A fofurinha da Summer Season.

Spoilers Abaixo:

Depois de apenas três episódios de Switched at Birth eu já quero dizer o quão bonitinha é a série e o modo como eles tratam todos os dramas que envolvem essas meninas trocadas na maternidade.

Até agora, os episódios têm sido muito bons de assistir, leves e divertidos, algo diferente da maioria das outras coisas que estão no ar nessa época do ano. A questão é que somente na Summer Season uma produção como essa pode aparecer. No meio da loucura do outono, Switched at Birth não sobreviveria. Felizmente, a época de “vacas magras” permite que séries assim, para a família mesmo, se firmem na televisão.

Depois de falar tudo isso, é notável que eu gostei do episódio. Nem senti passar o tempo enquanto assistia e isso é uma coisa ótima. Vale dizer que tivemos a participação de Marlee Matlin, atriz que é surda e já fez diversos filmes nessa temática. Certamente todos já viram pelo menos um na Sessão da Tarde.

Quando a série começou, cheguei a me perguntar se ela não apareceria, já que Marlee é realmente referência no assunto. Foi legal ver que ela está incorporada ao elenco de alguma forma, como a melhor amiga de Regina e mãe de Emmet. Espero que ela continue aparecendo porque é bem legal ver esse tema sendo tratado sem grandes neuras na TV.

Sei que muita gente tem implicância com Bay e prefere Daphne, mas eu, por enquanto, estou no meio termo, dando tempo para o desenvolvimento dos personagens. Até aqui, tentaram pintar Bay como uma riquinha revoltada e Daphne como doce e fácil de lidar. Não acho que seja tudo tão preto no branco e estou gostando das duas igualmente.

A tensão que existe entre as famílias tem sido bem trabalhada. É legal ver a relação entre eles se construindo e gerando conflitos, como o de Regina com Kathryn. Só Não entendo muito bem a vontade de esconder a verdade das pessoas. Tão mais simples dizer o que aconteceu em vez de inventar coisas mirabolantes.

Por outro lado é compreensível o encantamento de John e Kathryn por Daphne e comecei a compreender os motivos pelos quais Regina não se mostra tão interessada em Bay. Na verdade, ela quer ir com calma, conhecê-la e ganhar seu afeto sem forçar nada.

Daphne também se permite mais estar com os pais biológicos, apesar de toda a cobrança que isso pode gerar. Bay está mais como espectadora. Assiste a família cair de amores pela filha trocada, enquanto tenta descobrir mais sobre suas próprias origens. A relação dela com Ty tem muito a ver com isso.

A questão do pai, que deu título ao episódio e foi representada na fotografia e na pintura de Bay não acaba por aqui. Logo mais, descobriremos quem é o homem que abandonou Regina, provavelmente por desconfiar de que havia sido traído ao encarar uma filha tão diferente do que seria o normal.

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