Supergirl 2×07: The Darkest Places

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Cheio, é a maneira mais fácil de classificar The Darkest Places. Em seu sétimo episódio o tom que outrora estava centralizado em momentos mais intimistas, deu lugar a uma frenética alternação de tramas com um resultado que difere do que já havia sido apresentado até agora. Parece que a série da garota de aço não é assim tão blindada contra um ocasional roteiro mal colocado. Para nossa sorte, os bons momentos continuam mostrando que até mesmo o texto mais confuso pode ter pontos positivos. E se Robert Rovner e Paula Yoo não deram conta de apresentar um texto centralizado ou bem dividido, o elenco permanece acertando em cheio no quesito charme e boa química.

Supergirl gosta de lidar com temas, alegorias e mensagens simples através de tramas rápidas e bem explicadas. Contudo, em The Darkest Places existiu um grande erro. O nome deste deslize é tão simples quanto a trama mais fácil, roteiro abarrotado. Além da trama principal com Cadmus, Supergirl precisou dividir seu tempo em tela com Marcianos, dramas de relacionamento e um vigilante pouco original que mata suas vítimas devido à falta de crença no sistema. Nem mesmo a direção rápida e as cenas de ação bem fechadas de Glen Winter conseguiram deixar de lado a impressão de que a série tentou gritar dentro de uma caixa já habitada por dez pessoas.

Existe um problema muito grande com a história do James, que continua sendo desenvolvida, mas sem qualquer tipo de relevância para a trama maior. O pior é que Guardião sozinho não é a melhor aposta para um capítulo que traz de volta Jeremiah Danvers e expõe a identidade de M’gann como marciana branca. Existe uma falta de compreensão por parte do time dos roteiristas do que o público realmente quer quando o assunto é James Olsen e seu alter ego. Neste quesito, nada funciona e o drama ao redor do vigilante que está eliminando pessoas não surte efeito algum, graças a falta de empatia que o público sente para com o personagem. Também existe o fato de ter Mehcad responsável pela conexão sentimental com o vilão, além de sua utilização como alguém distante do núcleo que rende na série. São decisões arriscadas e que estão colocando o ritmo da produção para baixo, pela segunda semana consecutiva.

Tirar um episódio para lidar com a possibilidade de um novo herói estar matando pessoas em National City é algo que vale e muito dentro da série, além de se encaixar bem na trama de Mon-El, que estava até então tentando trilhar este caminho. Infelizmente a trama foi apresentada, desde o episódio anterior, para James, um personagem que ainda não conseguiu conquistar seu espaço dentro da série, por mais interessante que sejam suas interações com Winn. Sendo cruel, mas honesto, o que melhor funcionou dentro dessa trama foi o momento em que Alex pressiona Winn. De resto? Ainda falta emoção para que a dupla justifique sua existência.

Também é notável que a série está tentando não esgotar sua personagem principal, ou a história de Alex com Maggie e por isso optou por desenvolver James da única maneira ainda não idealizada, como herói. Durante a primeira temporada muitas temáticas foram queimadas com James, que passou de homem independente, par romântico e noivo, para atual líder da CatCo. É uma quantidade gritante de oportunidades para alguém que não se encaixou bem em nenhuma delas. O que resta para o personagem?

Supergirl 2x07 -- The Darkest Places
Supergirl 2×07 — The Darkest Places

Do outro lado temos Mon-El e é muito difícil assumir que ele mantém um foco mais interessante do que James. Desde que surgiu o personagem tem conseguido muito mais atenção do que o antigo parceiro do Superman. De certa forma a impressão final é a de que o público está favorecendo o ator branco e deixando de lado o negro, mas é tão menos complicado do que isso. O que sobra para Chris Wood e falta para Mehcad Brooks é uma boa história, mas era preciso tirar esse assunto do caminho. James não funcionou bem desde que foi introduzido, muito antes de se transformar em interesse amoroso.

Já a química entre Kara e Mon-El cresceu bastante, assim como a sombra do relacionamento amoroso. Já estava praticamente telegrafado que em determinado momento Kara e o seu vizinho de sistema solar iriam dividir algum tipo de tensão.  Ajuda quando o casal tem química e também quando existe um nível de imperfeição a ser explorado por ambos. Quando está vestida como Supergirl quase não é possível ver os defeitos de Kara Zor-El, mas quando está tentando sobreviver como Kara Danvers, existem vários pontos a serem melhorados. Obviamente a proposta inicial da temporada, de dividir a vida pessoal da protagonista, ainda não decolou.  Inserir um romance soa como um desvio, mas ao que parece foi realmente apenas um esboço de um sentimento a ser explorado e que Kara ainda não percebeu que tem, se é que terá – gostaria muito de ver uma protagonista feminina recusando dois pretendentes em uma temporada só.

