A cidade dos sobreviventes!
Duas semanas se passaram e estou aqui novamente para falar sobre essa coisa linda e maravilhosa, cheia de adjetivos mesmo, que é Arrow. Foram duas semanas difíceis na vida dos nossos coleguinhas e uma semana difícil na vida deste reviewer, mas é chegada a hora da nossa dança de comentários e referências. Ao fim, conto minha história, mas por agora vamos focar nesses dois episódios.
‘Keep Your Enemies Closer’ ou ‘A Origem da Canário’ foi um episódio difícil de aceitar. Primeiro porque eu esperava muito mais de um episódio com esse nome. E segundo que precisei assistir três vezes para entender seu propósito. Passado esse momento de aceitação, fui compreendendo a trama crocante que, em comparação aos outros episódios apresentados até aqui, foi bem inferior.
Vou começar pela origem da personagem de Sara Lance, a menina que enganou seu pai dizendo que iria para a faculdade, mas estava no Queen’s Gambit com Oliver (Desde quando o sinal de celular funciona no meio do Oceano Pacífico?), aprendendo fermentação e biologia. Depois de toda aquela situação libidinosa e perigosa no barco que já conhecemos, Sara ficou à deriva por alguns dias. Aos que reclamaram que a série não mostra torsos femininos, Lance Sister veio para mostrar que isso não é verdade. Ela estava lá, toda delicada e limpa, com seu lingerie rosinha, fazendo a Rose e pedindo para o Amazo voltar. HALP! HALP! Até ai a história é aceitável, compreensível, mas me colocam um maldito canário no meio do Pacífico? Só poderia ser alucinação.
Pois bem, a Irmã mais nova é capturada, levada para o navio, tenta dar carteirada ao dizer que conhece Robert Queen e, no fim, vira ajudante do Professor Anthony Ivo, o ponto mais interessante da trama da ilha. Dai por diante, Sara vira a “bitch” do Dr. e o ajuda a transformar a vida humana. Essa interação do navio ainda exige algumas explicações que teremos nos próximos episódios, mas já sabemos que depois que Oliver, de alguma forma, destrói o barco, Lance Sister vai parar na Liga dos Assassinos.
No presente, a razão da amargura de Sara é revelada. A moça é integrante da Liga dos Assassinos, um grupo composto de assassinos (cortesia de Felicity Smoak), e sente vergonha disso, mas continua matando como se não houvesse amanhã. A Amarelinha está fugindo de Ra’s Al Ghul e só queria verificar se sua família está bem. Ok! É uma origem bem diferente do mundo dos quadrinhos, mas, ao contrário do que vi alguns fãs reclamando, é coerente com o universo de Arrow e tudo o que vem sendo contado até agora. Só não entendo porque escolheram uma atriz tão ruim para interpretar uma personagem tão forte e interessante. A Canário Original grita e se revira no túmulo dos quadrinhos com essa decisão.
O lado maravilhoso dessa história são os pormenores e referências aos quadrinhos. Nesse episódio, conhecemos Al Owal, personagem criado para Arrow, e um dos integrantes da Liga. Ele é mais um dos mensageiros de Ra’s e nos trouxe informações bastante interessantes. Antes de falar delas, acho justo contar mais um pouco da história de Ra’s e sua Liga dos Assassinos.
A origem da história de Rasinho começa há mais de 600 anos, quando o famoso vilão do Batman era somente um médico de um grande sultão. No exercício de sua função, e na ocasião do filho de seu empregador cair doente, Rasinho encontra uma fonte milagrosa conhecida como o Poço de Lázaro que, como já foi dito na review de ‘Crucicle’, é composta de um mix químico capaz de fazer uma pessoa morta voltar a vida e uma pessoa quase morta rejuvenescer. Ghul salva o filho do sultão que, em contrapartida, perde a cabeça e mata Sora, a querida esposa de Rasinho. Numa jogada de muito drama, o pobre Ra’s é preso e culpado pela morte de sua amada. O bom médico, revoltado, consegue fugir da prisão e BLAM, mata o sultão e o filho. Dai por diante, começa a Jornada do Mal na vida de Rasinho, um ex-bom moço.
Ao longo da vida, Ra’s usa o Poço em razão própria e se transforma em um dos vilões mais interessantes do Universo DC, apesar dos objetivos ecológicos (quer livrar o mundo dos males da poluição e avanços tecnológicos! BITCH PLEASE!). Nesse meio tempo, cria a Demon, uma organização criminosa que financia seus planos. A Liga dos Assassinos surge para proteger os integrantes da Demon. Ou seja, o pessoar da Liga não passa de um bando de seguranças bem treinados.
Explicada a origem de Rasinho, voltemos a Al Owal. O guerreiro fala que a Criança de Ra’s espera o retorno de Sara (a legenda traduziu “child” como “filho”, mas o correto é “Criança” porque o gênero ainda não está definido). Para completar, ele ainda diz que não é por ser a ‘amada’ que Sara vai conseguir sua liberdade. Isso nos leva a duas conclusões: 1. Sara tem um caso com o Ra’s Al Ghul. 2. Tem mais gente envolvida nessa trama.
Ficam no ar as dúvidas a respeito do que Sara fez para precisar fugir (ou se simplesmente fugiu porque queria ver a família mesmo), por qual motivo não quer voltar e por que ainda não foi morta. Nos quadrinhos, em um das histórias das Aves de Rapina, a Canário faz par romântico com Ra’s Al Ghul, ainda que brevemente, e é ele quem a ajuda a recuperar o Grito do Canário com o famoso Poço. Ou seja, é bem possível que exista um romance entre os dois, principalmente porque Arrow ADORA drama amoroso.
Depois disso tudo, Arrow ainda nos presenteou com Lance Sister se revelando para Lance Dad. Tirando os momentos vergonha alheia, com cara de dor de ambos os personagens, o reencontro foi interessante e emocionante. Quentin carrega o peso de saber o segredo da filha e não poder contar a Laurel e Mama Lance. Até quando o ex-detetive conseguirá manter o segredo? Apesar de Quentin ter se transformado em um dos personagens mais simpáticos dessa temporada, tenho as minhas desconfianças de que ele irá morrer, afinal já não ocupa um papel tão importante para a trama. É esperar para ver o que vai rolar.
Enquanto isso, a moral do episódio veio com Oliver dizendo que o passado não pode mais ficar enterrado e precisa ser resolvido. O que nos leva aos momentos da ilha, com Sara sendo a torturadora de Oliver e fazendo jogo duplo com cara de Canária Sofredora Suja Dissimulada.
No presente, quem faz o jogo duplo é a insossa, dispensável e chata, Laurel Lance, a nova promotora do caso da Família Queen. Não bastasse a maldita acabar com nossa paciência no mundo real, continua a perturbar a ficção. Eis a proposta da promotoria: prisão perpétua com possibilidade de condicional.
A coisa é simples: se não aceitar, vai encarar a pena de morte e o júri. Nessa história, nossa Cházinha, que já estava enferrujada na Arte do Vexame, bateu o pé e não aceitou que sua mãe quisesse ficar presa para sempre. Mulher, eu ainda preciso de você, tá? E as nossas compras? E as nossas conversas? Quem vai te dizer o que usar? No fim do dia o drama se resolveu bem. Oliver sabe que Moira esconde algo, nós todos queremos saber o que é, mas o importante é que a família Queen está unida, forte e sobrevivente. Mamis, você nos ensinou a lutar, a ganhar, a querer sempre o melhor! Estamos aqui!!! É ou não é uma família muito melhor do que a Lance? As atuações, pelo menos, são melhores.
Falando em Lance e Oliver, a interação entre Ollie e Lau (fiz a intchyma) deu um passo a frente e voltou fintchy. Oliver lindo se ofereceu para ser amigo da Racha Laurel, pagou o jantar, sem álcool, e ainda fez questão de levá-la até a porta enquanto esta dissertava sobre não ser uma alcoólatra.
A futura Canário avançou o sinal, levou um fora e não suportou esconder a mágoa de cabocla. Como assim você negou minha passarinha? Você não veio até aqui para isso? Eu peguei a mensagem certa! Todo mundo está correndo de mim, eu sou o motivo de todo mundo ir embora. O que está de errado? Eu sou o problema. Gata, aqui vai um conselho do amigo Isaque: todo mundo foge porque você é chata pra caralho. Conclusão: não aguento mais essa Laurel.
