar a minha estratégia. Existe a possibilidade de eles terem combinado de fazer isso para que Cece nem desconfiasse do blindside que viria, mas de qualquer jeito fiquei desesperado com Michelle e com a possibilidade dela sair tão cedo por atacar gratuitamente David já que nem votaria nele. Torço muito para que a Vanua não vá mais ao Tribal Council com esta formação, mas realmente acredito que o melhor para David, Zeke e Chris seria ir e eliminar Michelle, que pode voltar a ter poder com uma nova swap e que é uma ameaça real para levar o milhão para casa (ou para a sua igreja).
Cece foi uma jogadora bem passiva e que foi até longe demais se pensarmos no seu desempenho nos challenges. Ela poderia de ir longe justamente por não ter chance alguma de ganhar, mas somente se fosse arrastada por jogadores melhores. Em 4 Tribal Councils, ela conseguiu ser votada em todos e nunca foi salva por algo que ela mesmo fez. Acho que ela tem uma boa personalidade e parece ser uma pessoa agradável, mas ela não demonstrou estratégia ou até mesmo uma vontade grande de permanecer.
Estou muito feliz com esta temporada, está muito acima das minhas expectativas, que nem eram baixas não. O elenco na sua maioria é excelente e como Jeff tinha antecipado está recheado de participantes gostáveis e torcíveis. A edição “Idol Search Party” foi um pouco melhor no sentido de manter um pouco mais a imprevisibilidade na medida do possível e vem dividindo bem o airtime entre quase todo o elenco. David vem tendo mais espaço do que os demais, mas isso é natural para quem, além de ser um bom personagem, já achou dois idols, foi a 4 Tribal Councils e fez jogadas ousadas. Também preciso ressaltar que de 5 eliminações 4 foram blindsides. Well done. Espero que a temporada mantenha a qualidade e só melhore com a convergência de Millenials e Gen X.
> 5 Dicas pra Fechar Negócio no Shark Tank
Ranking da Semana em “Idol Search Party”:
1- David. Assim, que começou o episódio David já estava se destacando ao encontrar mais um idol. É bem verdade que ele possuía uma vantagem, uma vez que não precisava ficar enfiando a mão em árvores ou cavando e sabia exatamente que só precisava procurar por um símbolo. Assim como no caso do coco e da concha, a produção foi impecável ao esconder o idol dentro de um toco de madeira, que realmente parecia um toco qualquer. Algo que me faz manter David na primeira colocação é o início de uma possível bem sucedida aliança com Chris. Não precisa ser muito inteligente para perceber que é muito mais fácil David vencer Chris do que Ken num Final Tribal Council. Para isso, ele precisa continuar demonstrando confiança ao gigante e se aproximando dele.
2- Ken. Fiquei extremamente feliz ao ver que Ken e Adam se deram bem e devem seguir juntos. Na maioria das vezes eu não acerto o rumo do jogo, mas estou bastante confiança que Adam, Ken, David, Jessica Zeke e Chris estão no caminho certo para estarem numa situação confortável juntos na merge.
3- Adam. Fez exatamente o que fez em todos os episódios, dando confessionais que revelam o quanto ele entende do jogo e sabe o que deve fazer. Gosto que ele mostra que prefere se distanciar de pessoas burras e se aproximar de pessoas mais confiáveis. Arrastar gente burra pode ser sedutor, mas é muito mais arriscado do que parece. Eu faria o mesmo, indo com as pessoas mais estáveis e menos emocionais, deixando para depois o pensamento de quem será mais fácil de vencer num Final Tribal Council. Adam pode usar Ken e, até mesmo David, muito bem como escudos, teoricamente sendo alvo somente depois deles serem eliminados. Jeremy fez isso muito bem em Second Chance e espero que outros jogadores sigam seus passos.
4- Jay For Pay. Coloco Jay na quarta posição porque é inegável que faz um jogo incrível em todos os aspectos. Eu acho que existe uma grande probabilidade dele ser o primeiro membro do júri, sendo o marco para uma mudança de poder. Jay realmente é ótimo e ainda sempre dá ótimos confessionais. Nunca ia imaginar que ia gostar tanto de Jay, Ken e Michelle antes da temporada começar.
5- Chris. Mudou radicalmente a imagem que tinha dele e acho que ele pode surpreender. Já falei muito dele na review, então aqui vou apenas dizer que até consegui gostar um pouco dele neste episódio.