Na verdade grande parte da execução de The Darkest Place pareceu estranha e deslocada dentro do que a série já estava apresentando anteriormente. Brincar com a honra de Kara e sua bondade, forçando-a explodir seu poder da mesma maneira que fez durante a luta contra o Tornado Vermelho, é completamente coerente com o desenvolvimento da personagem. Supergirl é o tipo de heroína que acredita na palavra de seu inimigo a ponto de render-se mortal para evitar a morte de alguém. Entretanto o grande fator emocional, algo bem conectado a personagem, pareceu morno, mesmo com a explosão. É interessante perceber que o grande inimigo da temporada sabe exatamente o que fazer para que Supergirl fique vulnerável, mas teria sido melhor se empregado durante uma manipulação maior. Dentro de The Darkest Places tudo caiu como uma grande “coincidência”, melhor lida como preguiça do roteiro.

Mesmo com uma pegada menos competente, Supergirl ainda consegue entregar momentos que fazem valer a pena qualquer episódio. O encontro entre Kara e Jeremiah foi o principal. É muito bom ver a conexão que a personagem, a mulher de aço, desenvolve com quem está próximo dela. Também gostei da pequena frase em que Kara pede que Mon-El diga a Alex que ela não teve medo. Falas e ações como as citadas são pequenas, mas representam parte do núcleo da série e o que faz de Supergirl uma produção cheia de coração. Momentos assim mostram que a grande força é o núcleo de personagens e a maneira que atrizes e atores entregam cenas que conseguem elevar até mesmo o mais abarrotado dos episódios.

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Easter eggs e outras informações de The Darkest Places
Supergirl 2x07 -- The Darkest Places
Supergirl 2×07 — The Darkest Places

– Ciborgue Superman já havia sido cogitado durante a primeira temporada, antes de Hank assumir sua identidade de J’onn J’onzz. Superciborgue, como é conhecido na nona arte, ou Ciborgue Superman, foi apresentado em 1990, na revista Adventures of Superman #466, ainda como o humano Hank Henshaw. O debut como vilão aconteceu no número #500. Hank fazia parte de um programa da NASA e após ser bombardeado por uma energia radioativa, desenvolveu o poder de se “comunicar” com máquinas. A história segue um caminho mais complexo, com Hank tomando posse de uma câmara-matriz (espécie de máquina de parto) do Superman, que o garantiu controle de parte do DNA de Kal-El, justificando sua transformação em alguém similar ao Superman futuramente.

– Durante os Novos 52 o Superman Ciborgue é na verdade pai de Kara Zor-El, recriado por Brainiac em uma espécie de arauto da destruição, sempre em busca de planetas para “fortificar” através da morte e violência. Atualmente ele recobrou a consciência e está tentando convencer a Supergirl a aceitar a recriação de uma nova Kandor (cidade de Krypton) com o povo fundido a máquinas. Vale a leitura, a revista conduzida por Steve Orlando (Meia Noite) está simplesmente fantástica e incorpora vários elementos da série, como a CatCo.

– Kara disse durante The Darkest Places que o seu primo, Superman, já lutou ao lado de um vigilante cheio de aparatos e com muitos demônios. Essa é uma óbvia conexão ao Batman, a segunda nesta temporada. Sem contar a presença de Maggie, que nas revistas em quadrinhos desenvolveu um romance com a Batwoman.

– Guardião prendeu um assaltante na frente da Newsboy Wine & Liquor, um paralelo a Legião Newsboy, conectada ao Jimmy Olsen e também ao Guardião das histórias em quadrinhos.

– Se você assiste Legends of Tomorrow (ou assistiu a primeira temporada da série), deve ter reconhecido a palavra thanagar. Thanagarianos é o nome da raça do Gavião Negro e Mulher Gavião e o metal Nth foi usado para compor as barras da jaula onde esteve a Supergirl e Mon-El.

– Na revista Invasão, que será adaptada no crossover de 4 noites da DC CW, a raça de Thanagar se aliou aos Dominadores. A raça foi mencionada como responsável por uma grande invasão no final da primeira temporada de Legends of Tomorrow, enquanto o time se infiltra na base dos mestres do tempo.