‘A Origem da Canário’ foi um bom episódio, para não dizer abaixo da média, e poderia ter nos entregado algo muito melhor em relação à Liga, mas deixou tantas informações interessantes que dá para relevar e encarar essa trama como uma introdução a algo maior e mais interessante. No fim, com duas doses de uma vodca russa, nos deram a pista do episódio que fez Arrow bater recordes de audiência na CW: ‘Keep Your Enemies Closer’ ou “O que acontece na Rússia, fica na Rússia!’.
A produção de Arrow resolveu que era hora de mudar de ares e sair do eixo Starling City/Lian Yu e se aventurar nas terras geladas de Anatoli Knyazev, o líder simpático da BRATVA. Além disso, tivemos um episódio centrado em Diggle, um personagem secundário com bastante potencial.
Posso definir esse episódio como um grande drama amoroso, afinal praticamente todas as relações estabelecidas foram baseadas em amor. A começar por Lyla Michaels e Diggle, revelados como ex-marido e mulher que se ajudam nas horas difíceis, passando por Oliver, Felicity e Isabel e terminando com Thea e Roy. Ainda assim, por mais que tudo aparente ser um grande novelão, há muita qualidade e informações preciosas para discutirmos.
Para começar, fiquei maravilhado com a participação de Amanda Waller, a personagem mais eficiente de todo o Universo DC. Ela é a empregadora de Fyers e está intimamente conectada com a ARGUS. Nos quadrinhos, Amanda é uma agente do governo, por vezes aliada dos super-heróis e por outras, antagonista. Waller, a Rainha da Carteirada de Títulos, é líder da Força Tarefa X, mostrada nesse episódio, que por sua vez é a organização que comanda o Esquadrão Suicida.
O Esquadrão é um time de superpoderosos que faz o trabalho sujo para o governo dos EUA, recebendo em troca dinheiro ou favores. É o caso de Fyers lá na primeira temporada, que buscava desestabilizar a econômica chinesa e fazia tudo por dinheiro. Falarei mais sobre o Esquadrão quando (e se) eles aparecerem efetivamente, mas já posso dizer que Deashot, Bronze Tiger e o Count Vertigo, todos que já apareceram na série, são membros desse time.
Voltando a Amanda, a moça também fundou A Agência, um braço da Força Tarefa X que posteriormente se torna a Xeque-Mate. Ambas são organizações especializadas em missões secretas para o governo. Além disso, nos quadrinhos Amanda também já foi Secretária de Assuntos Metahumanos durante o mandato de Lex Luthor. Waller e sua Xeque-Mate já fizeram participações em Smallville e Liga da Justiça Sem Limites. Tanta eficiência deixa Isabel Rochev no chinelo.
Pausa para a revelação do episódio. Eis a empregadora de Fyers:

Já que falei em mulher poderosa, hora de falar de Isabel Rochev, a moça que viveu na Rússia até os nove anos de idade, foi adotada por uma família norte-americana e morre de tesão por Oliver Queen. A trama dela nesse episódio começou com a desconfiança de que Ollie iria comer Felicity na Rússia e, para impedir esse absurdo, mostrou que também é eficiente na arte de fazer as malas.
É verdade que ela não estava muito interessada na reunião da subsidiária da Queen Consolidated, mas a vodka, como em muitas outras situações da vida, foi bastante esclarecedora para nós nesse episódio. Sabemos que ela é uma safadinha sedenta por poder (QUERO TUDO SENÃO NÃO FAZ SENTIDO VIVER!) e sabe que Oliver se faz de estúpido. Só faltou dizer que eles foram feitos um para outro, porque o clima foi tão tenso e tão quente que até minhas orelhas ficaram vermelhas.
Ao fim da noite, o resumo: paga a conta e vamos subir, porque hoje eu vou lhe usar! E não importa o pouco tempo, Ollie, sou rápida e eficiente. Justamente o que você precisa nesse momento de vida dupla sem se envolver com ninguém que possa se apaixonar.
Quem se importa muito com essa história é Felicity, a loirinha assistente que acha que Oliver merece coisa muito melhor. Afinal, o que Isabel tem que ela não tem? Essa situação me fez pensar na atual situação dos fãs de Olicity. Por mais que eu goste de imaginar os dois juntos, a dinâmica desse episódio me provou que não dará certo. Entendo que os roteiristas queiram criar um drama entre eles, colocar mais humanidade, mas não gostei. Pensando pelo lado positivo, temos aqui a possibilidade de uma trama somente para Felicity. E quem sabe ela não dá uns pegas no Flash?
