Às vezes menos é mais!

Praticamente metade da temporada e o ritmo dessa terceira temporada vem me agradando mais do que a anterior. Mas porque às vezes menos é mais? No caso do episódio a minha opinião é essa porque o ritmo fluiu bem e quando eu menos percebi o episódio já tinha acabado porque não teve aquelas enrolações que costuma acontecer nesses casos. O episódio foi ótimo pela escolha do tema e isso é uma das coisas que vem me agradando tanto em PD quanto em Med, os produtores estão tratando casos reais.

O estupro em si não é o primeiro caso a ser retratado na série, mas o modo como foi conduzido me surpreendeu, pois a cabeça das invasões não foi um cara como é sempre de se esperar e sim uma mulher. A reação da Lindsay não poderia ter sido diferente se não aquela de confrontar a Tawny porque é algo repugnante ainda mais sendo a vítima uma garota de quatorze anos. Vê-la fingir que havia sido estuprada e depois vê-la como a chefe mostra que mulheres doentes ainda são pouco retratadas em casos como esses.

Os plots do casamento de Plouch, Burzek e do Eddie – o amigo do Voight − foram pouco trabalhados, mas já deram uma ideia do que irá acontecer. Platt descobriu que o pai faliu e que seu casamento estará por conta dela e de Mouch então provavelmente irá rolar uma ajudazinha dos amigos para fazer esse casamento acontecer. Sobre Burzek não há muito o que falar porque os produtores deram um passo atrás com o Adam e depois não trabalharam mais esse plot a não ser através de diálogos curtos e reclamações da Kim ouvidas pelo Roman. Já o Eddie saiu da prisão e não sei, não tive uma boa impressão. Hank como bom amigo tentou conseguir um emprego e um apartamento, mas o cara tratou logo de emendar com um “você é meu agente da condicional?” e depois veio pedir uma grana emprestada? Portanto, Hank será o Hank e vai tentar ajudar esse cara, mas com isso poderá ficar em uma situação não favorável.

Se liga na promo de “Looking Out For Stateville”:

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