Esse episódio seguiu o mesmo ritmo do episódio anterior: conseguiu ser descontraído, ser engraçado sem ser forçado e resultou em uma eliminação inesperada.
Continuando com um alto nível de criatividade nas provas, achei genial a ideia dos produtos enlatados. Soube surpreender ao exigir uma técnica diferente e ao mesmo tempo cotidiana e o resultado foi satisfatório. Foi muito bom ver Raquel finalmente dando a volta por cima e Gleice deixando bem claro que já chegou ao seu limite. Fernando foi outro que teve um péssimo desempenho, o que mostrou que essa repescagem serviu só para enrolar o programa por mais uns episódios mesmo. De qualquer forma, tem dois episódios que estou conseguindo rir muito do reality, se isso tem a ver com o retorno do Fernando ou é mera coincidência, me respondam vocês. Também gostaria que alguém me contasse o que aconteceu com o Jacquin para ele se ausentar durante essa primeira parte da prova. Suspeitei de uma doença porque ele estava com uma cara bem abatida na prova de imunidade, espero que não seja nada grave.
A prova de eliminação foi realizar um tortellini, pela alta exigência técnica, eu pensei que seria um desastre, mas o resultado foi muito positivo. Isso mostra que os participantes realmente precisam focar nas receitas de confeitaria porque é o doce que derruba todos eles. O momento mais constrangedor dessa prova foi o pessoal do camarote (leia-se Fábio) completamente desesperado para ajudar a Gleice. Por mais que Bruna possa ter agido dessa mesma forma em provas anteriores, eu não acho errada sua atitude em se incomodar com isso.
Pelo bem ou pelo mal, isso mostrou que os participantes acordaram para o jogo e estão conscientes de que se trata de uma competição. Ajudar pessoas fracas como Gleice e até mesmo o Fernando a se manterem na disputa, significa manter uma pessoa fácil de eliminar no futuro. Podemos questionar essa atitude em termos éticos, mas não em termos de eficácia. Outra coisa que não posso deixar de falar é Lee e suas críticas quanto ao racismo existente no programa. Vou tentar ser o mais direto e menos hipócrita possível, acho admirável o objetivo de Lee e existe uma desigualdade no programa sim, mas isso não é culpa do Masterchef. Vivemos em uma desigualdade social e racial e o programa é nada mais do que um reflexo disso. Pessoas com melhores condições financeiras têm melhores condições de competir. Mas não se pode negar que Lee apela ao tentar se colocar como desfavorecido e coitadinho, conforme Pedro disse. Eu posso ter vivido muito pouco em minha vida, mas se tem uma coisa que eu sei que não existe é médico pobre.
Durante os feedbacks dos jurados, estava bem claro que a eliminação estaria entre Vanessa e Lee; e como todo dia a gente toma um 7×1, Vanessa deixou o programa contrariando minha torcida. Foi sem dúvidas a eliminação mais emocionante até o momento. Eu confesso que senti falta de uma explicação da parte dos jurados para justificar a decisão deles. Eles apontaram muito bem os defeitos de cada um dos pratos e depois mostrou as ceninhas bonitinhas que os dois tiveram na primeira seletiva. Achei que faltou um comparativo dos dois pratos que mostra o porquê o de Vanessa ficou pior que o de Lee, mas acredito que a justificativa tenha sido a mesma utilizada na eliminação de Carla na segunda temporada. Enquanto o de Lee/Aritana eram horríveis, mas comestíveis, a quantidade de doce no de Vanessa/Carla deixavam o prato impossíveis de comer até o final.

Assim, mais uma participante com potencial de vencedora deixa o programa de forma precoce, isso tem deixado o programa imprevisível e até mesmo curioso, o que é um ponto positivo. Só tem 12 participantes e embora que são os melhores e os piores estejam bem definidos, tem muita gente com desempenho inconstante e isso pode mudar todo o rumo do programa.
EM ÚLTIMA MÃO: A Band abriu as inscrições para o Masterchef Profissional, que deve ser exibido no Segundo Semestre. Pelo visto, todo desgaste que essa temporada apresentou não foi suficiente para os produtores saberem o que é LIMITE.
Ranking
1) Bruna: Os próprios jurados já reconheceram que é a melhor, e isso fica bem nítido quando ela reconhece o quão imaturas eram as atitudes histéricas que ela tinha quando ganhava imunidade. Ela não só evolui como cozinheira, mas como pessoa também.
2) Luriana: É a participante que mais evoluiu até o momento, mas as eliminações de Vanessa e Rodrigo deixaram bem claro que o programa não vai premiar alguém que foi excluído por um bom tempo pela edição, por melhor que ela seja.
3) Raquel: Finalmente voltou a ficar entre os melhores e espero que ela consiga finalmente vencer a maldição.
4) Lee: Foi só eu falar que é o melhor participante masculino que ficou entre os dois piores. Continue assim porque eu não te suporto.
5) Aluísio: Aos poucos ele vem reconquistando o seu espaço após ter despencado na disputa.
6) Fábio: Querido, quando você está no camarote, você fica sambando para as recalcada, e não ajudando quem está na pista. Valesca Popozuda nunca te ensinou isso?
7) Pedro: Se não fosse a treta com o Lee, ele passaria despercebido nesse episódio.
8) Fernando: É o meu participante favorito, pena que não vai demorar a sair.
9) Leonardo: Conseguiu um destaque, mas ainda é muito pouco para me fazer gostar dele.
10) Thaiana: Continua falando mal de todo mundo que eu estou amando!
11) Paula: É impressionante como essa mulher sempre começa a prova em grande vantagem em relação aos demais e no final, consegue estragar tudo.
12) Gleice: Quem assiste Survivor, sabe exatamente o que ela significa, um goat. É aquela participante que os candidatos querem arrastar até a final por ser fácil de derrota-la.