6-Michaela. Rainha da porra toda. Michaela está no caminho certo para ser o principal destaque da temporada, voltar em um (ou mais) all-stars e ser uma figura marcante da história do programa. Temos que lembrar que ela vem se destacando muito nos últimos episódios mesmo sem visitar o Tribal Council. Na minha opinião, as pessoas vão subestimá-la estrategicamente e ainda não entenderam que ela tem a cabeça no jogo e, principalmente, no que é melhor para si mesmo. Michaela mais uma vez desequilibrou um challenge e ainda fez fogo para a sua tribo. É a minha favorita, apesar de eu gostar muito também de Adam, Ken, David, Michelle, Jay e Hannimal. Assim como Adam na semana passada, Michaela ganhou um aspecto pessoal, o que a enriquece como personagem e aumenta suas chances de vencer.
7- Michelle. Cai bastante porque vejo que ela tem grandes chances de ser eliminada no próximo episódio ou na sequência se não ocorrer um novo swap. Está na tribo mais fraca, não tem porque contar com a confiança de Zeke e Chris e ainda seu alvo tem um idol. Espero que a Louca da Bíblia dure mais que isso, uma vez que ainda tem um grande potencial, mas não estou muito confiante. Independente de torcida, acho que seria uma boa jogada para Chris, David e Zeke eliminá-la o quanto antes.
8- Hannimal. Acho que está numa posição segura, mas ficou um pouco apagada nos últimos episódios. Pode surpreender.
9- Zeke. Finalmente conseguiu se destacar estrategicamente. Em pouco tempo, saiu do bottom e acho que ao lado de Chris está na melhor posição da sua tribo atual. Se eu me surpreendi em estar gostando muito de alguns participantes, também é uma surpresa enorme o fato de eu não ligar muito para Zeke. Tinha certeza que ele seria um dos meus favoritos. Ele gerou em mim uma expectativa de ser vilão e fazer comentários cheios de veneno e sarcasmo, o que na prática não aconteceu. Não que ele seja péssimo ou chato, mas Zeke ainda não me conquistou.
10- Jessica. Fica na décima posição muito mais porque a vejo indo mais longe do que os demais do que por mérito próprio, porém Jessica fez mais uma cagada esta semana. Contar da Legacy Advantage para Ken é uma péssima jogada, uma vez que ele passa a ver uma certa vantagem na sua eliminação. Não acho que seria inteligente da parte de Ken eliminá-la para ter a vantagem, uma vez que depois de traída ela provavelmente entregaria a vantagem para outra pessoa. Também nem parece do feitio de Ken fazer este tipo de tática, mas esta informação pode fazê-lo se esforçar menos para salvá-la numa situação em que poderia. De qualquer jeito acho que não foi algo muito inteligente.
11-Will. Além de beirar a invisibilidade, Will ainda fica de fora do challenge sendo que na tribo dele existem pessoas aparentemente mais fracas como Sunday e Hannimal. Acho que ele vai longe, mas a cada episódio fica mais certo que ele não tem a menor chance de vencer.
12- Bret. Se mostrou meio bosta em “Idol Search Party” e acho que ele é o favorito para sair caso sua tribo vá ao Tribal Council. Fica na frente de Sunday apenas porque tem mais airtime.
13- Sunday. Who?
14- Figgy. É menos burra que Taylor e por isso fica acima dele, mas acho que ela está num perigo maior que ele a curto prazo.
15- Taylor. Meu Deus, este cara é muito burro. A cada dia me surpreendo com a sua falta de noção. Taylor comparou o seu romance com Figgy com uma aliança normal, equiparando as forças entre os dois vínculos. Eu até concordo que uma aliança pode ser tão ou até mais forte do que um Power Couple, mas na percepção dos outros obviamente não é assim e a percepção alheia muitas vezes define o que é verdade em Survivor. De qualquer jeito, mesmo uma aliança normal deve ser disfarçada e não pode ser tão evidente. Vimos em Worlds Apart, por exemplo, uma tendência muito grande de se eliminar as duplas mais evidentes e um esforço dos participantes em disfarçar este tipo de aproximação por conta disso.
Sunday sobre sua participação na temporada:
