– Como mencionado anteriormente, Mon-El sofre quando exposto ao chumbo. É interessante a fraqueza pois chumbo é elemento que Superman e Supergirl não conseguem enxergar através, usando a visão de Raio-X. Casa bem com a ideia de que daximiniamos e kryptonianos são “primos”.

– O vilão de The Darkest Places é conhecido na nona arte como Barrage. Vale mencionar que ele perdeu um braço após enfrentar Maggie Sawyer e no lugar ganhou uma espécie de canhão. Futuramente e após ser derrotado por Superman, Phillip Karnowsky se juntou ao time de “super” vilões Superman Revenge Squad.

– Dean Cain, conhecido na série como Jeremiah Danvers, já interpretou o Superman na série Lois & Clark: As Novas Aventuras do Superman.

– Sabia que no universo da DC existe um clone da Supergirl que atende pelo nome de Galatea? Sim, é verdade. E sabe por quem ela foi criada? Acertou quem disse Cadmus.

– Medusa é o nome do próximo episódio. Parece que não precisaremos esperar muito para descobrir o que é o tal Projeto.

  • Lucas Vieira

    Não é chumbo a fraqueza do Mon-El?

  • Karlo Moreira

    James ta quebrando totalmente o ritmo do episódio e ta ficando chato já. Espero que eles nao demorem muito para perceber a rejeição ao personagem.
    De resto gostei desse episódio.

  • wesley

    pro James Olsen só falta morrer mesmo , personagem só atrapalha o andamento das coisas

  • Yara Regina

    Ahhhhhhhhhhhh, eu curti tanto o episódio!! Kkk No entanto, achei muito corrido, era muita coisa em um episódio só, sei lá! Até o momento estou gostando do Guardião e desgostando mais do James, pode isso produção??
    A cena de J’onn vendo a família cortou meu coração!
    Quando vi Jeremiah meu coração disparou, queria vê-lo mais vezes na série!
    Mon El e Kara se beijem logo, nunca pedi nada!
    Não tivemos Lena exalando sedução… :/

  • Gabi Xavier

    Acredito que a série se precipitou ao terminar o romance entre a Kara e o James sem mais nem menos. Foi tão abrupto esse término que não havia como não ser levantada uma discussão sobre racismo, ainda mais quando o Mon-El é rapidamente apresentado como novo romântico.
    Concordo plenamente que os arcos do James não estão sendo bem trabalhados, e com isso muitas possibilidades para o personagem estão se esgotando.

    Supergirl poderia ter dividido e trabalhado melhor cada história e produzido três episódios de alta qualidade. Mas mesmo assim, alguns desenvolvimentos de arco foram bastante positivos (Família Danvers).
    Gostei da direção dos primeiros minutos, da câmera rodando entre os personagens, mas achei o cgi da cena de luta entre os marcianos bem tosquinho.

    • Kelly

      Eu super embarco no protesto contra o racismo em todos os casos onde ele é cabível. Nesse não é. Sempre foi claro, desde o primeiro episódio, que os personagens Kara e James não tem química. Foi a decisão mais correta que os roteiristas fizeram e é exatamente por constatar isso que eles terminaram o romance tão abruptamente.

      • Gabi Xavier

        Sim, eu tendo a concordar que não houve racismo. Mas ao fazer de forma tão abrupta essa mudança era óbvio que os produtores seriam questionados e acusados de racismo.

        Eu e você concordamos que Kara e James não combinam, e eu vou além, acho que o Mechad Brooks não conseguiu imprimir personalidade em seu James Olsen. É um problema de texto, mas o ator, até agora, tem se mostrado limitado.

        A questão é que muitas pessoas lá nos EUA gostavam do casal, em grande medida por questões de representatividade. E o tema racial e todas as questões culturais que o cercam estão sendo intensamente debatidos nesse exato momento lá nos EUA. Não cabe aqui discutir se eles estão certos ou errados, “exagerando” ou não. Apesar do racismo ser uma realidade também no Brasil, nós não temos dispositivos para discutir tão intimamente as especificidades norte-americanas.

        Os produtores poderiam ter tido mais sensibilidade para realizar essa “troca de casais”, tendo em vista esse contexto social inflamado. Como não tiveram cuidado para explicar a mudança repentina de sentimentos da Kara, literalmente de um dia para o outro, sofrem agora com uma enxurrada de críticas lá nos EUA.
        E, por mais que eu tenda a achar as acusações injustas, eu entendo da onde elas vêm e, mais do que isso, que elas poderiam ter sido evitadas com um roteiro mais afiado.

