Alguns homens não merecem estar andando sobre a terra”
Digerindo o episódio…
A mãe da Erin é uma vaca nível master. Esse plot dela já está me deixando com vontade de dar um chute na bunda dela e dizer até nunca mais. A mulher é a pessoa mais egoísta que já apareceu na série. O discurso dela é o mais enviesado possível e cá entre nós, já era esperado, pois para ela o mais importante é sempre ela, ela, ela e adivinha… ela mais uma vez. Bunny é o tipo de mulher que nunca dá um ponto sem nó, Erin então vê se aprende logo essa parada. Vê-la fingindo não saber da recompensa para a própria filha, depois criticando Voight, e isso tudo só para livrar sua pele de uma enrascada, me fez querer vomitar. O problema é que ela enche a boca para falar que é a mãe da Erin e que quer fazer parte da vida da mesma, mas ela só joga terra em cima do “relacionamento” delas. Bunny vive uma tentativa atemporal de convencimento que ela é movida por coisas boas quando o assunto é a filha mais velha. Bullshit!
Em relação ao caso da semana, a única parte que me tocou foi o pai e o filho dentro do caminhão que estava dentro do rio gelado e a reação da mulher/mãe quando o Miko foi capturado novamente. Quem sou eu para julgar aquela esposa/mãe que perdeu as pessoas mais importantes de sua vida, quando ela tenta tirar a vida de Miko? No calor das emoções fazemos coisas inimagináveis, mas sabemos que matar o cara não iria trazê-los de volta. A fala dela para o Olinsky é o sentimento de muitas pessoas hoje em dia, afinal alguns homens/mulheres não merecem mesmo estar entre nós.
O que foi Voight sambando na cara da Bunny e mostrando que apesar de não ter laços de sangue com Erin é um pai melhor do que Bunny jamais foi e jamais será? A humanização do personagem já foi tão trabalhada que lá pelas tantas eu já sabia que ele tiraria o dinheiro do cofre para ajudar Erin a se livrar da companhia nada querida da mamãe. Apesar de livrar a cara da mala da Bunny, ficou um tanto óbvio que ela voltará para encher nosso saco num futuro próximo e eu já estou revirando os olhos com essa possibilidade.
Bom, e a Erin – apesar de tudo – ainda consegue se preocupar com o que vem de sua mãe. Pessoas que agem com o coração sempre se sentirão de mãos atadas quando alguém próximo está em perigo ou algo do tipo, e Erin é 70% coração e 30% razão – na maioria das vezes. Vê-la com raiva do Miko dentro do hospital foi algo bom de se ver porque é nessas horas que ela consegue se dar conta de que a razão compensa mais que o coração em alguns momentos. Mas terão que colocar Erin para enfrentar os fatos, com a mãe-mala e com Voight, em algum momento. Algo que me incomodou bastante depois que terminei o episódio foi que apesar de tudo que o Voight fez, Erin ainda não abriu o jogo a respeito do Jay. Quando ele descobrir o que está acontecendo certamente a reação será dez vezes pior porque faltou uma confiança da parte dela para com ele. Papai Voight sabe dar bons tapas na cara de quem merece? Sabe. Papai Voight sabe proteger Erin de tudo e todos? Sabe. Então acho que seria sensato e maduro da parte dela convidá-lo para um churrasco e contar o que se passa. Ele poderá gritar, jogar garrafas de água na parede, bater nas paredes, mas saberá reconhecer a confiança dela.
Bom, querid@s, o episódio no geral foi morno. Faltando oito episódios para o final da temporada muita coisa pode acontecer e eu não sei vocês, mas muchas cosas pairam sobre minha cabeça.
Ps1: Antonio voltou ao jogo da pegação, beijos.
Ps2: Foi muito bom ver Nadia saindo detrás da mesa de secretária da Inteligência e estudando para ser alguém na vida.
Ps3: Platt se sentindo impotente diante da fuga do Miko. Que dó!
O próximo episódio intitulado como “What Do You Do” promete ser mais emocionante que esse então se liga só na promo:















