Pra que CTU se você tem a Hawaii 5.0.
Que bela surpresa esse episódio de Hawaii Five-0 dessa semana. Depois de uma sequência morna esse foi uma dose cavalar de ação do começo ao fim e as referências foram as mais variadas possíveis. Mas algo continua a martelar na minha cabeça sobre a série, e vou falar sobre isso um pouco mais adiante.
A primeira coisa que me veio à cabeça foi Lost. Não tem como ver Terry O’Quinn em um avião e não ficar esperando que ele caia na ilha. É quase instintivo! Mas não há nada que não esteja ruim que não possa piorar não é mesmo? Se já rola sequestro, assassinato, gangues, tráfico de drogas (se fosse continuar a lista acabaria a review e não terminaria)… Bem que estava faltando uma ameaça de arma biológica na ilha mais azarada da face da terra.
E a trama fez “24 Horas” se contorcer de inveja. Afinal, um McGarett e um Locke White tem muito mais poder de fogo do que um Bauer. Como é possível conseguir impedir uma crise global em menos de 24 horas? Pergunte a 5.0, porque eles conseguem levar a palavra “eficiência” ao limite do absurdo. Desde o sequestro da vitima do vírus até a aplicação da vacina no mesmo foi tudo tão rápido que eu fiquei até tentando encontrar algo para botar defeito. Tudo bem, as soluções foram achadas de maneira rápida, mas isso não passa a sensação de algo errado e sim corrobora com a ação da série. E a mente maligna por trás de tudo tinha de ser alguém do passado de Joe White pra justificar a aparição dele na série, exceto por outra possibilidade.
É notório que desde a morte de Wo Fat a série vem passando a sensação de que todos os episódios são fillers (apesar de continuar com a mesma qualidade de sempre!), justamente pela falta de um grande vilão tramando nos bastidores ou representando uma ameaça invisível. Aqui eu começo a pensar numa teoria que pode ficar muito interessante, ou ser a pá de cal em cima da história da série. Qual seria essa teoria? Que Doris McGarrett seja a próxima grande “vilã” da série! Isso mesmo, quase um “Casos de Família” versão Havaí. O que fica ainda mais evidente no final do episódio quando McGarrett mente para White (que como foi bem explicado, age nos dois lados da cerca) e começa a vigiar o amigo, afinal ele pode realmente ter dado a dica para Doris sumir no mundo… Mas posso estar somente divagando aqui e isso nem se concretizar.
Com uma mistura de “Contágio” com “24 Horas” o episódio dessa semana não nos poupou de ação pura e simples e demonstrou os tempos áureos da série ao amarrar toda essa ação numa trama envolvente e de tirar o fôlego. Mas a pergunta que não quer calar é: Onde está o próximo grande vilão de Hawaii Five-0?
A hui hou, e que o Havaí exista até lá!
Aloha! 1: E quando aquela bola de demolição bateu no carro? Fiquei esperando começar tocar “Wrecking Ball” de tão inusitado e de surpresa que foi (kkk não resisti!).
Aloha! 2: Um ex-agente da CIA que recrutou mercenários do leste europeu, para trabalhar para um grupo terrorista do Oriente Médio num ataque em Washington. Terrorismo Globalizado a gente vê por aqui!
Aloha! 3: Danny dizendo que McGarrett deveria morar do lado do hospital militar, já que vive lá, foi hilário.
Aloha! 4: Falando em Danny, perceberam que ele anda como se estivesse com um “cotoco” em um lugar deveras desconfortável? Ou só fui eu que percebi isso?
Aloha! 5: Mais uma vez os dublês ficaram muito evidentes nas cenas de ação da série. Não prejudica, mas incomoda.
Aloha! 6: A cena da abelha me lembrou os documentários da BBC.
Aloha! 7: Já não basta as cepas existentes, o Ebola e sei lá mais o que, a série ainda inventa de criar um super vírus de gripe aviária (H5N4) que mata 85% dos infectados. Menos, muito menos, por favor!
Aloha! 8: Grover dizendo que agora sabe com quem McGarrett pegou toda a loucura: Joe White. E também o que ficava implícito foi dito no episódio, na conversa na quarentena, McGarrett é o filho que Joe White nunca teve.















