Glee is back??
Nesse episódio tivemos uma nova Squint, a Sammy Mills (quando escuto Mills, já lembro da minha rainha: Regina Mills) eu gostei dela, ela não é tão “SQUINT” como os outros, ela era tipo aquele aluno que se formou, mas não era o melhor da sala, até aqueles internos que foram chamados no caso da assassina fantasma eram melhores, mais espertos, mas ela era esforçada, talvez depois um tempo ela consiga, até achei que a Brennan teve muita paciência, algo que não é comum quando se trata da Drª Brennan. A Sammy era meio que um deles, ela já trabalhou lá, ela limpou banheiros do museu e esperou 5 anos para chegar ali, ela é tipo gente como a gente, que rala para chegar a nossa meta, mas infelizmente nem sempre dá certo. Talvez ela podia ser interna do Clark, adoraria ver ela novamente em outro episódio, só que dessa vez arrasando.
Foi muito bom ver o Parker de novo, e quem diria, mesmo de longe a Brennan influenciou ele. Ele é um escritor, e dos bons (Rebeca criou bem o menino, afinal ela é uma grande médica lá em Seattle né, kkkkk Arizona <3), foi bem fofo ele pedir ajuda para a Brennan falar com o Booth porque ele é bem parecido com ela e sabia que ela o entenderia e saberia falar com o Booth. Se eu fosse o Booth, apostaria no Hank para ser o filho parecido com o pai, por a Chris já é uma mini Brennan e até o Parker é meio Brennan também.
Eu realmente me senti em um episódio de Glee, (já imaginei vários covers de várias novas músicas que seriam demais, TOP seria a palavra certa, mas estou tentando tirar ela do meu vocabulário hehehe) o caso foi legal, meio arroz com feijão, mas eu gostei porque me deu aquele ar de nostalgia, mas também foi um caso legal, apostei em um dos meninos do grupo musical, mas depois quando suspeitei do colega de quarto, já pensei, matou o menino, porque ele queria estudar e o outro só ficava cantando mas, as pessoas são muito burras quando tentam esconder um “acidente” porque elas acabam se incriminando mais ainda!
Hodgins melhorou bastante, mas ainda dá para sentir lá no fundo, e algumas vezes nem tão lá no fundo, aquele Hodgins rabugento. Uma luz no fim do túnel dele apareceu, e acendeu a faísca da possibilidade de ele voltar a andar, é bem compreensível ele ficar assim, mas não vou defender ele, simplesmente pelo fato dele não falar com a Angela sobre isso, ele sabe que ela está ali por ele, e tem que aprender a dividir as coisas com ela, é na alegria e na tristeza.
Enfim, poderia resumir muito do episódio na frase que a Cam disse, tanto no caso da nova Squint e na cirurgia que o Hodgins queria fazer.
Querer que as coisas funcionem e faze-las funcionar é algo bem diferente!
Obs. 1 – Aubrey arrasando no gogó e no cabelo! Booth é realmente um ótimo agente do FBI, porque descobriu o segredo do Aubrey e ainda encontrou a prova.
Obs. 2 – Eu quero um ratinho também, e um hotel 5 estrelas para ele também. Igual ao do Hodgins!
Obs. 3 – Próximo episódio teremos Michael Vincent, AMÉM, uma criança foi recuperada!!
Obs. 4 – Até o Parker que está lá na Inglaterra apareceu e o Hank não, acho que esse menino está de férias viajando com algum parente do Booth ou da Brennan, porque sumiu!
Obs. 5 – Já passou da hora do Hods comprar uma cadeira elétrica, né não??
Obs. 5 – Já quero episódio com a serial killer de novo, obrigada! De nada.
Curiosidades:
Alguns dos cantores que cantaram nesse episódio formam o grupo Pentatonix, eu não os conhecia, mas devido alguns comentários no BdS e procurei um pouco sobre eles, eles são maravilhosos!
Pentatonix é um grupo estadunidense a cappella composto por cinco vocalistas, O grupo venceu a terceira temporada do programa The Sing-Off, da rede de televisão norte-americana NBC em 2011, cantando um arranjo a cappella da canção “Eye of the Tiger“.
Site Oficial – http://pentatonixthealbum.ptxofficial.com/
















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