        • Kelly

          Sim, a realidade brasileira com relação ao racismo é bem diferente, a relação entre casa grande e senzala aqui foi bem mais ~~~íntima ~~~ o que torna a inserção do negro na sociedade diferente também. A situação lá está puxada mesmo no momento, nessa questão, mas assim como em alguns casos com personagens GLBTQ as pessoas estão reagindo exageradamente e atacando justamente aqueles que queriam dar voz à minoria. Nesse caso, por exemplo, Jimmy Olsen não é negro. Por que então fazer o personagem ser negro na série? Exatamente para dar representatividade. Não deu certo, fazer o quê? Não se pode apedrejar alguém por ter tentado ajudar.

          • Gabriel

            O problema está na personalidade do Jimmy que apresentaram nesta série. Se fosse mais parecida com a do Cisco Ramon acredito que teria dado certo.

  • Gabriel

    Acho que teria sido melhor se Hank não tivesse se chamado de Ciborgue Superman. Me pareceu estranho que ele tenha optado por um nome que referencie algo que odeia: um alienígena. E ele só era chamado de Ciborgue Superman por se passar pelo homem-de-aço após a suposta morte deste pelo Doomsday.

    Seria legal se existissem thanagarianos no universo de Supergirl e ainda explicassem a ascendência alienígena de Kendra e Carter em Legends of Tomorrow. Ou a versão deste universo da Mulher-gavião sendo a Shayera Hol.

    O problema do James é como ele foi escrito e o ator que escolheram para interpretá-lo. Mehcad Brooks é um bom ator mas não funciona como Jimmy Olsen. Jimmy deveria ser um “nerd” e não um galã. Além disto a impressão que me passou foi que Kara se apaixonou por ele por causa de seus atributos físicos e não pela sua personalidade e carisma. Ela se apaixonou por ele à primeira vista! Com certeza não foi por sua inteligência ou humor. E numa estória que versa sobre o feminismo chega a ser ridículo que a protagonista seja tratada como alguém superficial.

    • Bel Ribeiro

      Eu não diria que ela se apaixonou só pelos atributos físicos. Quando ele chega, ela demonstra conhecer bastante da carreira dele (e do relacionamento com o Clarke), então ela já admirava o lado profissional dele, o talento, a inteligência, a coragem. Calhou de ele ser super simpático com ela logo de cara e ser um gato, aí a garota gamou.

    • Diogo

      Talvez, o papel de Jimmy devesse ser do ator que faz o Winn, ele sim faz um nerd divertido.

  • RS Martins

    Como serie de super heróis Super girl cumpre seu papel perfeitamente “o estilo smallville ” diverte e é pura e simplesmente entretenimento que segundo o dicionário de língua portuguesa significa ( Divertimento; o que diverte e distrai; o que é feito como diversão ou para se entreter: canal de entretenimento; local de entretenimento.Ação ou efeito de entreter; ato de se divertir, de se distrair) . Como também fica claro que apesar dos meus mais de 50 anos ,e seguir a serie, a mesma é direcionada para um publico mais jovem, tv aberta, portanto, são episódios leves sem grandes pretensões intelectuais ou políticas, dá muito bem seu recado.

    • Marcos Avlis

      Concordo com vc em quase tudo, só numa coisa que não (mas não somos inimigos por discordar rsrs – ressalva devido à polarização partidária no país): Tem pretensões políticas ali sim, tanto pela questão de orientação sexual (aceitação/compreensão) quanto pela aceitação da diferença (alienígenas no convívio com humanos) e o ódio àquilo que não se conhece ou controla (Cadmus).
      Política pra além da partidária (mais associada quando a palavra é usada), e sim como “conjunto dos meios que permitem alcançar os efeitos desejados” ( Russell).

      • RS Martins

        Acredito que uma das finalidades desse espaço é cada um ter a liberdade de expor seu ponto de vista, então com certeza não seremos inimigos por discordar. Como disse um famoso imperador ” Nem tudo é política, mas a política esta em tudo”… Os americanos com seu exagerado nacionalismo e a mania do politicamente correto sempre em qualquer serie ou até mesmo nos filmes infantis ….Frozen, Shrek, Procurando Nemo…enfim… em todos eles há mensagens sobre: igualdade, aceitação, diferenças…alguns de forma direta e outros como Super girl e tantos outros já citados ou não. No resumo o que quero dizer é que dessa serie não podemos cobrar de forma tão contundente, porque no final o intuito principal dela é entretenimento puro e simples.

  • Marcelo Sousa

    O ep ficou meio quebrado, óbvio, pela parte do James, mas ele serviu pra alguma coisa: serving Sanvers realness

  • Jess

    Essa serie é boa? Digo no sentido de divertir, deixar a pessoa relaxada..

    • Mich

      sim, é bem divertida apesar dos primeiros eps serem meio bobos

      • Jess

        vou maratonar, já tinha baixado a 1º temporada, mas nunca tinha visto.. Obg pela resposta

      • Luis Fernando

        Os primeiros eps não são bobos. Apenas se a pessoa tiver mente fechada.

        • Mich

          não sei, eu achei superficiais. depois do sexto episódio a coisa muda

        • Marcelo Augusto

          São bobos sim, são bem bobos, dps melhora.

  • Aldus

    Vale a pena ver Supergirl? Eu sempre penso em assistir, mas não chega a me encher os olhos, fico na dúvida de ver ou não, se vale a pena o tempo perdido…

    • Gabi Xavier

      Eu acho que vale, se o seu objetivo for se divertir/ter um entretenimento leve. Não é nenhuma Mr. Robot ou Westworld, mas tem lá o seu encanto e carisma. Os personagens principais e a dinâmica do grupo são muito boas e você acaba torcendo por eles.
      Os primeiros dois episódios são meio chatinhos e isso pode desanimar a princípio, mas depois a série engrena. E se você gosta de séries de super-heróis, como Flash, Smallville ou Agents of Shield, são grandes as chances de você gostar também de Supergirl.

    • Gabriel

      Não está no mesmo nível que Agents of SHIELD ou das séries da Marvel na Netflix mas é divertida.

      • Luis Fernando

        Não esta no mesmo nivel de SHIELD? Esta sim, bem melhor na minha opnião.

        Supergirl esta até melhor que Gotham, SHIELD, Flash, Arrow e empatado com Legends of Tomorrow.

        • Gabriel

          É como você mesmo disse: na sua opinião.
          Na minha Agents of SHIELD continua sendo a melhor série de super-heróis da atualidade. Compará-la com as séries da CW é hilário de tão absurdo.

    • Felipe

      Rapaz, pra mim tá nível The Flash, Legends e Arrow empatados, depois vem Gotham e Agents of Shield q são outro nível de qualidade e depois, claro, as séries da Netflix.

  • Tiago Lima

    Achei o desenvolvimento do episódio estranho, assim como um divisão em dois núcleos que não se falam durante o episódio e acabam resolvidos de forma fáceis. Depois de ver o episódio lembrei que semana que vem tem crossover, e cheguei a conclusão que esse episódio pode ter sido afetado pela ausência da Melissa, já que ela estava gravando 3 episódios ao mesmo tempo, e a Supergirl nesse episódio tem uma história mais afastada dos outros e mais desenvolvido rapidamente como se tivesse encaixado dois episódios em um.

  • Maria José Tagarro

    Ninguém gosta do James Olsen por um simples motivo: porque ele é um mala sem alça arrogante e convencido. Ele não é herói. Ele é tipo um cara mimado que tem inveja porque os amiguinhos Superman e Supergirl são superpoderosos e heróicos, aí ele decide DO NADA, se tornar um também. Simples assim. E o ator, como foi bem pontuado na review, não funciona em nenhum plot que já foi dado pra ele. Ou seja, ele é péssimo.
    Mon-El por outro lado é um personagem interessante, carismático, que tem química com a Kara, que consegue ser engraçado, que não cansa o telespectador. Tenho muito mais curiosidade em saber como irão desenvolver a evolução do Mon-El na série do que do James. Esse poderia voltar para Metropolis pra ontem.
    Amei ver o Dean Cain, pena que foi tão curta a participação pra encher linguiça com o Guardian.
    Será que a Lena sabe que a mamis dela é do mal igual ao maninho Lex? Vou adorar ver um clone da Kara!
    Alex e Kara sempre as mais fofas, amo essas irmãs! <3

  • Isabela

    Essa 2a temporada ta muito amor <3 quem diria que a CW faria bem a uma série…

  • Luis Fernando

    Quem disse que todo o publico não gosta do James Olsen? Eu gosto e estou amando o Guardião, e este para mim foi o melhor episódio da temporada até o momento.