No clima de romance também estava Diggle, que correu atrás de sua amada, arquitetou um plano para lá de criativo (com direito a crossover com Breaking Bad) e ainda enfrentou seu inimigo: Deadshot. Tirando o clichê de estar preso frente a frente com seu algoz, toda a dinâmica entre os dois foi bastante interessante. Tudo isso serviu para descobrirmos que Adny Diggle, o brother de John, era o alvo de Deadshot encomendado pela tal de H.I.V.E. ou C.O.L.M.E.I.A.
Nos quadrinhos, a H.I.V.E (Hierarquia de Vingança e Eliminações Internacionais) é uma organização secreta especializada em terrorismo e assassinatos de superpoderosos. É assim que ela ganha prestígio no submundo do crime. Pausa dramática para admirar a genialidade dos roteiristas. A líder dessa organização é Queen Bee, vilã que já falei na review de ‘The Huntress Returns’. Eis o trecho:
Enquanto isso, John Diggle, a voz da razão, participou sutilmente do episódio e deixou no ar a sua busca por vingança contra DeadShot/Floyd Lawton. A notícia que lia no computador do QG, a respeito do assassinato do presidente de Bialya, pode ser uma pista do que está por vir em sua história. Nos quadrinhos, Bialya é um país fictício localizado próximo a Arábia Saudita e Irã, governado por um ditador terrorista. O território é citado nas histórias da Liga da Justiça e, eventualmente, em histórias do Superman. Ironicamente, ou não, o país já foi governado por uma vilã chamada Queen Bee, que possui superforça e a habilidade de liberar um pólen capaz de confundir seus adversários. Será que veremos Queen Bee pulverizando glitter durante sua performance na noite gay do Verdant? Ou teremos mais uma femme fatale envolvida nas tramas de Starling City? É esperar para ver
Em outro ponto da história, o cuidado dos roteiristas também esteve presente. Na ilha, Dr. Ivo explicou seu grande objetivo e me deixou de pelos arrepiados com as possibilidades. Nos quadrinhos, Ivo é um inimigo da Liga da Justiça e cria um androide chamado Amazo (eis o nome do navio) para roubar os poderes da Liga e criar um soro da imortalidade. Dr. Ivo consegue fazer o soro, mas este desfigura toda sua pele e o deixa louco. Em Arrow, o Doutor busca o tal do Mirakuru, projeto desenvolvido pelos japoneses durante a Segunda Guerra Mundial, composto de células tronco e terapias genéticas, que resultou num soro capaz de aumentar a força e a regeneração celular. O objetivo dos japoneses era criar um exército de supersoldados.
Lian Yu entra nessa história porque o Submarino da Marinha Imperial Japonesa, que levava a carga de soro, naufragou por lá e é isso que os Outros buscam. Lembram que na review de ‘Identity’ falei de ‘Arqueiro Verde – Ano Um’, onde existia uma Base Japonesa de Submarinos? Está tudo conectado, camaradas!
Como se não bastasse, nas histórias atuais dos Novos 52, Dr. Ivo trabalha para o STAR Labs e foi o responsável pela criação do Cyborg, integrante da Liga da Justiça. É aqui que fazemos a conexão com o STAR Labs em Arrow, Central City, onde os protestos contra o Acelerador de Partículas continuam. Acredito que esse soro será o responsável por incluir poderes no universo da série, assim como o acelerador de partículas dará poderes ao Flash. Será através da ciência que os roteiristas vão expandir o universo de Starling City. Acredito também que o soro que o Brother Blood usou no Prefeito, em ‘Crucible’, é o mesmo soro do Dr. Ivo, afinal Sebastian também quer criar um exército de supersoldados. É ou não é uma sambada maravilhosa de salto trinta nas nossas faces? É AMOR!
Amor que também rolou com Thea, Moira e Roy, possíveis protagonistas de um drama. E é ai que os roteiristas, novamente, tiram das mãos de Thea a possibilidade de sofrer sem qualquer sentido e nos entregam o amor. Minha, filha, cêtáloka? Vai sacrificar sua vida social e sexual por minha causa? JAMAIS! Tô me sacrificando para você ser feliz. Negar um pedaço de flecha desses? Tome jeito, sua vadiazinha!
Entre dramas amorosos, personagens secundários ganhando destaque, uma Sara vadia traindo Oliver, e uma série de ótimas referências, ‘Mantenha Seus Inimigos Por Perto’ foi um excelente episódio.
Por fim, Arrow mostrou com esses dois episódios que continua sabendo onde quer chegar e como fará para atingir seu objetivo. A edição desses dois capítulos foram impecáveis, com boas sacadas de humor (vide a rapidinha de Oliver e Isabel e os cinco minutos para Diggle sair da cadeia) e as tramas se desenvolveram de forma satisfatória. Não gostei tanto de ‘League Os Assassins’, mas ‘Keep Your Enemies Closer’ compensou por trabalhar com elementos não habituais e mostrar que mudar dá certo. Agora é deixar o drama correr.
NOTA ESCLAREDORA
O motivo do atraso na review: Quinta-feira, 07/11, o incêndio na Smartfit República afetou intensamente o prédio onde meu namorado tem escritório. Felizmente o dele ficou intacto, mas o prédio foi interditado. O final de semana foi, portanto, dedicado na tarefa de subir e descer 17 andares (quatro vezes) com mais de 800 processos. Isso, associado a minha adorável tara por dormir pouco, e ao tempo seco de São Paulo, baixou minha imunidade. Resultado: Isaque Criscuolo ficou com conjuntivite, garganta inflamada, sangramento nasal e falta de ar. Todo cagado! Uma semana de descanso e remédios me deixaram novo de novo e aqui estou, lyndo, castanho e sobrevivente! Simbora camaradas!
P.S. Malcolm Merlyn foi citado diversas vezes em ‘League Of Assassins’ e ficou claro que ele realmente está morto. #XATIADO
P.S.2. “Lembro da primeira vez que vi este capuz. Shado estava usando!” LANCE; Sara.
P.S.3. Relação de Felicity e Quentin é só amor.
P.S.4. Quentin ainda não sacou que Oliver é o Arqueiro? Ele conhece Felicity, que trabalha para Oliver e conhece o Arqueiro. Descobre que a filha é a vigilante nova na cidade, que está relacionada ao Arqueiro e a Felicity, mas a ficha não cai? SE LIGA!
P.S.5. Nome Árabe para Canário: كناري.
P.S.6. “Sara sempre escolheu os maus amigos.” LANCE; Quentin.
P.S.7. Roy Harper e o Arqueiro. A relação evolui a passos pequenos.
P.S.8. Verdant deixou de ser verde e está vermelha. Reparam?
P.S.9. O que Oliver diz para os guardas russos: “Se você fizer isso, meu povo fará você e seus filhos órfãos!”.
P.S.10. Slade e Shado: CLIMÃO! Era o que Slade queria. Estamos vendo o nascimento do Exterminador.
P.S.11. FELICITY XATIADA!
P.S.12. A CW está fazendo alguns websódios da série, focados em Felicity e Roy. Se chama ‘Blood Rush’ e já possui dois episódios. Vale a pena assistir! Episódio 1: Episódio 2.
P.S.13. TRÊS EPISÓDIOS SEM TORSO DE OLLIE! OMG!
EASTER EGGS
A Liga dos Assassinos – Numa das histórias do grupo, um dos líderes, Sensei, tenta matar diversos poderosos através de um terremoto. Qualquer semelhança com Merlyn não é coincidência! Merlyn, Bane e Bronze Tiger já foram membros da Liga.
Diplomata Suarez – Sara menciona que matou um diplomata chamado Suarez. Existe uma minissérie, DC Universe: Decisions, lançada em 2008, que conta a história de uma eleição presidencial cujo vencedor é Martin Suarez.
Filhos de Ra’s – A filha mais conhecida é Talia Al Ghul, amante e inimiga de Batman. Se apaixonou pelo Batman, foi presidente da Lexcorp, líder da Demon e, ainda por cima, pariu um filho artificial do Batman, Damian Wayne. Nissa, a segunda filha, nasceu no século 19 e foi líder da Liga depois de matar seu pai por vingança. O terceiro filho é Dusan, conhecido como White Ghost, que tenta ressuscitar Ra’s.















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